abr 062017
 

A Fundação Japão disponibiliza vários materiais no que se refere ao ensino do idioma japonês pela internet. Além do já consagrado sistema Marugoto, curso presencial que tem sua versão online, há outros e a entidade disponibilizou todos eles no site Minato (porto).

O mais interessante e prático é o curso “Japanese in Anime and Manga”. As opções de idioma são inglês, espanhol, chinês, coreano e francês. São alguns mangás divididos por temas, e tudo está escrito em japonês. Clicando no texto, você ouve a fala e aparece na barra a tradução no idioma escolhido. Você pode optar para que o texto seja reescrito na barra em japonês na forma de kana, kanji ou romaji (alfabeto romano). Como muitas palavras se repetem, você vai acabar aprendendo de tanto ouvir. Há também algumas informações culturais sobre o assunto daquelas páginas.

Agora, é só entrar, ler o mangá e aprender: anime-manga.jp

jul 252016
 

A Fundação Japão em São Paulo promove, em 30 de julho, um workshop sobre o Exame de Proficiência em Língua Japonesa (JLPT). Serão dois eventos independentes, um às 14h, sobre o nível N5, e outro a partir das 16h, a respeito do nível N4.

Conhecido também como “noryoku shiken”, o JLPT foi modificado em 2010 para avaliar principalmente a capacidade de comunicação linguística no idioma japonês. O workshop é recomendado aos que prestarão pela primeira vez este exame e será apresentado pelos professores do Curso de Japonês Marugoto.

A programação inclui uma explicação sobre a prova, os diferentes tipos de questões e também apresentando aos participantes algumas resoluções de questões para exemplificar. E informamos que não será um simulado de JLPT.

O workshop é gratuito e aberto a todos os interessados. Como as vagas são limitadas, é necessário fazer a inscrição pelo telefone (11) 3141-0110 ou e-mail: info@fjsp.org.br, informando nome completo, telefone, e-mail e nível de interesse. As inscrições estão abertas até o dia 28 de julho de 2016.

JLPT

O JLPT tem o objetivo de avaliar e certificar a proficiência em japonês de não-nativos. O teste é promovido desde 1984 pela Fundação Japão e Japan Educational Exchanges and Services (JEES).

Hoje, o teste é considerado um importante aspecto de qualificação profissional, bastante utilizado como parâmetro para seleção de emprego, resultando em promoções e mudanças de cargos dentro das empresas.

Quando será o teste de 2016?

O JLPT é realizado no mundo inteiro e no mesmo dia. Em alguns países acontecem duas vezes por ano, mas no Brasil acontece apenas um vez e será no dia 4 de dezembro de 2016, em São Paulo, Londrina, Belém, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Salvador e Manaus. As inscrições para o teste serão abertos no dia 1° de agosto e vão somente até o dia 03 de setembro. Saiba mais no: http://www.cblj.org.br/exames/exame-de-proficiencia-em-lingua-japonesa/

jul 042016
 
A Fundação Japão traz duas atrações internacional de grande prestígio em todo o mundo. A dupla de street dance japonesa Hilty & Bosch se apresentará pela primeira vez no país nos dias 9 e 10 de julho, no Festival do Japão. No evento, realizado no São Paulo Expo Exibition & Convention Center, os dançarinos se apresentarão no Palco Principal ao som do beatboxer e multivocalista japonês Reatmo.
Já no dia 12 de julho, às 19h30, haverá uma nova performance da dupla, com a participação especial do grupo brasileiro Cia. Discípulos do Ritmo, que fará a abertura do espetáculo. Aberto ao público e com entrada gratuita, a apresentação acontece no Auditório MASP Unilever, e novamente contará com o som de Reatmo.

