ago 092018
 

Quatro associações das províncias da região de Shikoku, ao Sul do Japão, se uniram para realizar o tradicional Undokai (leia-se undoukai), gincana poliesportiva, no Colégio Santa Amália, em São Paulo, no dia 2 de setembro, das 9 às 16 horas.  O ingresso é simbólico: R$ 5,00. Não se preocupe com a chuva. O local é coberto!

As atividades físicas e recreativas, na forma de brincadeiras, são para crianças de todas as idades. Que tal corrida de revezamento, ou passar a bola? E a prova de pegar emprestado? De jogar a bola na cesta? Venha reviver esses bons momentos e traga a família toda!

As províncias de Shikoku que organizam o Undokai são: Ehime, Kagawa, Kochi e Tokushima. Haverá no local barracas de alimentos típicos.

“O modelo do atual undoukai foi criado no século XIX, no início da Era Meiji (1868-1912), e embora atualmente a “gincana poliesportiva” seja essencialmente um evento civil e familiar, na origem era uma atividade militar. Registros da Marinha indicam que o primeiro undoukai teria sido realizado em março de 1874, num centro de alojamentos em Tóquio, sob a orientação de um instrutor inglês. Então chamado de “athletic sport”, o dia de competições abrangeu alguns tipos de corridas, arremesso de peso e algumas disputas de caráter mais divertido, como a “perseguição ao porco” (prova na qual vence o rapaz que conseguir pegar apenas com as próprias mãos um estabanado suíno besuntado com banha, que foge de seus perseguidores correndo a esmo), atividade aparentemente associada às festividades de colheita agrícola na Inglaterra. Em 1878, a Escola Agrícola de Sapporo, na província de Hokkaido, promoveu um evento parecido com o “athletic sport” de Tóquio, ao qual se deu o nome de Rikigeikai (reunião de força e arte). Alguns anos depois, em 1885, a Universidade de Tóquio realizou uma competição do tipo, na qual usou-se pela primeira vez a expressão undoukai, que era o nome do Departamento de Esportes da Tōdai (contração de Tōkyō Daigaku, Universidade de Tóquio)”. Saiba mais sobre Undoukai no nosso link.

Colégio Santa Amália, na Avenida Jabaquara, perto da estação Saúde do metrô. A entrada é pela rua de trás, a Rua Fiação da Saúde, 480.

ago 092018
 

O 7º To-Sa Matsuri acontece nos dias 18 e 19 de agosto, sábado e domingo, no Parque da Água Branca (perto do metrô Barra Funda). É um evento aberto e gratuito. Diversas atrações ocuparão o palco, como danças típicas e taikô. Para o público jovem, as principais atrações serão o Concurso de Cosplay, com a seletiva para o Cosplay World Masters, a Banda Gaijin Sentai e o cantor Diogo Miyahara, com seus temas de tokusatsu e animê. O Cosplay terá, como todos os anos, um espaço próprio, com várias atividades coordenadas pela dupla Cleiton e Bruna.

Na área de alimentação, diversas barracas com pratos variados, inclusive o imperdível “Katsuo no Tataki”, prato típico de To-Sa (antigo nome da província de Kochi, terra de samurais bravos). Trata-se de um sashimi levemente grelhado, que recebe um molho especial.

A Abrademi, Associação Brasileira de Mangá e Ilustrações, estará presente no Espaço Cultural e da Criança, com oficina de mangá, de origami, de shodô, de karuta, entre outros. Participação especial do editor Franco de Rosa, que estará fazendo um bate-papo sobre mangá e histórias em quadrinhos. Outros profissionais como o Marco Antonio Cortez e a professora Mayumi Ito estarão prestigiando o acontecimento.

Sábado e domingo, das 9 às 19h30. No Parque da Água Branca. Se vier de carro, é mais fácil estacionar num dos estacionamentos pagos (valor fixo) do outro lado da entrada principal do Parque, na Avenida Francisco Matarazzo.

Só um passeio dentro desse belo parque em estilo europeu já vale a visita!

