mar 072017
 

expo washiA importadora de papéis Washi, World Paper, está trazendo quatro especialistas japoneses das cidades de Kochi e Saitama para palestra e exposição. Kochi é conhecida pelos papéis de restauro, enquanto Saitama é famosa por fabricar os papéis Hosokawa, que são considerados Patrimônio Cultural Intangível pela Unesco. Os especialistas em Washi são:

Hiroyoshi Chinzei – proprietário da fábrica de papéis de menor gramatura do mundo, 1,6g/m2.
Satomi Tamura – artista plástica que produz papéis Washi e é maker de papéis Hosokawa, patrimônio Cultural pela UNESCO.
Kayoko Ichinomiya – diretora da Paper One Co. Inc representante dos papeis Washi.
Shigeo Nakamura – técnico em papéis Washi.

O evento acontece no dia 23 de março de 2017, às 18h30, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa (Bunkyo), na Rua São Joaquim, 381 – Liberdade, São Paulo/SP.

Ingresso: R$ 30,00 a ser pago no local.

O papel Washi é sempre uma produção artesanal, cuja técnica tem 1.300 anos de história. Por utilizar fibras de determinadas plantas cultivadas no Japão tem uma qualidade única, e por isso, é preferido por artistas de shodô, ukiyo-ê e origami. Washi também é utilizado em embalagens especiais e na decoração de residências.

Informações: https://www.facebook.com/WorldPaperPapeisEspeciais/

ago 012016
 

Casarão do Chá de Mogi das CruzesO 3º Festival de Cerâmica será no dia 07 de agosto de 2016, domingo, das 9 às 17h, no Casarão do Chá – Estrada do Chá, bairro Cocuera, Mogi das Cruzes, SP.

Programação:

09:00 – Abertura do evento

10:00 às 16:00 – Mão Livre – Oficina aberta de modelagem com o grupo de cerâmica Temtempu.

10:00 às 16:00 – brincando com torno – Oficina aberta de torno com Sueli Massuda.

13:00 – Raku – Demonstração de queima com Marcelo Conegliam.

14:00 às 16:00 – #MAOSNAMASSA – Demonstração e Workshop de torno com Sergio Onodera.

Outros Atrativos:

– exposição e venda de mais de 2.000 peças de cerâmica

– degustação de chá.

– comida caseira:  porco no rolete, comida árabe, pastel, pizza no forno à lenha, comida japonesa, café caipira no fogão à lenha, biscoitos, queijos e doces caseiros.

– venda de artesanatos diversos, plantas e animais.

*A entrada e as atividades são gratuitas. Para participar basta chegar e se inscrever na atividade aberta ao público.

Organização: Associação Casarão do Chá, com o apoio da Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes – Tel: (11) 4792-2164

E-mail: acasaraodocha@gmail.com
facebook.com/acasaraodocha

https://www.youtube.com/watch?v=61ajY376qTs

jun 302016
 

Tokyo_Olympics_1964_Web_4751Desde que o Japão sediou pela primeira vez os Jogos Olímpicos, em 1964, o país  está prestes a viver um novo marco em sua história. Em 2020, será a sede dos Jogos Olímpicos pela segunda vez.

Para celebrar esta trajetória, relembrar grandes artistas em atuação na década de 60, e comemorar a próxima edição no país, que acontecerá em 2020, a Fundação Japão promove três eventos muito especiais.

A Emergência do Contemporâneo: a Vanguarda no Japão, 1950 – 1970

Inédita no país, a exposição de arte de vanguarda japonesa traz 70 obras produzidas ao longo de 20 anos por artistas como Kazuo Shiraga, Sadamasa Motonaga, Atsuko Tanaka, Genpei Akasegawa, Jiro Takamatsu, Natsuyuki Nakanishi, Arata Isozaki, Yoko Ono, Yutaka Matsuzawa e Kishio Suga. É interessante porque o Japão produziu vários movimentos artísticos na década de 50, dando espaço para artistas como Atsuko Tanaka, cujos trabalhos podem ser vistos no Ashiya Art Museum, em Hyogo.

De 14 de julho a 28 de agosto, no Paço Imperial do Rio de Janeiro, obras do pós-guerra ao auge da economia japonesa estarão expostas baseadas em temas como “Política da Abstração”, “Intervenção Urbana” e “Arte e Engajamento Social”. Algumas delas, inclusive, foram exclusivamente produzidas para esta exposição.