 
HILTY & BOSCH
Hilty & Bosch é dupla de dança japonesa que vem se apresentando em todo o mundo, surpreendendo pela sincronicidade e leveza de movimentos, mesmo com toda a energia e dinamismo em palco. Formada pelos japoneses YOU e JIN, a dupla tem se tornado cada vez mais popular internacionalmente.
Enquanto YOU traz para a dupla a sensibilidade natural para a música e movimentos versáteis de improviso, JIN é velocidade, potência e movimentos acrobáticos incríveis. Ambos vencedores de diversos campeonatos e batalhas de dança, juntos o sucesso é ainda maior. Somente no YouTube, seus vídeos já somam mais de 20 milhões de acessos.
Com performances já realizadas em mais de 30 países e 150 grandes cidades, dos cinco continentes, a participação da dupla também é bastante requisitada em workshops, programas de TV, concursos de dança, comerciais de TV, desfiles de moda e muito mais.
REATMO
O beatboxer e multivocalista japonês vêm ganhando reputação mundialmente por sua presença viva e dinâmica. Com um equipamento básico, que inclui o software de produção Ableton Live, o aplicativo Lemur em seu iPad e um teclado controlador Korg MIDI, ele é capaz de criar e manipular infinitas variações musicais a partir de sons emitidos exclusivamente por sua boca.
Já aos 19 anos de idade, Reatmo venceu o Beatbox Battle Championship, em Boston, nos Estados Unidos. Desde então, segue aperfeiçoando sua técnica e suas habilidades e incorporando novas tecnologias. Hoje, suas apresentações são incríveis experiências audiovisuais.
Entre os admiradores do beatboxer está o grupo Maroon 5, que entrou em contato com Reatmo após assistir aos covers de suas músicas disponíveis Youtube.
CIA. DISCÍPULOS DO RITMO
Para abrir a apresentação de 12 de julho, no Auditório MASP Unilever, uma atração promete levantar o público de São Paulo. Com o espetáculo “Tá Limpo!”, a Cia. Discípulos do Ritmo traz ao palco o resultado do intercâmbio cultural entre o Brasil e Alemanha, com coreografia e concepção musical do alemão Storm. Nesta grande surpresa, integrantes da Cia. revelam o resultado de uma trilha musical em uma empresa de limpeza com seis faxineiros dançarinos.
jun 302016
 

Tokyo_Olympics_1964_Web_4751Desde que o Japão sediou pela primeira vez os Jogos Olímpicos, em 1964, o país  está prestes a viver um novo marco em sua história. Em 2020, será a sede dos Jogos Olímpicos pela segunda vez.

Para celebrar esta trajetória, relembrar grandes artistas em atuação na década de 60, e comemorar a próxima edição no país, que acontecerá em 2020, a Fundação Japão promove três eventos muito especiais.

A Emergência do Contemporâneo: a Vanguarda no Japão, 1950 – 1970

Inédita no país, a exposição de arte de vanguarda japonesa traz 70 obras produzidas ao longo de 20 anos por artistas como Kazuo Shiraga, Sadamasa Motonaga, Atsuko Tanaka, Genpei Akasegawa, Jiro Takamatsu, Natsuyuki Nakanishi, Arata Isozaki, Yoko Ono, Yutaka Matsuzawa e Kishio Suga. É interessante porque o Japão produziu vários movimentos artísticos na década de 50, dando espaço para artistas como Atsuko Tanaka, cujos trabalhos podem ser vistos no Ashiya Art Museum, em Hyogo.

De 14 de julho a 28 de agosto, no Paço Imperial do Rio de Janeiro, obras do pós-guerra ao auge da economia japonesa estarão expostas baseadas em temas como “Política da Abstração”, “Intervenção Urbana” e “Arte e Engajamento Social”. Algumas delas, inclusive, foram exclusivamente produzidas para esta exposição.

Mostra de Cinema Japonês – Especial Ko Nakahira

Pela primeira vez no Brasil, a mostra de longas-metragens de Ko Nakahira estará em cartaz de 27 de julho a 1 de agosto, no Centro Cultural Banco do Brasil. Um dos principais cineastas atuantes no período dos Jogos Olímpicos de 1964, destaca-se pelo andamento dinâmico e técnicas cinematográficas diversas. Na mostra, oito obras apresentarão o variado universo de Nakahira, incluindo temática juvenil, ação, comédia, suspense e filme de arte.

Concerto POP: Olha pro Céu – Look at the Sky

Dias 29 e 30 de julho, no VIVO Rio, a produção conjunta Brasil-Japão traz uma apresentação de união dos dois países, com a participação de grandes nomes da música japonesa e brasileira. O ponto alto será a apresentação de SUKIYAKI – ue wo muite arukou”, a canção japonesa que conquistou o mundo em 1964. Este momento reunirá, no palco, os artistas japoneses e brasileiros cantando em japonês, inglês e português. Participam do show Vanessa da Mata, Tokyo Ska Paradise Orchestra e Marcia, além do convidado especial Emicida.