Acompanhe no facebook do evento: https://www.facebook.com/ToSaMatsuri/

jul 252018
 

 Este ano, o mais tradicional Tanabata Matsuri do Brasil, da Praça da Liberdade, na sua 40ª edição, será realizado no final do mês, nos dias 28 e 29 de julho de 2018. 40º TANABATA MATSURI – Festival das Estrelas – Local: Praça da Liberdade-Rua Galvão Bueno-Rua dos Estudantes
Promoção: Associação Cultural e Assistencial da Liberdade – ACAL

P R O G R A M A Ç Ã O
28 DE JULHO DE 2018 – SÁBADO
10:30 – Ginástica Rádio Taisso – Liberdade
10:55 – Cantora Keiko Yoshimura – Atração Internacional
11:20 – Ginástica Rizumu Taisso/ACAL
11:25 – Dança Japonesa Hanayagui Kinryuu Kai
11:40 – Taikô Tenryuu Wadaiko São Miguel
12:00 – Re Suizu + Kick Buket
12:55 – Música Japonesa Sergio Tanigawa
13:40 – Taikô ACAL prof. Yuji Yamamoto
13:55 – Dança Japonesa Shan Shan Kasa Odori
14:25 – Ginástica Associação Kenko Taisso
14:50 – Dança do Grande Dragão – Jya Odori de Nagasaki
Cerimônia no Portal TORII da Rua Galvão Bueno
14:00 – Abertura Oficial no Torii
14:00 – Cerimônia Xintoísta – Nambei Jingu no Torii
14:35 – Parada Taikô ACAL, Tenryu Wadaiko
15:00 – Dança Awa Odori na Pista
15:25 – Taikô Ryukyukoku Matsuri Daiko na Pista
15:30 – Saudação das Autoridades no Palco
16:35 – Dança Buyo-Bu ACAL/Shinsei ACAL/Ikeshiba Ryokuen na Pista
16:50 – Dança Japonesa Shinsei/ACAL na Pista
17:05 – Dança Buyo-bu/ACAL/Shinsei ACAL Ikeshiba Ryokuen Pista
17:15 – Taikô Okinawa Ryukyukoku Matsuri Daiko Pista
17:50 – Ginastica Rizumu Taisso Itsuko Ichida Pista
18:05 – Cantor Diogo Miyahara (Anime Songs) Tokuhiro Cosplay
18:30 – Dança Corpus Line
19:00 – Encerramento do dia

29 DE JULHO DE 2018 – DOMINGO
10:30 – Ginástica Radio Taisso – Liberdade – Palco
10:55 – Cantor Takeshi Nishimura
11:30 – Dança Japonesa Buyo-Bu ACAL Ikeshiba Ryokuen
11:45 – Cantor Ricardo Nakase
12:25 – Taikô Tangue Setsuko Doujo
12:50 – Okinawa Kobudo Junbukai
13:10 – Artes Marciais Okinawa Shorin-Ryu Karate-Do
13:30 – Ginastica Rizumu Taisso ACAL
13:55 – Música Japonesa Karen Ito
14:40 – Requios Taikô e Dança de Okinawa
15:15 – Cantor Joe Hirata
16:00 – Taikô Kien Daiko
16:50 – Okinawa Goju-Ryu Karate-do Hozonkai
17:25 – Taikô Kôdaiko Roger Imamura
18:00 – Encerramento

Obs. Sujeito a alteração

jul 112018
 

Um espaço temático foi montado na biblioteca da Fundação Japão com foco no Tanabata, e também serão apresentadas as principais princesas que representam as fábulas japonesas como: Orihime, Kaguyahime e Otohime.

Será uma oportunidade para os visitantes familiarizarem com o significado de um dos tradicionais eventos japoneses e algumas das fábulas que envolvem as princesas.

As narrativas populares antigas do Japão, conhecidas como mukashi banashi, e aqui designadas genericamente de fábulas, têm sua origem na tradição oral e eram transmitidas dentro do cotidiano popular, por isso não têm autoria e nem data definida. São muito difundidas em todo o Japão nas mais diferentes formas regionais. Elas são compostas por contos folclóricos, mitos, lendas, entre outros, que apresentam características estruturais tanto dos contos de fadas como das fábulas. Pode-se dizer que elas apresentam peculiaridades distintivas que enriquecem a nossa compreensão da cultura e da personalidade do povo japonês. Para Gary Snyder (2007), “todos os folclores do mundo possuem figuras femininas poderosas, mas o Japão talvez seja especialmente rico nesse assunto. Donzelas mágicas que são pássaros supersensíveis, velhinhas amáveis que são canibais, noivas que devoram tudo, bruxas das montanhas que admiram os dançarinos, e muito mais”.

Com o intuito de explorar um pouco mais o universo feminino dos mukashi banashi, a Biblioteca da Fundação Japão apresenta este espaço temático com foco, sobretudo, no Tanabata e também em três princesas que tão bem representam esse universo: Orihime, Kaguyahime e Otohime.

O que é o Festival Tanabata?