Mostra de Cinema Japonês – Especial Ko Nakahira

Pela primeira vez no Brasil, a mostra de longas-metragens de Ko Nakahira estará em cartaz de 27 de julho a 1 de agosto, no Centro Cultural Banco do Brasil. Um dos principais cineastas atuantes no período dos Jogos Olímpicos de 1964, destaca-se pelo andamento dinâmico e técnicas cinematográficas diversas. Na mostra, oito obras apresentarão o variado universo de Nakahira, incluindo temática juvenil, ação, comédia, suspense e filme de arte.

Concerto POP: Olha pro Céu – Look at the Sky

Dias 29 e 30 de julho, no VIVO Rio, a produção conjunta Brasil-Japão traz uma apresentação de união dos dois países, com a participação de grandes nomes da música japonesa e brasileira. O ponto alto será a apresentação de SUKIYAKI – ue wo muite arukou”, a canção japonesa que conquistou o mundo em 1964. Este momento reunirá, no palco, os artistas japoneses e brasileiros cantando em japonês, inglês e português. Participam do show Vanessa da Mata, Tokyo Ska Paradise Orchestra e Marcia, além do convidado especial Emicida.

Exposição:  A Emergência do Contemporâneo: a Vanguarda no Japão, 1950 – 1970

De 14 de julho a 28 de agosto de 2016

Paço Imperial – Praça Quinze de Novembro, 48 – Centro – Entrada Franca

Realização: Fundação Japão | Paço Imperial | IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional | Ministério da Cultura. Apoio especial: Ishibashi Foundation. Apoio: Lufthansa Cargo AG | Amigos do Paço | Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro | Prefeitura do Rio de Janeiro

Cinema – Mostra de Cinema Japonês – Especial Ko Nakahira

De 27 de julho a 1 de agosto de 2016

Entrada franca (retirada de ingressos 1 hora antes de cada sessão. Limite de 2 ingressos por pessoa.)

Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Primeiro de Março, 66 – Centro

Realização: Fundação Japão. Apoio: Centro Cultural Banco do Brasil | Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro | Prefeitura do Rio de Janeiro | Ministério da Cultura

Música – Concerto POP: Olha pro Céu – Look at the Sky

29 e 30 de julho de 2016, às 20h30 (abertura da casa para o público às 19:30)

Ingressos à venda: www.vivorio.com.br ou na bilheteria do Vivo Rio

Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo

Realização: Fundação Japão, Produção: Sony Music do Brasil. Apoio : Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro |Prefeitura do Rio de Janeiro

mar 042016
 

Antoine Abi Aad-kanji-726x1024Em março, o público terá a oportunidade de conhecer o trabalho do professor libanês Antoine Abi Aad, Doutor e Mestre em Design e Comunicação Visual pela Universidade de Tsukuba (Japão) e Mestre em Estudos Superiores em Publicidade pela Academia Libanesa de Belas Artes.
O tema da palestra, com realização no dia 19 de março (sábado) das 15 às 18 horas, será o “Kanji” (ideograma japonês). A unidade São Joaquim da Aliança também sediará uma exposição com 64 quadros do artista. O evento é uma realização conjunta entre a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (Bunkyo) e a Aliança Cultural Brasil-Japão, e faz parte dos eventos comemorativos aos 60 Anos da Aliança.
O professor Abi Aad fala japonês fluentemente e está em sua quarta visita ao Brasil, realizando oficinas e exposições em instituições de renome, como a Universidade de Brasília, Universidade Federal do Maranhão e Universidade de São Paulo. O artista é reconhecido por mais de 80 exposições e oficinas internacionais em países como Líbano, Japão, África do Sul, Coreia, China, Rússia e Alemanha
Serviço:
Palestra “Kanji” – professor Antoine Abi Aad
Data: 19 de março (sábado), Horário: 15 às 18h
Local: Auditório – Aliança Cultural Brasil-Japão – unidade São Joaquim
R. São Joaquim, 381, 6º andar, Liberdade
Informações: (11) 3209-9998 / saojoaquim@aliancacultural.org.br
Participação gratuita, limitada a 50 participantes.
Inscrições até 10/03: http://tinyurl.com/palestra-aad
Exposição “Kanji” – professor Antoine Abi Aad
Data: 19/03 a 09/04, Horário: 09 às 19 horas
Local: Aliança Cultural Brasil-Japão – unidade São Joaquim
R. São Joaquim, 381, 6º andar, Liberdade, Participação gratuita
Realização: Aliança Cultural Brasil-Japão e Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social