Exposição:  A Emergência do Contemporâneo: a Vanguarda no Japão, 1950 – 1970

De 14 de julho a 28 de agosto de 2016

Paço Imperial – Praça Quinze de Novembro, 48 – Centro – Entrada Franca

Realização: Fundação Japão | Paço Imperial | IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional | Ministério da Cultura. Apoio especial: Ishibashi Foundation. Apoio: Lufthansa Cargo AG | Amigos do Paço | Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro | Prefeitura do Rio de Janeiro

Cinema – Mostra de Cinema Japonês – Especial Ko Nakahira

De 27 de julho a 1 de agosto de 2016

Entrada franca (retirada de ingressos 1 hora antes de cada sessão. Limite de 2 ingressos por pessoa.)

Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Primeiro de Março, 66 – Centro

Realização: Fundação Japão. Apoio: Centro Cultural Banco do Brasil | Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro | Prefeitura do Rio de Janeiro | Ministério da Cultura

Música – Concerto POP: Olha pro Céu – Look at the Sky

29 e 30 de julho de 2016, às 20h30 (abertura da casa para o público às 19:30)

Ingressos à venda: www.vivorio.com.br ou na bilheteria do Vivo Rio

Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo

Realização: Fundação Japão, Produção: Sony Music do Brasil. Apoio : Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro |Prefeitura do Rio de Janeiro

mar 142016
 

kasamayaki004Nos dias 29 e 30 de março, duas sessões especiais exibirão o documentário Kasamayaki (Made in Kasama, Japão & EUA, 2014, 78 min, Blu-ray, legendado), seguido de bate-papo com a cineasta japonesa Yuki Kokubo. Os eventos acontecem respectivamente no cinema Caixa Belas Artes, às 19h30, em São Paulo, e no dia seguinte, no auditório municipal do Centro Cultural “Carlos Fernandes de Paiva”, às 15h, na cidade de Bauru.
As duas sessões terão entrada gratuita. Em São Paulo, os ingressos serão distribuídos a partir de 24 de março, na bilheteria do cinema. Mais informações sobre o documentário em: www.kasamayakifilm.com

kasamayaki006Yuki Kokubo – Yuki Kokubo nasceu em Kasama, na Província de Ibaraki, em uma comunidade rural de artistas no Japão. Aos oito anos de idade, partiu com os pais para Nova Iorque, em busca do sonho de viver da arte. Após alguns anos, presenciou o fim dos sonhos de seus pais, que, com dificuldades, decidiram retornar ao Japão, deixando a filha nos Estados Unidos. Yuki, aos 16 anos de idade, começou a fotografar e frequentou a School of the Art Institute, em Chicago. Mais tarde, estudou Social Documentary Film na Escola de Artes Visuais.
Em 2011, assistiu pela imprensa a devastação do terremoto e tsunami e sua terra natal. Com a tragédia ocorrida no Japão, mesmo ressentida pelo suposto abandono de seus pais, Yuki decidiu que era hora de voltar à sua terra natal para visitá-los e ver com os próprios olhos o que restou após a tragédia.
“Senti a necessidade de estar perto de minha família e também de documentar o que estava acontecendo no Japão”, revela.
Foi assim que começou a trabalhar em seu primeiro documentário de longa-metragem, Kasamayaki (Made in Kasama). Em 2013, o filme recebeu financiamento da Fundação Jerome e foi selecionado como um dos dez filmes documentários para o IFP’s Independent Filmmaker Labs. Em 2014, Yuki recebeu uma bolsa individual do Conselho de Estado de Nova Iorque para as Artes por seu trabalho em Kasamayaki.

