Cultura Japonesa

out 192018
 

São aulas avulsas, mesmo quem não assistiu as anteriores poderá participar.

A oitava aula (do total de 9) aborda o Período Showa, a partir da Segunda Guerra Mundial, seu término e a reconstrução do Japão até o fim do Período, em 1989.

Se no início as frotas do Japão foram eficientes e conquistaram territórios no Pacífico, a Segunda Guerra Mundial se alonga, e o Japão se encontra sem matéria-prima para continuar a luta. Não consegue segurar os intermináveis bombardeios sob a população civil em Tóquio e recebe duas bombas atômicas. Não houve outra alternativa a não ser render-se. Começa a ocupação americana e os japoneses agora lutam para fazer ressurgir o Japão das cinzas.

Aula 8 – História do Japão. Dia 10/11/2018, sábado, das 9 às 12 horas.

As inscrições são realizadas por aula. Cada aula tem o valor de R$ 35,00 (mais a taxa do Sympla de R$ 3,50) no botão “INSCREVA-SE”.

O valor (sem a taxa de 3,50) poderá ser pago em dinheiro na secretaria da Associação Mie, em horário comercial, mas só até 4 dias antes da data. Não haverá reembolso por desistência. Mas se a desistência for comunicada até o dia 08/11/2018 pelo e-mail abrademi@abrademi.com, o valor pago poderá ser transferido para a aula seguinte (de 01/12/2018).  Quando não houver mais vaga, o interessado poderá enviar e-mail para ficar na lista de espera. A próxima e última aula será no dia 01/12/2018 e abordará o Período Heisei e a História de Okinawa.

Local: Associação Cultural Mie, na Avenida Lins de Vasconcelos, 3352, Vila Mariana, na saída da Estação Vila Mariana do metrô. Há estacionamento pago no prédio.

As vagas são limitadas. A sala está equipada com ar condicionado, projetor e microfone. As aulas são avulsas, portanto, não é necessário ter assistido as anteriores para participar desta.

Os professores são:
– Cristiane A. Sato, formada em Direito pela USP, autora do livro JAPOP – O Poder da Cultura Pop Japonesa e presidente da Associação Brasileira de J-Fashion, palestrante em universidades, entidades, embaixada e consulado geral do Japão, foi bolsista da JICA em 2016, na Universidade de Kanazawa.
– Francisco Noriyuki Sato, formado em Jornalismo pela USP, autor dos livros História do Japão em Mangá, Banzai – História da Imigração Japonesa no Brasil, entre outros, e é presidente da Abrademi e editor do site culturajaponesa.com.br. Foi também bolsista da JICA, em 2014, e ministrou palestras em universidades e museus do Japão em 2016.

apoio: Fundação Japão e Centro Brasileiro de Língua Japonesa

out 182018
 

Sanuki Udon é um prato típico da província de Kagawa

Kompira é um local turístico da província de Kagawa, com termas e até teatro Kabuki. Kompira Matsuri é uma homenagem ao protetor dos navegantes, muito tradicional em Kagawa.

No Brasil, Kompira Matsuri é uma cerimônia com festival gastronômico promovido pela Associação da Província de Kagawa, e a principal atração é o Sanuki Udon. Sanuki era o antigo nome de Kagawa, e o Sanuki Udon é um dos três mais famosos tipos de udon (macarrão de trigo) do Japão. Essa sopa é tão popular que só em Kagawa existem cerca de 700 restaurantes especializados em Sanuki Udon.

O próximo Kompira Matsuri será realizado no dia 21 de outubro de 2018, domingo, a partir das 11 horas (almoço). A entrada é gratuita, e o Sanuki Udon será servido a preços acessíveis. Há o Tempura Udon, o Kitsune Udon e o Inarizushi. Esse macarrão é trazido do Japão e tem sabor diferente do comum, e a porção é boa.

 

Haverá atrações de cultura japonesa: kendô, shorinji e karatê, além de karaokê, bingo e bazar do departamento de senhoras. Sanuki Udon fez muito sucesso no Festival do Japão, e aqui está a oportunidade para saboreá-lo com calma e sentado.

Local: Associação da Província de Kagawa – Rua Itaipu, 422 – perto do metrô Praça da Árvore da linha Norte-Sul – Vila Clementino, São Paulo/SP. Informações: 11-5587-5303.

Programação:
11:00 – Cerimônia do Kompira Taisai
12:00 – almoço e atrações culturais

out 182018
 

As associações das províncias da região de Kyushu organizam o Kyushu Bunka Taikai, Desafio Cultural de Kyushu, neste domingo, dia 21 de outubro, das 10 às 17h30.

Trata-se de uma divertida atividade interativa onde os jovens apresentam as culturas típicas de cada localidade que faz parte do bloco Kyushu: Fukuoka, Kagoshima, Kumamoto, Miyazaki, Nagasaki, Oita, Saga e Okinawa. A motivação é grande porque os grupos concorrem a uma viagem internacional.

Este ano, o tema é a apresentação do festival típico de cada província. A entrada é franca, e o participante poderá saborear pratos regionais, torcer e conhecer um pouco da cultura de cada uma dessas províncias. Venha assistir e apoiar iniciativas boas como esta.

