Cultura Japonesa

jan 122022
 

O objetivo é facilitar a compreensão da cultura japonesa através de explicações sobre o passado e o presente do Japão. Este curso segue o currículo do curso de história para universitários estrangeiros no Japão, e contém as atualizações mais recentes da reforma de ensino japonês.
O público alvo são as pessoas que apreciam ou têm curiosidade sobre o Japão, e aqueles que pretendem visitar o país no futuro, seja como turista, a negócios, para trabalhar ou como estudante, para que tenham maior proveito da oportunidade à partir do conhecimento de sua história.

O curso será realizado on-line.
As aulas que fazem do curso (20 aulas) são as seguintes:
Programação (domingos – 9h às 10h30) – Local: On-Line
– 13 fev   – Aula 01 – Ocupação do arquipélago. Períodos Jomon, Yayoi e Kofun
– 20 fev   – Aula 02 – Períodos Asuka e Nara – A família imperial
– 06 mar – Aula 03 – Período Heian
– 13 mar – Aula 04 – Período Kamakura – A origem dos samurais
– 20 mar – Aula 05 – Período Muromachi
– 27 mar – Aula 06 – Período Sengoku – guerra civil e chegada dos portugueses
– 03 abr  – Aula 07 – Período Edo 1 – isolamento do Japão
– 10 abr  – Aula 08 – Período Edo 2 – fortalecimento de uma cultura própria
– 24 abr  – Aula 09 – Período Edo 3 – abertura dos portos
– 01 mai – Aula 10 – Período Edo 4 Final – turbulência na queda de Tokugawa
– 08 mai – Aula 11 – Período Meiji – governo em torno do Imperador
– 15 mai – Aula 12 – Período Meiji – modernização e reformas
– 22 mai – Aula 13 – Período Taisho
– 29 mai – Aula 14 – Período Showa 1 antes da Segunda Guerra
– 05 jun  – Aula 15 – Período Showa 2 Segunda Guerra Mundial
– 12 jun  – Aula 16 – Período Showa 3 final – reconstrução e crescimento
– 19 jun  – Aula 17 – Era Heisei
– 26 jun  – Aula 18 – Era Reiwa e atualidades
– 03 jul   – Aula 19 – História de Okinawa – Enquanto era o reino de Ryukyu
– 10 jul   – Aula 20 – História de Okinawa – Após se tornar uma província japonesa até hoje

Esta é a opção para pagamento da Aula 01 do total de 20 que fazem parte do curso completo. Para cada aula, o link de ingresso é diferente. Ao final do curso, será disponibilizado o Certificado de Participação com a carga horária e assinatura para aqueles que assistirem todas as 20 aulas.

Há uma apostila para cada aula, que é encaminhada depois da aula pelo e-mail para todos os inscritos, junto com o vídeo da aula gravada. O Sympla cobra uma taxa de 10% sobre o valor da aula. Poderá ser pago com cartão de crédito, boleto ou débito online Itaú (a opção do boleto existe até 7 dias antes da data marcada). Para se inscrever, é preciso clicar no sinal de (+) antes de clicar em “realizar inscrição”.

Esse curso, com algumas diferenças na distribuição do conteúdo, foi realizado em 2017 na Associação Cultural Mie para mais de 200 alunos em todas as aulas. Foi repetido em 2018 e 2019 alcançando também grande sucesso e sofreu atualizações em 2020 e 2021. O curso foi realizado no formato on-line em 2020 e 2021.

As aulas serão transmitidas utilizando-se o Zoom. Os alunos precisam instalar o Zoom no equipamento que vai utilizar para assistir as aulas (https://zoom.us/) , tanto no desktop, notebook, tablet ou celular. O aluno inscrito receberá um tutorial de como fazer o acesso pelo ingresso do Sympla. O professor responderá as perguntas dos alunos ao final de cada aula. Todos os inscritos poderão assistir a aula depois, pois receberão o link para acessar o vídeo da aula pelo YouTube. Assista esse vídeo para saber como é uma aula on-line:

– Cristiane A. Sato, formada em Direito pela USP, autora do livro JAPOP – O Poder da Cultura Pop Japonesa e presidente da Associação Brasileira de J-Fashion, palestrante em universidades, entidades, embaixada e consulado geral do Japão, foi bolsista da JICA em 2016, na Universidade de Kanazawa.
– Francisco Noriyuki Sato, formado em Jornalismo pela USP, autor dos livros História do Japão em Mangá, Banzai – História da Imigração Japonesa no Brasil, entre outros, e é presidente da Abrademi e editor do site culturajaponesa.com.br. Foi também bolsista da JICA, em 2014, e ministrou palestras em universidades e museus do Japão em 2016 e 2019.

A iniciativa é da Abrademi (Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações) em conjunto com o departamento cultural da Associação Cultural e Assistencial Mie Kenjin do Brasil.