Conhecido também como Tanabata Matsuri ou Festival das Estrelas, é comemorado anualmente no sétimo dia do sétimo mês no Japão, único dia do ano em que, segundo o folclore chinês e mais tarde o japonês, as estrelas Vega e Altair, amantes separados pela fúria de uma divindade, podem se reencontrar. Quando a lenda foi introduzida no Japão, por volta do século VIII, Tanabata era celebrado apenas na corte imperial. Era considerado um evento gracioso, elegante e erudito, muito associado ao período Heian (794-1185). Nele, lanternas eram acesas e poemas eram escritos em folhas de kaji, uma variedade de amoreira conhecida no Brasil como amoreira de papel (kaji no ha, nome científico Broussonetia papyrifera).

Mais tarde, à medida que os costumes se espalharam para as comunidades locais, as cidades passaram a se cobrir de bambus e o festival assumiu mais dos valores inerentes à consciência e aos propósitos dos japoneses, agregando gradativamente tradições religiosas japonesas.

Tanto na China como no Japão, Tanabata era uma festividade que celebrava o grande esforço de Vega em se tornar uma hábil tecelã, ou seja, que celebrava o aprimoramento de suas habilidades técnicas, para que conseguisse enfim se reencontrar com Altair. Diz-se que no período Edo (1603-1868), talvez inspirados por esse espírito, crianças de pequenas escolas de templos religiosos passam a usar a festividade como oportunidade para demonstrar suas habilidades caligráficas. Elas passam a escrever orações em tiras estreitas de papel, os tanzaku com o intuito principalmente de aprimorar a caligrafia, e os penduravam em galhos de bambu. Acredita-se que esta prática deu origem as decorações e costumes de Tanabata tão familiares atualmente.

De 7 de julho (sábado) a 31 de agosto (sexta) de 2018

Horários: • Terça a sexta das 10h30 às 19h30 • Sábados, das 9h às 17h

Local: Biblioteca da Fundação Japão em São Paulo – Endereço: Avenida Paulista, 52 – 3º andar, São Paulo-SP, Brasil

Aproveitando: o Festival das Estrelas Tanabata Matsuri da Liberdade, em São Paulo, está marcado para dias 28 e 29 de julho de 2018.

jul 112018
 

Tezuma, a arte do ilusionismo tradicional japonês, é considerada patrimônio cultural intangível do Japão. A origem da arte data do início da era Edo (1603-1868) no Japão. O conceito de ilusionismo baseia-se na expressividade figurativa em cada movimento, denominada “Mitate”, que é executada com precisão e leveza pelo ilusionista. Desta forma, ele dá vida aos elementos cenográficos, proporcionando, através de sua narrativa, uma experiência única ao espectador. Por definição, Tezuma significa a arte de “manusear veloz como um raio”. O ideograma “Te”, significa mão, e “Zuma”, que provém de “Inazuma”, raio.

Taijyu Fujiyama

Taijyu Fujiyama é um dos discípulos de Shintaro Fujiyama, principal autoridade na arte do Tezuma atualmente no Japão. Conquistou o prêmio especial no FISM ASIA, organizado pela Fédération Internationale des Sociétés Magiques, realizado na Coreia, em 2014. Também é detentor da 5ª colocação no campeonato mundial FISM 2015, organizado pela mesma entidade. Desde então, tem difundindo a arte do Tezuma não somente no Japão, mas no mundo inteiro. Já esteve em mais de 10 países, como Bélgica, Inglaterra, México e Índia.

A realização é da Fundação Japão em São Paulo que traz, pela primeira vez ao Brasil, Taijyu Fujiyama, especialista em Tezuma.

A apresentação acontece em 19 de julho, a partir das 20h, no Teatro Dante Barone, no Centro Histórico de Porto Alegre. Aqui, o ingresso será gratuito, através da contribuição espontânea de 1kg de alimento não perecível. Essa apresentação conta com o apoio da Associação do Festival do Japão RS.

Data: 19 de julho de 2018 – Horário: 20h – Local: Teatro Dante Barone – Endereço: Praça Mal. Deodoro, 1101 – Centro Histórico, Porto Alegre – RS – Mais informações: (51) 3210-2000 – Ingresso: Gratuito (contribuição espontânea de 1kg de alimento não perecível)

Depois de Porto Alegre, o artista segue para São Paulo, onde realizará apresentações nos dias 20, 21 e 22 de julho, durante o 21º Festival do Japão. Não perca!