Local: Associação da Província de Saga, Rua Pandiá Calógeras, 108, Liberdade, a 15 minutos do metrô São Joaquim.

Segue o vídeo, que é um resumo do ano passado:

set 112018
 

Projeto será realizado no Pavilhão Japonês, no Parque do Ibirapuera, de 7 a 23 de setembro

O Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera recebe, de 7 a 23 de setembro, o projeto Kyojitsu-Hiniku: Between the Skin and the Flesh of Japan — Sob a Pele – Sobre a Carne do Japão. De 7 a 23 de setembro, serão realizados uma exposição coletiva e vários eventos públicos, com a curadoria de Naoko Mabon, com a cooperação da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (BUNKYO) e apoio da Fundação Japão em São Paulo e Consulado Geral do Japão em São Paulo.

O evento, que faz parte dos eventos em comemoração aos 110 Anos da Imigração Japonesa no Brasil, coincide com a 33a Bienal de São Paulo, que também acontece no Parque do Ibirapuera.

Para a exposição, foram convidados cinco artistas a tratar de maneira poética, física ou conceitual questões de identidade nacional, social ou individual do Japão, da imigração ou de elementos que reflitam a memória ou experiência dos imigrantes.

Faz parte da programação evento com o artista Satoshi Hashimoto, performances de dança de Danilo Silveira e Beatriz Sano, conversa com os artistas Takanori Suga, Juliana Kase e performance sonora-visual de Rodrigo Amor Experimental e Evandro Nicolau.

O título do projeto, ‘Kyojitsu-Hiniku’, se refere à teoria artística de Monzaemon Chikamatsu (1653-1725), apresentada em seu primeiro ensaio sobre Joruri, a arte tradicional japonesa de bonecos.

O projeto apresentará diversas interpretações e entendimentos a respeito da história e da complexidade da imigração Japonesa no Brasil, representando uma oportunidade para refletir de forma muito mais abrangente, abrindo discussões amplas para além de origens, línguas e culturas específicas.

Mais informações sobre o projeto e sua programação estão disponíveis no site

https://kyojitsu-hiniku.tumblr.com/.

 

PROGRAMAÇÃO

(agenda de eventos: goo.gl/sGd9cH):
 09/09, domingo, às 15h: Evento com: Satoshi Hashimoto
 15/09, sábado, às 14h: Performance de dança: Danilo Silveira
 15/09, sábado, das 15h às 17h: Conversa com a artista Juliana Kase
 22/09, sábado, às 14h: Performance de dança: Beatriz Sano
 22/09, sábado, das 15h às 17h: Conversa com artista: Takanori Suga
 23/09, domingo, às 16h: Performance de sonora-visual: Rodrigo Amor Experimental e Evandro Nicolau

ARTISTAS

Juliana Kase –  Nascida em Curitiba, em 1980, Juliana atualmente vive e trabalha em São Paulo. Uma artista contemporânea nipo-brasileira, cuja prática artística abrange diversas linguagens da imagem bidimensional em relação ao contexto em que se insere – desde instalações em relação à arquitetura, até clichês usados de imprensa em relação ao contexto social-histórico-político ou, ainda, dirigindo um documentário sobre a obra poética do Editor Massao Ohno – sempre prestando atenção a função que a imagem e a arte desempenham. Sua exposição individual mais recente, Clichês (São Paulo, 2017), incluía uma instalação de um mapa alternativo da América Latina, em que os visitantes eram convidados a imprimir os nomes das línguas indígenas que compunham o Mapa. Para este projeto, Kase, que retornou recentemente de sua primeira visita ao Japão para pesquisar sobre o conceito de imagem no teatro Nô e outras artes japonesas, criará um novo trabalho em vídeo-projeção dialogando com o Pavilhão Japonês. Com base em entrevistas e encontros presenciais, seu novo filme explora nossas memórias pessoais e sociais e como esses elementos se sobrepõem ou produzem lacunas, além do tempo, da cultura e da localização. Para dar uma dimensão material à pesquisa, dois artistas de São Paulo – Danilo da Silveira e Beatriz Sano – serão convidados para a apresentação de dança durante a exposição em diálogo com o filme de Kase. Mais sobre a artista em http://galeriapilar.com/en/artistas/juliana-kase/

Danilo Silveira – Bailarino, natural da cidade de Araçoiaba da Serra, interior de São Paulo, é doutorando em Artes Cênicas pela USP e Bacharel em Dança pela Universidade Estadual do Paraná. Estudou dança na Universidad Mayor, em Santiago, no Chile. Criou o solo de dança Garoa, aprovado pelo Edital Proac 2014. Atualmente integra o coletivo Olho D’Água: Proposições Artísticas, do qual é propositor do projeto Paisagens Invisíveis, aprovado pelo Edital Proac 2017.