jul 282015
 

ceramica casarao do cha mogi

A arte da cerâmica se desenvolveu em diversas partes do mundo, inclusive no Japão, onde foram recuperadas peças feitas no período Neolítico (11 mil a.C.). A partir do século IV, o país recebeu grande influência chinesa, porém, criou seu próprio caminho ao valorizar o trabalho de artesãos que criaram métodos próprios de produção da cerâmica. Hoje, existem vários estilos reconhecidos e as peças continuam sendo produzidas manualmente, uma a uma, como objetos de grande valor artístico.

A HISTÓRIA DO TORNO

Os primeiros tornos surgem como meio de facilitar a modelagem da peça, sem a necessidade de o ceramista andar em volta dele.  Provavelmente eram compostas de uma roda pesada que girava entorno de um eixo fixado ao chão, rodada por um bastão. Na etapa seguinte, surgem tornos movidos com o pé, que consiste numa base circular conectada por um eixo a uma roda pesada. Logo, surgem tornos de pé com pedais que facilitaram o trabalho do ceramista. Os tornos sempre foram largamente utilizados no Japão, para fazer todos os tipos de instrumentos domésticos, como vasos, copos e pratos.

Hoje, é mais comum os ceramistas utilizarem tornos elétricos que são movidos por um motor e possuem um pedal para a regulagem da velocidade.

A TÉCNICA

O torno é um importante instrumento do ceramista para a modelagem das peças cerâmicas. A peça é torneada colocando-se a argila macia em cima do disco, no centro do aparelho, molha-se as mãos ou os instrumentos para diminuir o atrito com o barro e, então a argila é afinada e modelada no formato do objeto. O Processo é rápido: em pouco tempo as peças são modeladas.

Nascido em Mogi das Cruzes, filho do ceramista Akinori Nakatani inicia-se na cerâmica aos 15 anos. Em 2008 conclui o curso de Bacharelado em Artes Visuais pela Faculdade Belas Artes e, desde então, dedica-se à pesquisa das possibilidades da cerâmica de Alta Temperatura no seu atelier em Mogi das Cruzes. Foto: Jonny Ueda, Jornal O Diário de Mogi, 2014

Nascido em Mogi das Cruzes, filho do ceramista Akinori Nakatani inicia-se na cerâmica aos 15 anos. Em 2008 conclui o curso de Bacharelado em Artes Visuais pela Faculdade Belas Artes e, desde então, dedica-se à pesquisa das possibilidades da cerâmica de Alta Temperatura no seu atelier em Mogi das Cruzes. Foto: Jonny Ueda, Jornal O Diário de Mogi, 2014

No dia 2 de agosto, domingo, será realizada uma demonstração do uso de torno na cerâmica, pelo artista Yuuki Nakatani, no Casarão do Chá de Mogi das Cruzes. A atividade faz parte do 2º Festival de Cerâmica, com exposição e vendas de 70 ceramistas, área de lazer e área de alimentação com pratos variados e o chá preto, que deu origem ao Casarão de Chá. Aliás, o próprio Casarão, construido pelo japonês Kazuo Hanaoka, em estilo japonês, aproveitando-se as curvaturas próprias das árvores em sua estrutura, já vale o passeio. O Festival de Cerâmica tem entrada franca.

DEMONTRAÇÃO DE TORNO
DATA: 02/08/2015
LOCAL: CASARÃO DO CHÁ
13:00 – INÍCIO DA DEMONSTRAÇÃO
14:00 – TÉRMINO DA DEMOSTRAÇÃO

No mesmo dia, o artista Osvaldo Perez fará demonstração da técnica de Raku Tradicional e de Raku Nu, com queima, das 9 às 15h30. Também será realizada uma oficina de apitos e ocarinas de Mayy Koffler, das 10 às 15h30 (com pausa para almoço). Essa oficina é paga. Informações: acasaraodocha@gmail.comhttp://www.casaraodocha.org.br/

Veja como chegar ao Casarão do Chá, que fica na Estrada Nagao, km 3, bairro Cocuera, Mogi das Cruzes http://casaraodocha.org.br/wp/?page_id=24

ceramica mayy kofflerceramica osvaldo perez