21º FESTIVAL DO JAPÃO – 110 Anos da Imigração Japonesa no Brasil – Data: 20, 21 e 22 de julho de 2018
20/07 – sexta – 12 às 21 horas
21/07 – sábado – 09 às 21 horas
22/07 – domingo – 10 às 18 horas
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo

Ingressos: R$ 22 (antecipado e online), R$ 28 (bilheteria no dia) e R$ 14 (meia-entrada, APENAS na bilheteria, mediante apresentação de documento de comprovação). Estacionamento no local (terceirizado) – R$ 45 por dia – Transporte gratuito do metrô Jabaquara, das 8 às 22 horas

*Ingressos antecipados à venda nos pontos de vendas oficiais (junho/2018) e pela Guichê Web
* Entrada gratuita para crianças até 08 anos, mulheres acima de 60 anos e homens acima de 65 anos
* Meia-entrada apenas mediante documento de comprovação

jun 212018
 

Tem gente que só vai para comer no Festival do Japão? Verdade, mas mesmo que não seja o seu caso, vale a pena observar que este ano, por conta da comemoração dos 110 anos da imigração japonesa, que será celebrada dentro do evento, haverá a presença de muitos artistas e autoridades japonesas. E cada província ficou com a incumbência de servir os pratos típicos de sua região, além daquelas servidas nos anos anteriores. Muitos deles contam com ingredientes trazidos especialmente do Japão, e é claro, a quantidade será limitada. A culinária típica japonesa é um dos principais destaques do 21°Festival do Japão, que será nos dias 20, 21 e 22 de julho de 2018, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo.

A organização do festival divulgou a lista das províncias e suas respectivas barracas (número abaixo)

  1. NAGANO– nozawanazuke (conserva), tempurá (kakiague), shiitake gohan (risoto de shiitake), temaki, dorayaki (bolinho doce com recheio)
  2. OSAKA – diversos tipos de obentou, sushi, chá e bebidas
  3. SHIZUOKA– sukiyaki donburi (carne e verdura grelhada com arroz), gyoza , Shizuoka shiki yakisoba, biscoito e bebida, etc
  4. IWATE– Sanrikuwakame udon (macarrão com caldo quente), korokke (croquete), korokke bentou, gyoza, soba
  5. KODOMO NO SONO– yakisoba, tempurá redondo, tenpura teishoku, temaki, bebidas
  6. YAMAGUCHI– ichigodaifuku (massa de araruta com recheio de morango e feijão doce), kawara soba (prato típico de yamaguchi), Choshu tempurá, fechado na sexta
  7. HIROSHIMA – okonomiyaki (panqueca japonesa à moda de Hiroshima fu) – fechado na sexta
  8. TOCHIGI– yakisoba, gyoza, makizushi, amazake (bebida doce à base de sakê) e sorvete
  9. SAGA– tempurá de sorvete e pastel.
  10. MIYAZAKI– chicken nanban (espetinho de frango), café, amazake (bebida doce à base de sake), umeboshi (conserva de ameixa japonesa) e yakisoba
  11. YAMANASHI– Houtou (sopa dos samurais, prato típico da província), nikuman (pão chinês), tonkatsu karê rice (arroz com curry e tonkatsu), lamen, ichigodaifuku (bolinho recheado com morango e pasta doce de feijão azuki)
  12. NAGASAKI– Nagasaki chanpon (macarrão com caldo quente), gyoza, ichigodaifuku, matcha daifuku, chocolate daifuku
  13. MIYAGI– gyutan com missô (língua de boi assada), gyoza, kaisen sossu yakisoba (macarrão com molho inglês e fruto de mar), takenoko sushi meshi (arroz de sushi com broto de bambu), harako meshi (arroz, salmão e ovas de salmão) e yakitori
  14. YASSURAGI HOME– gyoza, tempurá, shimeji, temaki, harumaki (rolinho primavera), kani korokke (bolinho de kani), cocada e bebidas
  15. KAGAWA– Sanuki Udon (macarrão udon com caldo, comida típica da província), Tempura Udon, Kitsune Udon, Zaru Udon e Inarizushi
  16. ENKYO PIPA– yakitori (espetinho de frango), curry, yakizakana, fukujinzuke, gomokuzushi, konyaku itameni, satoimo no nikorogashi, hijikimeshi, nasunokoumibitashi, frango to nabo itameni, kabocha no amakarani
  17. IKOI NO SONO– Teishoku de sanma (peixe grelhado), anchova teishoku (anchova grelhada), tonkatsu teishoku (milanesa), kakigoori (raspadinha), ichigodaifuku (bolinho de araruta com recheio de morango e feijão), batata louca, katsu sando
  18. Katsuo no tataki, prato típico de Kochi