Beatriz Sano – Coreógrafa, dançarina e professora, graduou-se em dança pela Unicamp e faz parte da Key Zetta & Cia desde 2009. Em 2015, ganhou o prêmio Denilton Gomes de bailarina revelação pelo espetáculo SIM da cia. Em 2013, foi contemplada pela bolsa Rumos Itaú Cultural, na carteira de residência artística. Em 2016, foi ao Japão aprofundar a técnica de seitai-ho e teatro noh, que pratica no Brasil desde 2011 com Toshi Tanaka.

Takanori Suga – Nasceu em Nagasaki, em 1985, e atualmente vive e trabalha em Chiba. A prática artística de Takanori Suga se refere com frequência ao graffiti, uma forma de street art, na qual a existência humana é evidenciada pela inscrição de uma assinatura própria ou uma imagem simbólica que a representa. Para este projeto, Suga visitará São Paulo para criar um novo trabalho público em local específico de sua série Dripping Project, que será uma resposta artística direta à construção singular do Pavilhão Japonês. A série Dripping Project é conhecida por sua intervenção marcante e expressiva em nossa paisagem cotidiana através da instalação de imagens de gotejamentos de tinta brancos gigantes em frente a arquiteturas históricas e construções, como por exemplo, a antiga Casa Oficial de Kyoto; a antiga escola de ensino fundamental em Kagoshima; um parque em Asakusa, com a icônica torre Skytree de Tokyo ao fundo; o histórico portão de entrada da cidade Kakeo Onsen em Saga; entre outros. A imagem do gotejamento branco pode nos lembrar uma cachoeira, que é tradicionalmente um motivo frequente nas artes e ofícios japoneses ou mesmo nos lembrar do início energético da vida primitiva. A cor branca é escolhida para representar a ideia oriental do ‘intervalo’ ou ‘MA’ (espaço ou relação entre as coisas). Assim, esta série almeja evocar a paisagem e construir um ambiente que vemos diariamente de um ponto de vista ou contexto totalmente diferente ao inserir ‘o intervalo como caos’ ou ‘MA como um espaço e tempo brancos’ na arquitetura ou paisagem organizada.

Detanico Lain – A dupla é formada por Angela Detanico, nascida em Caxias do Sul, em 1974, e Rafael Lain, também de Caxias do Sul, em 1973. Atualmente, vivem e trabalham em Paris, na França. No centro de seus interesses artísticos está a visualização do conceito de linguagem ou de objeto. Sua abordagem estabelece um diálogo com a Poesia Concreta, que surgiu nos anos 1960 e se desenvolveu desde então espontaneamente pelo mundo. Detanico Lain participou de uma residência artística por seis meses em Villa Kujoyama, administrado pelo Instituto francês do Japão, em Quioto, investigando o trabalho de Katsue Kitazono (1902-78), um poeta e crítico japonês que introduziu a Poesia Concreta no Japão e desenvolveu ‘Plastic Poetry’ (Poesia Plástica) como resposta ao movimento. ONDA é uma peça escultural, feita de sal e instalada no chão. A forma de onda é baseada na tabela de linguagem visual que os artistas desenvolveram, traduzindo cada letra do alfabeto em uma forma de onda. Esta peça se torna uma representação particularmente poética e bela se pensarmos sobre a história e memória dos imigrantes japoneses que atravessaram inúmeras ondas entre os dois países por anos e gerações. Mais sobre a dupla em http://detanicolain.com/

Satoshi Hashimoto – Nascido em Tóquio, 1977, local onde vive e trabalha ainda hoje. Criou muitas obras em que envolve os visitantes, questionando-os sobre o seu papel na experiência de apreciação artística, em forma de performances, ações e instruções visando a indução de suas próprias reações. Para este projeto, Hashimoto criará uma instalação site-specific dedicada ao Pavilhão Japonês. A instalação será baseada em trabalhos recentes, como Untitled (Rio / Tokyo), que leva sua referência de Untitled (Perfect Lovers), de Felix Gonzalez-Torres, consistindo de dois relógios procedendo exatamente na mesma velocidade. Hashimoto dá ao trabalho um segundo título, Untitled (Rio /Tokyo). O Japão e o Brasil estão em lados exatamente opostos da Terra, assim os ponteiros do relógio apontam para os mesmos números, mas na verdade representam tempos opostos do dia. Esta peça levou-o a perceber que as bandeiras dos dois países também correspondem dessa maneira. A bandeira japonesa tem um círculo vermelho no centro representando o sol, enquanto a bandeira brasileira apresenta o céu noturno. Quando as duas bandeiras são sobrepostas no mesmo tamanho, o círculo do céu noturno cobre o sol vermelho, formando assim um eclipse total. Hashimoto também conduzirá um evento durante o período da exposição em que abordará e questionará os papéis dos ‘jogadores na exposição com a participação dos visitantes.