Kasamayaki (Made in Kasama) – O documentário tem início já no aeroporto, no momento de seu desembarque. Com o passar do tempo, Yuki pressiona seus pais por respostas, em meio ao dia a dia que intercala atividades domésticas e jardinagem a pequenos tremores de terra e a constante preocupação com os níveis de radiação, visto que a cidade está localizada a aproximadamente 140 km dos reatores nucleares de Fukushima. Ao longo do filme, Yuki revela, por meio de diálogos tensos, as complexas ligações e imperfeições de uma família e sua busca por respostas acumuladas ao longo dos anos. Assim, realizando pequenas entrevistas com os pais, lentamente (e relutantemente) percebeu que estar lá era a chance de redescobrir quem eram seus pais e o real motivo do distanciamento da família. “A câmera tornou-se uma ferramenta poderosa, permitindo que eu abordasse temas difíceis que evitávamos havia muito tempo.” Foi assim que percebeu que aquele filme não apenas poderia retratar uma região devastada e o início de sua luta para se reerguer, mas também a reunião e a compreensão de um drama familiar. “Pude perceber a forma como meus pais usam a criatividade para superar dificuldades na vida e assim, finalmente, entendi que o meu filme poderia ser usado para curar não apenas a nossa família, mas também inspirar outras a encontrar a cura em suas próprias vidas.”

Kasamayaki (Made in Kasama, Japão & EUA, 2014, 78 min, Blu-ray, legendado)
29 de março, terça-feira, às 19h30 – São Paulo
Local: Cinema Caixa Belas Artes – Sala Carmen Miranda (96 lugares) – Endereço: Rua da Consolação, 2423 – Cerqueira César – São Paulo, SP – Informações: (11) 2894-5781
Ingressos Gratuitos – Retirada a partir de 24 de março na bilheteria do cinema.

30 de março, quarta-feira, às 15h – Bauru
Local: Auditório Municipal do Centro Cultural “Carlos Fernandes de Paiva” (60 lugares)
Endereço: Av. Nações Unidas, 8-9 – Centro – Bauru, SP – Informações: (14) 3235-1312
Entrada Franca – Sem necessidade de ingresso

Realização – Fundação Japão em São Paulo
Apoio – Caixa Belas Artes – Secretaria Municipal de Cultura de Bauru

fev 222016
 

yumehina-IÚnica sucessora no mundo do mestre Hoichi Okamoto (Hyakki Dondoro), Michika Iida vem ao Brasil para duas apresentações de seu exclusivo Teatro Yumehina. As apresentações acontecem nos dias 12 e 13 de março, no Teatro FECAP, localizado no bairro da Liberdade, em São Paulo. Com entrada franca, os ingressos deverão ser retirados na entrada do Teatro FECAP uma hora antes do início do espetáculo, com um limite máximo de 2 ingressos por pessoa.
Natural da Província de Kagoshima, no Japão, Michika Iida viu sua vida se transformar ao assistir, em 1997, um documentário sobre o mestre Hoichi Okamoto. Na época, aos 25 anos de idade, era funcionária de uma empresa e morava em Kagoshima.
yumehina-Iida MichikaAssim, naquele mesmo ano ingressou no Hyakki Dondoro e, desde então, seguiu os passos do líder do grupo, Hoichi Okamoto, conhecido por apresentações enérgicas ao manipular bonecos de tamanho natural. Como integrante do grupo, participou da criação das peças e dos bonecos, bem como esteve presente em apresentações em diversos países da Europa e inclusive no Brasil.
De uma das vezes em que esteve no país, em 1996, lembra da descontração e entusiasmo do público. “Foram inesquecíveis a sintonia e o entusiasmo do público perante o ‘amor’ retratado nas peças”, recorda.
Debutou nos palcos em 1998. Em 2000, se apresentou em festivais na França, Itália, Grécia. Em 2001, criou o “Yume Ningyo Hiina” para mostrar seu próprio universo, passando a se apresentar por todo o Japão. Em 2006, já independente do Dondoro, começa a trilhar o seu próprio caminho, conquistando novas fronteiras com a confecção e manipulação de seus próprios bonecos e peças. Sua obra foi apresentada ao público pela primeira vez em Tóquio, em 2008. Apresentou-se nos maiores festivais de teatro de bonecos do Japão, em Nova Iorque (EUA), na Turquia, além de participações em projetos colaborativos de TV, cinema, artes tradicionais e jazz.