    KOCHI– Tai no mushi (peixe cozido no vapor), sugatazushi (peixe cru com arroz de sushi), tataki (sashimi levemente grelhado), yakisoba, tempura udon e Sakura mochi (moti com folha de cerejeira)

  19. CHIBA– yakisoba (macarrão com verdura e carne grelhado), gyoza, sushi, sashimi, hot roll (sushi frito), harumaki (rolinho primavera), udon, choux cream, temaki
  20. SHIGA– gyoza, tokusenkarê rice (arroz com curry especial), karê udon
  21. GUNMA– kaki age ebi tempura (tempurá de camarão), obentou
  22. FUKUOKA – Hakata lamen (macarrão com caldo típico da província), temaki e tidori manju (bolinho tradicional da província), fondue de chocolate com frutas
  23. IBARAKI–  frango xadrez, lamen, kare rice, teppanyaki, hot roll, tempurá de sorvete, choux cream, kuri okowa
  24. WAKAYAMA – Okonomiyaki à moda de Kansai
  25. ISHIKAWA– hijiki okowa (arroz temperado com alga hijiki), Sakura mochi (doce de feijão com folhas de sakura), ohagui, kakigoori e aoyagui
  26. GIFU– Yakitori (frango), Gyukushi, mitarashi dango (espetinho de massa de arroz com feijão doce), takoyaki, lamen, ayushioyaki (peixe grelhado)
  27. OKINAWA– soba de okinawa (macarrão com caldo quente típico da província), sataandagui (bolinho de chuva típico da província), yakisoba, tempurá de sorvete, nantu, karaague e ashitibiti
  28. EHIME – gyoza, nikkuman, taruto (rocambole), sakepirinha (bebida doce à base de sakê), amazake, udon – fechado na sexta
  29. 110 ANOS – tonkotsu lamen (macarrão com caldo)
  30. HOKKAIDO– yakinishin (arenque grelhado), yakiika (lula grelhada), kurogoma pannacota (pannacota de gergelim preto), namachoco, hokkai tirashi
  31. KIBO-NO-IÊ– Sonho 
  32. TOYAMA– sukiyakidon (sukiyaki com arroz), tempurá de verdura e camarão, korokke (croquete), annindoufu (doce de tofu com amêndoas) e mini korokke
  33. NARA– kakinohazushi (prato típico da província),shika no fun, ,oshiruko (caldo doce de feijão e mochi) , botannabe ,suco laranja e espetinho c/oniguiri
  34. KAGOSHIMA– Karukan Manju (doce especial típico da província), satsuma age (massa de peixe prensada e frita),churrasquinho espetinho, onigiri (bolinho de arroz),choux cream e fukurakan
  35. FUKUI– Etizen Oroshi Soba (macarrão típico de trigo sarraceno), pastel, teppan yakisoba, yakichozume (linguiça)
  36. TOTTORI– Daisenokowa (arroz temperado – prato típico da província), wagyu don (arroz com carne wagyu temperada)
  37. CARMO SAKURA– sakura mochi (doce de feijão com folhas de sakura), obentou, e sorvete
  38. OKAYAMA– matsuri sushi (prato típico da província), kibidango (arroz típico da província), kurimanjyu (bolinho à base de castanhas), choux cream, macaron, cookie de matchá, melon soda
  39. KUMAMOTO– Hiyashi Chuka (macarrão ramen gelado), Karashi Renkon (raiz de lótus temperada com mostarda), Anmitsu (sobremesa de sorvete, gelatina ágar-ágar, frutas, mochi, anko e kuromitsu (calda de açúcar mascavo), Ikinaridango (doce de mochi, anko e batata doce cozido no vapor), choux cream (carolina japonesa), Brigadeiro de Matcha  – fechado na sexta
  40. OITA– dangojiru (caldo especial de macarrão da província), torimeshi (risoto de frango), gyuutataki (carne levemente grelhada), hoshigaki (caqui seco), habucha(chá) 
  41. AOMORI– maçã, produtos de maçã
  42. HYOGO– temaki, lamen
  43. SAITAMA– karê pan, crepe
  44. AKITA– Kiritampo: prato típico da província de Akita à base de caldo de galinha caipira, contendo rolinho de arroz assado e cortado, frango, cogumelos, itokonnhaku (macarrão de tubérculo Konjak), seri, naganegui, gobo (bardana), entre outros ingredientes, Chicken Katsu (espeto de frango com temperado especial, empanado e crocante), Oniguiri (bolinho de arroz Akita Komachi), Combinado (1 chickenkatsu, 2 oniguiris e conserva de chuchu), Warabi (broto de samambaia, em conserva), Sakepirinha (caipirinha à base de sake, combinado com frutas de época), Sake (Takashimizu, importado da província de Akita), Sakuramochi: doce à base de mochigome (arroz glutinoso), recheado com doce de feijão e envolto em folha de cerejeira, em conserva.
  45. FUKUSHIMA– Kitakata lamen (típico da província), gyoza, cha-shu-han
  46. TOKYO – katsu sando, karaage, american dog, watagashi, cream soda
  47. Ichigo Daifuku e Ise Cha Cookie