Hikaru Fujii – Nasceu em Tokyo, em 1976, onde vive e trabalha atualmente. É conhecido por seu trabalho que lida com material de arquivo com foco nas linguagens do vídeo e filme para apresentar reinterpretações de eventos sociais, história, memória e relacionamentos, assim como uma nova esperança para o futuro. Sua produção abrange não apenas instalações e vídeo, mas também workshops, documentários e escrita e direção para teatro e cinema. Playing Japanese é uma instalação de vídeo, desenvolvida a partir de material colhido durante um workshop. O artista convidou membros do público para “performar” o que significaria ser japonês, como entendemos e identificamos “a singularidade dos Japoneses”, explorando identidades e construções sociais, assim como problemas políticos com a cultura japonesa. O workshop foi uma recriação de eventos ocorridos 100 anos atrás – na época da Exposição Industrial Nacional de Osaka, de 1903. Esta peça recebeu o Grande Prêmio no prestigioso Nissan Art Award em 2017.

 

Pavilhão Japonês – O Pavilhão Japonês está localizado no Parque Ibirapuera, no coração da cidade de São Paulo. Foi construído conjuntamente pelo governo Japonês e pela comunidade nipo-brasileira e foi doado à cidade de São Paulo em 1954, em comemoração ao aniversário de 400 anos da cidade. Foi projetado pelo famoso arquiteto japonês Sutemi Horiguchi (1895-1984), conhecido por seu anseio em encontrar uma forma harmoniosa entre a arquitetura tradicional japonesa em madeira e a arquitetura moderna ocidental. Toda a madeira utilizada na construção foi enviado do Japão e montado no local, utilizando-se uma técnica tradicional que dispensa pregos. O estilo Shoin também pode ser notado em sua estrutura, acredita-se que inspirada na Vila Imperial de Katsura, de Quioto. O edifício principal possui uma sala de exposições com arte e arte popular japonesa e uma sala de chá. Perto do Pavilhão há um jardim em estilo japonês repleto de plantas, árvores ornamentais e uma rocha vulcânica trazida do Japão. Há também um lago cheio de carpas, que podem ser alimentadas pelos visitantes.

Kyojitsu-Hiniku: Between the Skin and the Flesh of Japan — Sob a Pele – Sobre a Carne do Japão

CURADORIA: Naoko Mabon (Curadora japonesa independente, vive na Escócia)
COOPERAÇÃO: Comissão Comemorativa dos 110 Anos de Imigração no Brasil – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (BUNKYO)
COLABORAÇÃO: Evandro Nicolau e Rodrigo Munhoz
APOIO: Consulado Geral do Japão em São Paulo e Fundação Japão em São Paulo

Kyojitsu-Hiniku: Between the Skin and the Flesh of Japan — Sob a Pele – Sobre a Carne do Japão

Datas: de sexta-feira, 7 de setembro, a domingo, 23 de setembro de 2018
Local: Pavilhão Japonês, Parque Ibirapuera – Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, Portão 3 e 10, s/n – Parque Ibirapuera, São Paulo
Horário de funcionamento: 10h às 12h, 13h às 17h, às quartas, sextas, sábados e domingos
Ingressos: R$ 10 | Estudantes e maiores de 60 anos: R$ 5 reais | 65 anos e mais: grátis
Mais informações: info@wagonart.org

set 062018
 

A sétima aula (do total de 9) aborda o Período Taisho e o começo do Período Showa. São aulas avulsas, mesmo quem não assistiu as anteriores poderá participar.

Essa aula aborda o Japão que já alcançou as potências ocidentais e o mundo passa por uma fase de turbulência, com a Primeira Guerra Mundial e a Revolução Russa, e caminhando para a Segunda Guerra Mundial.

Aula 7 – História do Japão. Dia 06/10/2018, sábado, das 9 às 12 horas.

As inscrições são realizadas por aula. Cada aula tem o valor de R$ 35,00 (mais a taxa do Sympla de R$ 3,50).

A inscrição também poderá ser feita no local da aula, sem a taxa do Sympla, mas com antecedência e até o dia 03/10.

Não haverá reembolso por desistência. Mas se a desistência for comunicada até o dia 03/10/2018 pelo e-mail abrademi@abrademi.com, o valor pago poderá ser transferido para a aula seguinte (de 10/11/2018).  Quando não houver mais vaga, o interessado poderá enviar e-mail para ficar na lista de espera.

Local: Associação Cultural Mie, na Avenida Lins de Vasconcelos, 3352, Vila Mariana, na saída da Estação Vila Mariana do metrô. Há estacionamento pago no prédio.

Esse curso, com algumas diferenças na distribuição do conteúdo por aula, foi realizado em 2017 alcançando grande sucesso. Foi ministrado gratuitamente para mais de 200 alunos em cada uma das aulas, e os próprios alunos sugeriram que fosse realizado para um público menor, para que o aproveitamento fosse maior. Assim, o grande salão utilizado anteriormente foi substituído por uma sala menor, e os alunos disporão de mesa ou cadeira universitária para possibilitar as anotações. Por isso, as vagas são limitadas. A sala está equipada com ar condicionado, projetor e microfone. As aulas são avulsas, portanto, não é necessário ter assistido as anteriores para participar desta.