Para qualquer comunicação, utilize o endereço: abrademi@abrademi.com

dez 072021
 

A Fundação Japão em São Paulo promove, até 12 de dezembro de 2021, a Mostra de Cinema Japonês. Participam da Mostra 12 filmes no PlayArte Center 3, de variados gêneros, para agradar a todos os admiradores do cinema japonês, que há tanto tempo aguardam esta retomada dos eventos presenciais da Fundação Japão.

Na programação, há lançamentos, animações, dramas, ficção científica e outros, lançados especialmente nos anos 2020 e 2021, muitos deles, inclusive, que tiveram suas estreias adiadas por conta da pandemia mundial da Covid-19.

O evento integra o JFF (Japan Festival Film), projeto da Japan Foundation que promove o cinema japonês em todo o mundo, e exibirá todos os filmes no idioma original, japonês, com legendas em português.

A Mostra de Cinema Japonês marca a retomada dos eventos presenciais da Fundação Japão, que não recebia o público desde março de 2020, quando encerrou prematuramente um evento no Pavilhão Japonês, no Parque do Ibirapuera, por conta do avanço da pandemia mundial da Covid-19.

De lá para cá, a Fundação Japão fechou as suas portas e passou a promover apenas eventos on-line, mantendo público e colaboradores afastados. Recentemente, a Biblioteca da Fundação Japão foi reaberta, ainda com restrições, funcionando apenas por meio de agendamentos.

Confira, a seguir, a programação desta Mostra e escolha já os seus preferidos. Os ingressos podem ser adquiridos no site da PlayArte, diretamente na bilheteria ou no Ingresso.com.

Mais informações sobre os filmes, sinopses e trailers em https://fjsp.org.br/agenda/mostra-de-cinema-japones-2021/.

nov 182021
 

Por ocasião do 70º aniversário da Imigração Japonesa no Brasil, a Fundação Japão possibilitou a primeira e única vinda do Grupo de Teatro de Takarazuka ao Brasil.

Capa do programa da apresentação de Takarazuka no Teatro Municipal de São Paulo

O grupo, que tem como característica mais marcante o fato do elenco ser composto somente por moças, se apresentou no Teatro Municipal de São Paulo no período de 3 a 12 de novembro de 1978, portanto, há 43 anos. Essa mesma apresentação aconteceu na França, nos Estados Unidos e na União Soviética, e foi muito bem recebida.

A primeira parte do espetáculo foi dedicada às tradições japonesas e recebeu o nome de “Fantasia do Japão”, com as moças de quimono cantando e dançando músicas tradicionais, lembrando o período Genroku (1688 ~ 1703), mas apresentando músicas de várias regiões. Na segunda parte, o estilo foi Ocidental, como são normalmente as apresentações desse grupo e recebeu nome de “na cadência de Takarazuka”. Como uma homenagem para o público brasileiro, a cantora Mao Daichi apresentou a música “Mas que Nada”, composta e gravada em 1963 pelo brasileiro Jorge Ben e regravada e 1966 pelo Sérgio Mendes, tornando-se um sucesso internacional.

Escola Musical de Takarazuka em 1919

O grupo de Teatro de Takarazuka foi fundado em 1913, inicialmente formada por apenas seis jovens, como uma atração para um resort turístico da cidade de Takarazuka, província de Hyogo, pelo empresário Ichizo Kobayashi. Ele era presidente da empresa de linha ferroviária Hankyu, que opera ainda hoje na região de Osaka, e pretendeu com a atração levar o público a se hospedar no resort da companhia, utilizando, evidentemente, o seu trem. A ideia deu tão certo, que em 1924 foi construído um Grande Teatro de 3 mil lugares. Kobayashi investiu também numa escola, que até hoje prepara as jovens para o grupo. Surgiram também grupos concorrentes apresentando propostas parecidas em outras localidades.

Para quem conhece a história do mangá, esse grupo teatral é o que teria influenciado o desenhista Tezuka Osamu a criar personagens com olhos grandes e brilhantes. Tezuka, quando criança, morava em Takarazuka, e uma das atrizes era amiga da mãe e eles sempre assistiam às apresentações do grupo. Como o teatro é muito grande e ele sentava atrás, não podia ver muitos detalhes, mas sempre percebia que os olhos pareciam muito grandes e expressivos por causa da maquiagem teatral. O grande mestre do mangá viu ali uma característica que se tornaria uma marca registrada do mangá.