    MIE– IchigoDaifuku (massa de araruta recheada com morango e feijão doce), merengue, cookie de chá de Ise, gyoza, karague e amendoim

  48. SHIMANE – makizushi, shitakegohan (risoto de shiitake),karê dos deuses , sushi bento e inari – fechado na sexta
  49. NIIGATA – shiromochi (bolinho de arroz típico), anmochi (mochi recheado com pasta de feijão doce), produtos de Niigata e takoyaki e sasadango
  50. YAMAGATA– sushi, hotroll, tsukemono (conserva japonesa), imoni (inhame cozido com carne bovina), gyoza, shisomaki (sushi com folha de shiso), Goya no tsukudani, tirashizushi e sashimi
  51. TOKUSHIMA– onigiri, takoyaki (bolinho com polvo) e Tokushima lamen
  52. AICHI– espetos de frango, camarão, porco e carne no missô, sorvete de machá (chá verde), choux cream(matcha)
  53. INSTITUTO GABI – yakisoba, tenpurá, takoyaki, obentou, temaki, gyudon, karê, shimeji, batata frita, doces, suco natural (laranja e melancia), karague, yakimeshi, frango xadrez, guioza, sushi
  54. KANAGAWAsukiyaki donburi, nikuman (pão recheado), sanduíche de pernilServiço
    21º FESTIVAL DO JAPÃO – 110 Anos da Imigração Japonesa no BrasilData: 20, 21 e 22 de julho de 2018
    20/07 – sexta – 12 às 21 horas
    21/07 – sábado – 09 às 21 horas
    22/07 – domingo – 10 às 18 horasLocal: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
    Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo

    Ingressos: R$ 22 (antecipado e online), R$ 28 (bilheteria no dia) e R$ 14 (meia-entrada, APENAS na bilheteria, mediante apresentação de documento de comprovação). Estacionamento no local (terceirizado) – R$ 45 por dia
    Transporte gratuito do metrô Jabaquara, das 8 às 22 horas

    *Ingressos antecipados à venda nos pontos de vendas oficiais (junho/2018) e pela Guichê Web
    * Entrada gratuita para crianças até 08 anos, mulheres acima de 60 anos e homens acima de 65 anos
    * Meia-entrada apenas mediante documento de comprovação

    Informações:
    Site: www.festivaldojapao.com
    Tel: (11) 3277-6108 / 3277-8569
    Facebook: www.facebook.com/festivaldojapao

    Realização:
    Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil – KENREN
    Tel: (11) 3277-6108 / 3277-8569
    E-mail: secretaria@festivaldojapao.com

maio 142018
 

©Lasta29

Já está aberta a mini-exposição Tango No Sekku – Símbolos e tradições do Dia dos Meninos (端午の節句), promovida pela Fundação Japão, com entrada gratuita. A mostra acontece na Biblioteca da Fundação, aberta de terça à sexta, das 10h30 às 19h30, e aos sábados, das 9h às 17h.

Os visitantes poderão conhecer um pouco mais sobre o Dia dos Meninos, que é comemorado anualmente no Japão em 5 de maio. Nesta data, é celebrado o crescimento saudável e a felicidade dos meninos, desejando que se transformem em adultos fortes, corajosos e inteligentes.

A mostra apresenta ornamentos e exposições de elementos típicos utilizados na decoração das residências, como o kabuto, elmo samurai; e também em áreas externas, nas casas ou em lugares públicos, como o koinobori, flâmulas em forma de carpa.

O Dia dos Meninos é tradicionalmente associado à carpa, símbolo de resistência, perseverança e força, e também à flor de íris e ao cálamo aromático. As folhas longas e pontiagudas de ambos remetem ao formato de espadas e serviam de brinquedo nas encenações infantis de batalhas.