Os professores são:
– Cristiane A. Sato, formada em Direito pela USP, autora do livro JAPOP – O Poder da Cultura Pop Japonesa e presidente da Associação Brasileira de J-Fashion, palestrante em universidades, entidades, Embaixada e Consulado Geral do Japão, foi bolsista da JICA em 2016, na Universidade de Kanazawa.
– Francisco Noriyuki Sato, formado em Jornalismo pela USP, autor dos livros História do Japão em Mangá, Banzai – História da Imigração Japonesa no Brasil, entre outros, e é presidente da Abrademi e editor do site culturajaponesa.com.br. Trabalhou na Jetro, Japan External Trade Organization, foi também bolsista da JICA, em 2014, e ministrou palestras em universidades e museus do Japão em 2016. Desde 2017 ministra o curso de História do Japão.

apoio: Fundação Japão e Centro Brasileiro de Língua Japonesa

ago 092018
 

Quatro associações das províncias da região de Shikoku, ao Sul do Japão, se uniram para realizar o tradicional Undokai (leia-se undoukai), gincana poliesportiva, no Colégio Santa Amália, em São Paulo, no dia 2 de setembro, das 9 às 16 horas.  O ingresso é simbólico: R$ 5,00. Não se preocupe com a chuva. O local é coberto!

As atividades físicas e recreativas, na forma de brincadeiras, são para crianças de todas as idades. Que tal corrida de revezamento, ou passar a bola? E a prova de pegar emprestado? De jogar a bola na cesta? Venha reviver esses bons momentos e traga a família toda!

As províncias de Shikoku que organizam o Undokai são: Ehime, Kagawa, Kochi e Tokushima. Haverá no local barracas de alimentos típicos.

“O modelo do atual undoukai foi criado no século XIX, no início da Era Meiji (1868-1912), e embora atualmente a “gincana poliesportiva” seja essencialmente um evento civil e familiar, na origem era uma atividade militar. Registros da Marinha indicam que o primeiro undoukai teria sido realizado em março de 1874, num centro de alojamentos em Tóquio, sob a orientação de um instrutor inglês. Então chamado de “athletic sport”, o dia de competições abrangeu alguns tipos de corridas, arremesso de peso e algumas disputas de caráter mais divertido, como a “perseguição ao porco” (prova na qual vence o rapaz que conseguir pegar apenas com as próprias mãos um estabanado suíno besuntado com banha, que foge de seus perseguidores correndo a esmo), atividade aparentemente associada às festividades de colheita agrícola na Inglaterra. Em 1878, a Escola Agrícola de Sapporo, na província de Hokkaido, promoveu um evento parecido com o “athletic sport” de Tóquio, ao qual se deu o nome de Rikigeikai (reunião de força e arte). Alguns anos depois, em 1885, a Universidade de Tóquio realizou uma competição do tipo, na qual usou-se pela primeira vez a expressão undoukai, que era o nome do Departamento de Esportes da Tōdai (contração de Tōkyō Daigaku, Universidade de Tóquio)”. Saiba mais sobre Undoukai no nosso link.

Colégio Santa Amália, na Avenida Jabaquara, perto da estação Saúde do metrô. A entrada é pela rua de trás, a Rua Fiação da Saúde, 480.

ago 092018
 

O 7º To-Sa Matsuri acontece nos dias 18 e 19 de agosto, sábado e domingo, no Parque da Água Branca (perto do metrô Barra Funda). É um evento aberto e gratuito. Diversas atrações ocuparão o palco, como danças típicas e taikô. Para o público jovem, as principais atrações serão o Concurso de Cosplay, com a seletiva para o Cosplay World Masters, a Banda Gaijin Sentai e o cantor Diogo Miyahara, com seus temas de tokusatsu e animê. O Cosplay terá, como todos os anos, um espaço próprio, com várias atividades coordenadas pela dupla Cleiton e Bruna.

Na área de alimentação, diversas barracas com pratos variados, inclusive o imperdível “Katsuo no Tataki”, prato típico de To-Sa (antigo nome da província de Kochi, terra de samurais bravos). Trata-se de um sashimi levemente grelhado, que recebe um molho especial.

A Abrademi, Associação Brasileira de Mangá e Ilustrações, estará presente no Espaço Cultural e da Criança, com oficina de mangá, de origami, de shodô, de karuta, entre outros. Participação especial do editor Franco de Rosa, que estará fazendo um bate-papo sobre mangá e histórias em quadrinhos. Outros profissionais como o Marco Antonio Cortez e a professora Mayumi Ito estarão prestigiando o acontecimento.

Sábado e domingo, das 9 às 19h30. No Parque da Água Branca. Se vier de carro, é mais fácil estacionar num dos estacionamentos pagos (valor fixo) do outro lado da entrada principal do Parque, na Avenida Francisco Matarazzo.

Só um passeio dentro desse belo parque em estilo europeu já vale a visita!

Acompanhe no facebook do evento: https://www.facebook.com/ToSaMatsuri/

ago 092018
 

Para celebrar a vida e a obra de Yukio Mishima, a Fundação Japão promove, de 9 a 23 de agosto, o evento Redescobrindo Yukio Mishima: cinema, literatura e performance. O especial inclui mostra de cinema, rodas de leitura, palestras e performance, em uma extensa programação em diversos pontos da capital paulista.