Como a popularização da televisão, o teatro foi perdendo seu público, e no início da década de 1970, o grupo estava com as contas negativas. Quem salvou o Takarazuka, quem diria, foi um mangá. Ao ser levado para o palco, a adaptação do mangá “A Rosa de Versalhes”, de Ikeda Ryoko, alcançou um inimaginável sucesso. A concorrência para ingressar na escola de Takarazuka, que era de cinco vezes o número de vagas, depois do sucesso da “Rosa de Versalhes”, saltou para 20 vezes. Takarazuka entrou na moda, e até hoje continua encenando temporadas desse sucesso originário do mangá feminino. Takarazuka continua na moda até hoje e, além do teatro original na cidade, possui um teatro em Tóquio. Mesmo assim, é preciso reservar o ingresso com bastante antecedência.

A apresentação do Takarazuka Revue no Brasil teve o patrocínio da Japan Foundation e a colaboração da Embaixada do Japão, Comissão Organizadora do 70° Aniversário da Imigração Japonesa no Brasil, Consulado Geral do Japão em São Paulo e da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa.

Saiba mais sobre o Teatro Takarazuka, no http://www.japop.com.br/index.php/opera-takarazuka-takarazuka-kagekidan/

Mais sobre o Teatro Takarazuka, no http://www.culturajaponesa.com.br/index.php/teatro-takarazuka-se-esforca-para-atrair-publico-no-exterior/

Mais sobre “A Rosa de Versalhes”, no http://www.culturajaponesa.com.br/index.php/revivendo-50-anos-depois-rosa-de-versalhes/

nov 182021
 

A Jetro apresenta o seminário on-line SAQUÊS DE TOHOKU NO IZAKAYA JETRO

Tradicionalmente, a região de Tohoku produz o melhor saquê do Japão, pois suas águas cristalinas, provenientes do degelo das frias montanhas, proporcionam o melhor ingrediente para a produção do melhor arroz, ingrediente principal do saquê, além da própria água. E dentre a região de Tohoku, Fukushima é a província que detém o maior número de títulos do concurso nacional do produto.

Além dos ingredientes, é claro, existe a ação dos artesãos do saquê, que há gerações trabalham para aperfeiçoar a qualidade da bebida nacional do Japão. O poeta Matsuo Bashô, no seu livro mais conhecido, “Oku no Hosomichi”, cita as vistosas plantações de arroz em Fukushima. O livro reúne as observações e os poemas que Bashô escreveu durante a viagem que empreendeu em 1689!

O evento da Jetro, Japan External Trade Organization, conta com um “izakaya” virtual, onde dois experts falam sobre o tema: Alexandre lida, Sake Samurai e proprietário da Adega do Sake, e Fabio Ota, master sake sommelièr e proprietário do Mega Sake.

Apresentação de Yasmin Yonashiro, sommelière de saquê.

Evento gratuito. Para participar, entre na Link Tree e acesse JETRO “Seminário de Saquê de Tohoku”.

Dia 22/Novembro/2021 – Segunda-feira – 20 horas.

https://jetrosaque.afinaldx.com.br/

Obs. Saquê é uma palavra de origem japonesa, que consta nos dicionários da língua portuguesa com a grafia adotada pelo nosso site. Os títulos e nomes de empresas que usam a grafia no método Hepburn, adotada no Japão, foram devidamente mantidos.

out 122021
 

Os japoneses apontam o desenhista Tezuka Osamu como o Deus do Mangá. Certamente, ele é o maior nome da área, mas o mangá não começou com ele e continua se desenvolvendo depois dele. Ou seja, existem outros Deuses do Mangá.

A palestra apresenta a história da origem do mangá, partindo da ideia de que existem Sete Deuses do Mangá, que muito contribuíram para o desenvolvimento desse meio de comunicação, ilustrando com fatos históricos.

Dia 21 de Novembro de 2021 (domingo) – 9 às 10h30.  Se destina, não apenas a estudiosos do assunto e pesquisadores da cultura japonesa, como também a leitores de mangá em geral. Palestra on-line, com inscrições antecipadas e gratuitas pelo Sympla.

Palestrante: Francisco Noriyuki Sato, formado em Jornalismo e em publicidade pela Universidade de São Paulo, foi assessor de comunicação da Cooperativa Agrícola de Cotia e da Jetro – Japan External Trade Organization. É autor dos livros História do Japão em Mangá, Banzai – História da Imigração Japonesa no Brasil, A Filosofia do Samurai na Administração, entre outros. Presidente da Abrademi e editor do site culturajaponesa.com.br. Foi bolsista da JICA na Universidade de Kanazawa, em 2014, e ministrou palestras em universidades e museus do Japão em 2016 e 2019. Escreve artigos para revistas em português e japonês e edita livros. Desde 2017 leciona o Curso Completo de História do Japão.

A iniciativa é da Abrademi (Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações) em conjunto com o departamento cultural da Associação Cultural Mie Kenjin do Brasil. Apoio institucional: Fundação Japão em São Paulo.

Para qualquer comunicação, utilize o endereço: abrademi@abrademi.com