Dia das Crianças

Em 1948, com o fim da Segunda Guerra Mundial, o governo japonês estabeleceu que o Dia dos Meninos fosse renomeado Dia das Crianças, para que se passasse a valorizar a personalidade das crianças em geral, e não apenas dos meninos, buscando a sua felicidade e cultivando a gratidão às mães.

No entanto, ainda hoje a tradição de comemorar os meninos prevalece, mas tem sido marcada mais pela decoração dos lares de famílias com filhos meninos com koinobori, flâmulas em forma de carpa, do que pela exibição de bonecos guerreiros.

Além dos adereços, a data é marcada por duas comidas típicas, que servem de oferenda no Dia dos Meninos: o kashiwamochi e o chimaki. O primeiro, feito com farinha de arroz e recheado com doce de feijão, é cozido no vapor e servido enrolado em folhas de carvalho.

Embora haja variações regionais de recheio, o costume busca trazer boa sorte e prosperidade. A explicação está nas árvores de carvalho, que não perdem suas folhas até que novos brotos comecem a surgir. Suas folhas, portanto, representam o desejo de continuidade da família e que ela prospere constantemente de geração em geração.

Já o chimaki, que parece ter origem na culinária chinesa, é feito com arroz glutinoso embrulhado em folhas de bambu e cozido no vapor. Possui vários formatos e inúmeras variedades regionais. Seu nome derivaria do fato de, originalmente, ser enrolado em folhas de chigaya. No sentido literal, chi (folhas de chigaya) e maki (enrolado).

A origem da comemoração

A tradição desta comemoração é originária da China, onde as épocas marcadas pela mudança de estações eram celebradas com oferendas de comidas para espíritos e divindades, com o intuito de afastar os maus espíritos.

Tal prática deu origem ao Gosekku, cinco festividades sazonais, que ainda hoje são celebradas no Japão. Uma delas é o Dia dos Meninos, também conhecido como Tango no sekku (端午の節句), ou Festival do primeiro dia do cavalo, já que o quinto mês do ano é o mês do cavalo no calendário chinês; ou Shobu no Sekku (菖蒲の節句), ou Festival da Íris.

Figuras como elmos e armaduras de samurais, armas, símbolos marciais e bonecos guerreiros (武者人形musha ningyo), representando personagens heroicos do passado japonês, fazem parte das decorações, materializando valores como a coragem, a persistência, a destreza marcial e a lealdade.

Mini-exposição Tango No Sekku – Símbolos e tradições do Dia dos Meninos (端午の節句)
Data: até 30 de junho de 2018
Local: Biblioteca da Fundação Japão São Paulo
Horário para visitação: de terça à sexta, das 10h30 às 19h30, e sábados, das 9h às 17h
Classificação: livre
Ingressos: Gratuitos
Endereço: Av. Paulista, 52 – 3º andar – Bela Vista, São Paulo
Mais informações: (11) 3141-0110 | biblioteca@fjsp.org.br

mar 132018
 

A Fundação Japão promove, a partir de 13 de março, a exposição Hina Ningyo: purificação, proteção e arte. Realizada em sua biblioteca, a mostra ficará aberta ao público até o dia 28 de abril, com entrada gratuita.

No mês de março, além de comemorarmos o Dia Internacional da Mulher, também no Japão é comemorado o Hinamatsuri, ou Dia das Meninas, celebrado sempre no dia 3. Para comemorar a data, serão expostos diversos modelos de hina ningyo, bonecas feitas a partir de origami, washi-e e oshi-e, além das tradicionais, de porcelana. 

Hinamatsuri 

Acredita-se que o Hinamatsuri tem origem em um antigo ritual chinês, introduzido no Japão durante o período Heian (794-1185), e desde o período Edo (1603-1868), é celebrado oficialmente no dia 3 de março como o Hinamatsuri (Festival das Bonecas ou Dia das Meninas), data em que são ofertadas orações por uma vida feliz e saudável para as meninas da família. 

No início, num ritual de purificação, as pessoas costumavam esfregar em seus corpos o hitogata, figuras humanas estilizadas, geralmente feitas de papel, para as quais se acreditava que eram transferidos seus pecados e impurezas. Essas figuras eram depois colocadas num rio, para que flutuassem em direção ao mar. Acredita-se que o hitogata deu origem aos hina ningyos, e o ritual de purificação continua vivo nos dias de hoje, celebrados em diversas regiões do Japão. 