Esta é uma excelente oportunidade para o público brasileiro conhecer ou se aprofundar na história e obras de Yukio Mishima, pseudônimo escolhido pelo japonês Kimitake Hiraoka (1925-1970). O evento contará com a vinda de dois especialistas japoneses em Mishima: a Professora Makiko Kitani, da Universidade Doshisha, e o Professor Kin’ya Sugiyama, da Universidade Kanazawa, acompanhados pelo Professor Andrei Cunha, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e de jovens pesquisadores brasileiros do Curso de Letras – Japonês da Universidade de São Paulo.

Outro destaque será a performance de butô de Emilie Sugai, baseada na obra Sol e Aço, traduzida pelo escritor Paulo Leminski. Todas as atividades deste especial terão entrada gratuita, muitas delas com vagas limitadas, portanto a retirada de ingressos poderá ser necessária.

Confira a programação completa e as informações sobre ingressos aqui.

A vida e a morte de Yukio Mishima

Nascido em Yotsuya, um bairro localizado em Shinjuku, Tóquio, em 14 de janeiro de 1925, o artista é hoje conhecido e reconhecido no Japão e em várias partes do mundo. Yukio Mishima desenvolveu diversas habilidades ao longo do tempo. Entre elas, trabalhou junto ao governo japonês e percorreu o mundo como correspondente do Jornal Asahi. Foi nessa época, 1952, que visitou o Brasil, passando pelo Rio de Janeiro, Lins e São Paulo.

Ao longo de sua carreira, escreveu romances, poemas, ensaios e peças teatrais e atuou no cinema. Suas obras literárias estão entre as primeiras a serem divulgadas no Brasil, tendo o auge ocorrido na década de 1980. Mishima concorreu a três prêmios Nobel de literatura em sua vida.

Grande admirador das tradições milenares japonesas, especialmente dos samurais, Yukio Mishima planejou sua morte com o mesmo cuidado e dramaticidade com que trabalhou suas obras. Depois de um discurso patriótico, cometeu suicídio, em um ritual denominado seppuku. Assim, de acordou com a tradição samurai, rasgou o próprio ventre com um sabre, em 25 de novembro de 1970.

Mostra de Cinema

A Mostra de Cinema do evento Redescobrindo Yukio Mishima: cinema, literatura e performance acontece na Cinemateca Brasileira, localizada na Vila Clementino, com ingressos distribuídos uma hora antes de cada sessão.

Compõem a programação os clássicos O homem do vento cortante (Karakkazeyarô / からっ風野郎), de Yasuzô Masumura; Ken: A espada (KEN, ), de Kenji Misumi; Conflagração (Enjô, 炎上), de Kon Ichikawa; O Templo do Pavilhão Dourado (Kinkakuji, 金閣寺), de Yôichi Takabayashi; Mar inquieto (Shiosai, 潮騒), de Senkichi Taniguchi; O equívoco da virtude (Bitoku no yoromeki, 美徳のよろめき), de Kô Nakahira; e Neve de primavera (Haru no yuki, ), de Isao Yukisada.

Os filmes serão exibidos em cópias de 35mm ou 16mm, com legendagem eletrônica.

A exibição do dia 18 de agosto, sábado, será precedida de apresentação dos professores doutores Makiko Kitani (Universidade Doshisha) e Kin’Ya Sugiyama (Universidade Kanazawa), que vieram do Japão especialmente para o evento. Após a exibição, os convidados seguirão no auditório para a palestra “Yukio Mishima – às vésperas dos 50 anos de sua morte”, ministrada pela Profa. Kitani, seguida de bate-papo com o público, acompanhada do Prof. Dr. Andrei Cunha, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Rodas de Leitura

Duas rodas de leitura convidam os apreciadores da literatura de Mishima a um debate sobre as obras Confissões de uma Máscara, Neve de Primavera e outras obras do autor. Com a coordenação de Thainá Garcia e Davi Vassão Rodrigues, ambos da USP, os eventos acontecem, respectivamente, nos dias 10 e 11 de agosto.

A primeira roda acontece às 20h, na Sala Multimídia da Casa da Cultura Japonesa, na Universidade de São Paulo. A segunda, das 15h às 16h30, na Cinemateca Brasileira.

Performance de Butô

A performance Sol e Aço da performer Emilie Sugai, é livremente inspirada na obra de mesmo nome, um dos últimos livros de Mishima.

Coreógrafa, dançarina de butô e performer, Emilie Sugai desenvolve uma linguagem própria e singular, em criações solos e em grupos, fruto de suas inquietações artísticas e de vida.

“Em Sol e Aço, vislumbro um caminho para o ato criativo do corpo, a busca pela loquacidade do corpo, o pensamento do corpo que emerge do silêncio e da corrosão das palavras: a linguagem da carne na compreensão do sentido da existência e da ação”, afirma Emilie Sugai.

Palestras

Além da palestra dos professores doutores Makiko Kitani (Universidade Dooshisha) e Kin’ya Sugiyama (Universidade Kanazawa), no dia 18 de agosto, durante a Mostra de Cinema, também haverá a participação dos convidados nos dias 22 e 23 de agosto.

