maio 312017
 

Para o estrangeiro que visita ou vive no Japão, é sempre uma grande dificuldade entender o povo japonês e, mais ainda, ser entendido pelo povo japonês. Não se trata de conhecer o idioma, mas de algo mais profundo, de sentimentos e de comportamento, que pode ser um senso comum entre todos os nativos do arquipélago, mas que pode ser (e é) incomum para os de fora.

“Sinto muito, não sou japonesa” é um livro da Noemia Atsuko Sakane Hinata, brasileira, que mora desde 1974 no Japão. Como professora universitária, escreveu diversos livros e, dentre eles, vários dicionários português/japonês. O livro foi publicado originariamente no Japão em 2015, em japonês, e agora está sendo lançado em português, em edição digital pela e-galaxia, e pode ser adquirido pela Amazon, Google Play, iBooks, Kobo, Saraiva e Cultura.

Veja alguns tópicos interessantes do índice: Redescoberta da cultura japonesa pelo lado brasileiro; O que nasce de um país estreito e das mudanças sazonais; a estética do silêncio e do incompleto; O lento tradicional; O “jeito de ser do japonês” que comecei a entender depois de perder meu marido; Conforto que vejo no diálogo à japonesa principalmente depois de idosa; A gentileza que foi cultivada e arraigada pelas condições climáticas; Em resposta ao comentário “Sinto muito, você não é japonesa”; Não quer experimentar errar um pouco?; e Imitando um pouco os brasileiros… talvez fiquem mais aliviados.

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