Mais tarde, as celebrações incorporaram a exposição do dairibina, casal imperial, e alguns poucos acessórios. Pouco a pouco, passaram a ser produzidas bonecas e acessórios decorativos cada vez mais sofisticados e diversificados, incluindo ningyos serviçais, comidas típicas e diferentes acessórios decorativos. A exposição ocorria em grandes altares, com vários degraus, chamados hinadan

Hoje, o Hinamatsuri é uma celebração colorida e esteticamente bem elaborada, geralmente composta de modelos mais compactos. Os altares suntuosos são geralmente vistos em museus, templos ou nas escolas. Um aspecto, no entanto, segue vivo até hoje: o desejo de assegurar às meninas saúde e felicidade. 

A cultura dos ningyos 

No Japão, desde a antiguidade, os ningyos fazem parte da vida cotidiana. Eles representam não apenas um item de entretenimento e decoração, mas principalmente um artefato encantado, de veneração. Embora os ningyos tenham constantemente mudado sua forma ao longo das eras, o amor dos japoneses por eles continua intacto. 

Os ningyos não são somente importantes como verdadeiras formas de arte, mas, sobretudo, como uma inestimável fonte de informação sobre costumes e tradições japonesas. Eles refletem as aspirações do povo japonês; ilustram eventos históricos e folclóricos, práticas e crenças; possuem distintos e variados atributos regionais; e representam tanto a vida cotidiana da nobreza como da população.

Hina Ningyo: purificação, proteção e arte

Data: de 13 de março a 28 de abril de 2018

Local: Biblioteca da Fundação Japão São Paulo – Horário para visitação: de terça à sexta, das 10h30 às 19h30, e sábados, das 9h às 17h

Classificação: livre – Entrada franca – Endereço: Av. Paulista, 52 – 3º andar – Bela Vista, São Paulo – (11) 3141-0110 biblioteca@fjsp.org.br

jan 312018
 

“Bate-papo em Japonês” é uma atividade de conversação em japonês, ministrada pelos voluntários que falam a língua japonesa nativa, com o objetivo de apresentar a língua, a cultura, hábitos e costumes do Japão, além de estreitar laços de amizade entre voluntários e participantes.

Podem participar pessoas de qualquer idade e de diferentes níveis de conhecimento da língua japonesa. Na primeira parte da atividade há a apresentação da língua e cultura japonesa, com projeção, e tradução simultânea para português.  Na segunda parte, os participantes são divididos em pequenos grupos, de duas ou três pessoas, para praticar a conversação em japonês.  Na terceira e última parte, os participantes aprendem diversas brincadeiras antigas e modernas do Japão, aperfeiçoando a língua e cultura japonesa. Na aula do dia 28 de janeiro, os participantes aprenderam sobre a história do “Iroha Karuta”, jogo de baralho japonês que traz poemas curtos (tanka), e aprenderam a brincar com ele.

Data e Local da realização

Data da realização: Em princípio, todas as segundas-feiras das 10 horas às 12 horas. É grátis, mas é necessário fazer inscrição antecipadamente.

Local: Centro Brasileiro de Língua Japonesa
            R. Manoel de Paiva, 45 (Próximo do metrô Ana Rosa)

Faça a sua inscrição para o dia 05 de Fevereiro no link abaixo.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdAUUqbuVu4DUxOTm1kHvl_f_6kSjH2usAR2DbO5GIs2XV-ZA/viewform

dez 282017
 

O escritor Yusaku Furuya, de 40 anos, teve uma ideia estranha ao usar o tema “unko”, que significa literalmente “merda”, para uma coleção de cadernos de atividades para se aprender o kanji, ideograma japonês. A coleção tem 6 volumes, uma para cada ano do ensino fundamental. As crianças japonesas, ao longo dos seis anos do fundamental precisam aprender o total de 1006 kanjis, o que não é nada fácil.

Assim, Furuya criou um desenho simples de uma “bosta” com bigode, que seria o professor. Como as crianças nessa idade acham graça só de falar a palavra, Furuya caprichou na dose e escreveu a palavra 3.018 vezes dentro dos textos dos cadernos. O texto é bastante criativo, ao colocar sempre o excremento como um ser ou objeto. Por exemplo: a camiseta com a estampa do “unko” é sucesso de vendas. Fui ao museu ver o “unko” do elefante de Naumann.

Os cadernos foram lançados em março de 2017 e, no final do ano, a publicação havia alcançado 2,8 milhões de exemplares vendidos, o que representa 40% de todos os cadernos de atividades de kanji vendidos no Japão para o ensino fundamental. A editora Bunkyosha está contabilizando os lucros dessa ousada iniciativa. Isso prova que uma ideia inovadora, que conta com o respaldo de uma empresa que aposta na ousadia, pode-se tornar um grande sucesso comercial em pouquíssimo tempo.