No dia 22, quarta-feira, a Profa. Dra. Makiko Kitani estará na Japan House, às 19h, para a palestra “Yukio Mishima – o Kabuki, a Era Meiji e o Brasil”. No dia 23, às 19h30, será a vez do Prof. Dr. Kin’ya Sugiyama na Sala Multimídia da Casa de Cultura Japonesa na USP, com “Confissões de uma Máscara e o mar”.

Profa. Dra. Makiko Kitani

Especialista em literatura moderna japonesa, atualmente é Professora Doutora no Center for Japanese Language and Culture, da Universidade Doshisha, no Japão. O foco de sua pesquisa está em Yukio Mishima e teatro, com várias publicações sobre o assunto. O filme Neve de Primavera, de Isao Yukisada, que será exibido no dia 18 de agosto, contou com a sua participação na supervisão da linguagem de Kyoto.

Prof. Dr. Kin’ya Sugiyama

Concluiu o doutorado na Universidade de Tsukuba e desde o ano de 2009 leciona na Universidade de Kanazawa, Japão, no Instituto de Ciências Sociais e Humanas. Especialista em literatura japonesa, foi professor visitante na Universidade de São Paulo, entre 2016 e 2017. Dentre suas publicações, há vários livros sobre Yukio Mishima.

 

Prof. Dr. Andrei Cunha

Tradutor literário (japonês-português), concluiu o doutorado em Literatura Comparada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua no curso de Bacharelado Tradutor Português/Japonês e no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFRGS, na linha de pesquisa Teoria, Crítica e Comparatismo. É pesquisador na área de Letras, com ênfase em Estudos de Tradução e Literatura Comparada.

ENDEREÇOS

Cinemateca Brasileira
Endereço: Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino, São Paulo-SP
Informações: (11) 3512-6111

Universidade de São Paulo (USP)
Endereço: Av. Professor Lineu Prestes, 159 – Cidade Universitária, São Paulo-SP
Informações: (11) 3091-2426

JAPAN HOUSE São Paulo
Endereço: Av. Paulista, 52 – 1º andar – Bela Vista, São Paulo-SP
Informações: (11) 3090-8900

MOSTRA DE CINEMA

Data: 9 a 19 de agosto, de quinta a domingo
Local: Cinemateca Brasileira – Programação e sinopses: Clique aqui!
(necessário retirar senha uma hora antes do evento, no local)

RODAS DE LEITURA

“Confissões de uma máscara” e “Neve de Primavera”, de Yukio Mishima
Data: Sexta-feira, 10 de agosto – Horário: das 20h às 22h
Local: Sala Multimídia da Casa de Cultura Japonesa, USP
(30 vagas, necessário retirar senha uma hora antes do evento. Leitores de outros livros do autor são bem-vindos.)

“Confissões de uma máscara” e “Neve de Primavera”, de Yukio Mishima
Data: Sábado, 11 de agosto – Horário: das 15h às 16h30
Local: Cinemateca Brasileira
(Necessário retirar senha uma hora antes do evento. Sujeito à lotação da sala. Leitores de outros livros do autor são bem-vindos.)

PALESTRAS

Yukio Mishima – às vésperas dos 50 anos de sua morte”, palestra da Profa. Dra. Makiko Kitani, com comentários do Prof. Dr. Andrei Cunha (Com participação do Prof. Dr. Kin’ya Sugiyama, que ao lado da Profa. Kitani comentará pontos importantes antes da exibição de Neve de Primavera)
Data: Sábado, 18 de agosto – Horário: 17h
Local: Cinemateca Brasileira
(Necessário retirar senha uma hora antes do evento. Sujeito à lotação da sala.)

“Yukio Mishima – o Kabuki, a Era Meiji e o Brasil”, com a Profa. Dra. Makiko Kitani
Data: Quarta-feira, 22 de agosto – Horário: 19h
Local: Japan House
(Necessário retirar senha uma hora antes do evento. Sujeito à lotação da sala.)

“Confissões de uma Máscara e o mar”, com Prof. Dr. Kin’ya Sugiyama e comentários da Profa. Dra. Makiko Kitani
Data: Quinta-feira, 23 de agosto – Horário: 19h30
Local: Sala Multimídia da Casa de Cultura Japonesa, USP
(50 vagas, necessário retirar senha uma hora antes do evento.)

PERFORMANCE DE BUTÔ

Sol e Aço, com Emilie Sugai
Data: Sábado, 11 de agosto – Horário: 19h
Local: Foyer da Sala BNDES, Cinemateca Brasileira

Para mais informações sobre Yukio Mishima conheça os artigos dos pesquisadores e colaboradores do Centro de Estudos Japoneses da USP

Histórico – Yukio Mishima
(Neide Hissae Nagae)
PDF

Kinjiki – As Cores Proibidas e o encontro de Mishima com o Butoh
(Ana Cristina Yokoyama)
PDF

Comentários sobre os filmes da mostra Redescobrindo Yukio Mishima
(Claudia Ideguchi e Ana Cristina Yokoyama)
PDF

Trechos e comentários dos livros de Yukio Mishima
(Davi Vassão Rodrigues e Thainá Bertrille Garcia)
PDF

jul 252018
 

Foto: Fábio Maeda

O governo japonês oferece o programa de visita ao Japão para descendentes de japoneses com o objetivo de aumentar a compreensão sobre a atualidade do Japão e as políticas do país.  Os participantes do programa deverão se comprometer em divulgar eficazmente os aspectos da atualidade, assim como a política do país em suas respectivas comunidades e redes sociais após o retorno.

1.      Requisitos

  • Ser descendente de japoneses;
  • Forte vontade em divulgar ativa e continuamente o Japão após o retorno em blogs ou mídias sociais;
  • Ter nível de conhecimento de língua inglesa suficiente para discussões e trocas de ideias (todas as atividades oficiais relacionadas ao programa no Japão serão realizadas em inglês);  
  • Comprometer-se em organizar eventos de divulgação do programa e do Japão  dentro do prazo de 3 meses, de forma independente, após o retorno ao Brasil. O formato do evento e a sua organização são livres.

2.      Detalhes do Programa

  • Período de estadia no Japão:  17 a 25 de setembro de 2018;
  • Número total de participantes: 15 pessoas da América Latina e do Caribe;

3.      Período de Inscrição

  • 25  a 31  de julho de 2018
  • Serão aceitas somente inscrições enviadas no período acima por e-mail ao Consulado Geral do Japão em São Paulo (cgjpolitica3@sp.mofa.go.jp). 
  • Serão aceitas somente as inscrições enviadas em formato Word ou PDF.

Informações completas estão no site do Consulado Geral do Japão em SP:

http://www.sp.br.emb-japan.go.jp/itpr_pt/not_18_07_convite_descendentes2018.html

Acompanhe as atividades dos ex-participantes em  https://www.facebook.com/nikkeybr/

jul 252018
 

 Este ano, o mais tradicional Tanabata Matsuri do Brasil, da Praça da Liberdade, na sua 40ª edição, será realizado no final do mês, nos dias 28 e 29 de julho de 2018. 40º TANABATA MATSURI – Festival das Estrelas – Local: Praça da Liberdade-Rua Galvão Bueno-Rua dos Estudantes
Promoção: Associação Cultural e Assistencial da Liberdade – ACAL

P R O G R A M A Ç Ã O
28 DE JULHO DE 2018 – SÁBADO
10:30 – Ginástica Rádio Taisso – Liberdade
10:55 – Cantora Keiko Yoshimura – Atração Internacional
11:20 – Ginástica Rizumu Taisso/ACAL
11:25 – Dança Japonesa Hanayagui Kinryuu Kai
11:40 – Taikô Tenryuu Wadaiko São Miguel
12:00 – Re Suizu + Kick Buket
12:55 – Música Japonesa Sergio Tanigawa
13:40 – Taikô ACAL prof. Yuji Yamamoto
13:55 – Dança Japonesa Shan Shan Kasa Odori
14:25 – Ginástica Associação Kenko Taisso
14:50 – Dança do Grande Dragão – Jya Odori de Nagasaki
Cerimônia no Portal TORII da Rua Galvão Bueno
14:00 – Abertura Oficial no Torii
14:00 – Cerimônia Xintoísta – Nambei Jingu no Torii
14:35 – Parada Taikô ACAL, Tenryu Wadaiko
15:00 – Dança Awa Odori na Pista
15:25 – Taikô Ryukyukoku Matsuri Daiko na Pista
15:30 – Saudação das Autoridades no Palco
16:35 – Dança Buyo-Bu ACAL/Shinsei ACAL/Ikeshiba Ryokuen na Pista
16:50 – Dança Japonesa Shinsei/ACAL na Pista
17:05 – Dança Buyo-bu/ACAL/Shinsei ACAL Ikeshiba Ryokuen Pista
17:15 – Taikô Okinawa Ryukyukoku Matsuri Daiko Pista
17:50 – Ginastica Rizumu Taisso Itsuko Ichida Pista
18:05 – Cantor Diogo Miyahara (Anime Songs) Tokuhiro Cosplay
18:30 – Dança Corpus Line
19:00 – Encerramento do dia

29 DE JULHO DE 2018 – DOMINGO
10:30 – Ginástica Radio Taisso – Liberdade – Palco
10:55 – Cantor Takeshi Nishimura
11:30 – Dança Japonesa Buyo-Bu ACAL Ikeshiba Ryokuen
11:45 – Cantor Ricardo Nakase
12:25 – Taikô Tangue Setsuko Doujo
12:50 – Okinawa Kobudo Junbukai
13:10 – Artes Marciais Okinawa Shorin-Ryu Karate-Do
13:30 – Ginastica Rizumu Taisso ACAL
13:55 – Música Japonesa Karen Ito
14:40 – Requios Taikô e Dança de Okinawa
15:15 – Cantor Joe Hirata
16:00 – Taikô Kien Daiko
16:50 – Okinawa Goju-Ryu Karate-do Hozonkai
17:25 – Taikô Kôdaiko Roger Imamura
18:00 – Encerramento

Obs. Sujeito a alteração