yumehina-KazeTeatro Yumehina, o teatro de bonecos de Michika Iida
Criado na década de 70, no Japão, o Teatro Dondoro, do Mestre Hoichi Okamoro, ou Hyakki Dondoro, traz como principal característica a utilização de bonecos em tamanho natural, que contracenavam com seu criador. “‘Hyakki’, ou espíritos sem limites, representa a ideia de que “o boneco é um recipiente oco que recebe o espírito do ser humano”, afirmava o Mestre Okamoto, diz Michika.
Embora o Japão apresente tradição em teatro de bonecos, Michiko expica as principais diferenças entre sua arte e as demais existentes no país, como o Bunraku.
“O estilo desenvolvido pelo mestre Hoichi Okamoto não pertence a nenhum outro gênero. Por exemplo, enquanto no Bunraku um boneco é manipulado por 3 pessoas, os meus são manipulados apenas por mim. Também no Bunraku, há o boneco, o recitador e o instrumento shamisen. No meu estilo, exceto em obras específicas, não há texto, somente música. Também no meu caso, não exerço somente o papel de manipuladora. Com o uso de máscaras, para que o corpo fique parecido com o boneco, contraceno com o boneco”.
Após anos de estudos e dedicação ao lado de seu grande mestre, a partir de seu falecimento, em 2010, Michika Iida tornou-se a única representante e sucessora do Teatro Dondoro.
Assim, surgiu o Teatro Yumehina, da união das antigas denominações de ‘Sonho’ (Yume) e ‘Bonecos’ (Hina), hoje também chamado de Teatro de Bonecos de Michika Iida. Em suas apresentações, traz expressões cênicas ímpares, a partir da presença de bonecos de tamanho natural confeccionados pela própria artista.
O processo de confecção, explica a artista, é iniciado pela parte da cabeça, o que acaba determinando o tempo de produção, que gira em torno de 2 meses.
“Normalmente utilizo um boneco por peça, mas cada boneco não se limita a uma única peça, pois trabalho novas combinações de cabeça, corpo e figurino, ampliando as possibilidades de variação de personagens”. Seus bonecos ganham vida no palco, bailando e atuando neste universo mágico e misterioso.

Serviço: Teatro Yumehina, o teatro de bonecos de Michika Iida
Dia 12 de março de 2016 (sábado), às 20h
Programa: 1 – Rocka (A Mulher da Neve) e 2 – Kaze (A Deusa do Vento e o Imperador Criança)
Dia 13 de março de 2016 (domingo), às 18h
Programa: 1 – Rocka (A Mulher da Neve) e 2 – Keshin (A Encarnação)

Teatro FECAP – Av. Liberdade 532, Liberdade, São Paulo – SP
Duração do espetáculo – aproximadamente 70 minutos – Capacidade – 400 lugares
Recomendado para maiores de 12 anos – Entrada franca
Retirar os ingressos na entrada do Teatro FECAP uma hora antes do início do espetáculo. Máximo de 2 ingressos por pessoa, sujeito à lotação do espaço.
Mais informações: Fundação Japão em São Paulo
Realização: Fundação Japão, Apoio: FECAP – Fundação Álvares Penteado

jan 122016
 

Karuta_Georgetown_Univesity1A Fundação Japão em São Paulo promove no próximo sábado, 16 de janeiro, das 15h às 19h, um “Workshop de Karuta Competitivo” com a presença da atleta japonesa Mutsumi Stone.
O evento acontece na Associação Beneficente Provincianos Osaka Naniwa Kai e é aberto ao público, mas com vagas limitadas.
O evento será dividido em três partes: palestra, workshop e demonstração de kyogi karuta. Será mostrada a história do karuta, como se joga o kyogi karuta (karuta competitivo) e as técnicas básicas necessárias para o jogo, tais como o posicionamento das cartas, o que são kimari-jis, como pegar as cartas e também dicas para auxiliar a memorização.
Na terceira parte, um workshop apresentará partidas rápidas junto do público, que será dividido em dois grupos. Aqueles com conhecimento de hiragana jogarão chirashidori, no qual todas as cartas são espalhadas e o objetivo é pegar o maior número de cartas. Os demais, que não tiverem conhecimento de japonês, jogarão uma versão que traz nas cartas as letras romanas.
Depois, uma simulação de torneio, com partidas de verdade, será realizada para que o público possa assistir e se familiarizar ainda mais com o jogo.
Ao final, a partir das 19h, será servido um lanche para confraternização entre o público e os praticantes de kyogi karuta.

Mutsumi Yoshida Stone – Mutsumi Stone é uma jogadora de kyogi karuta de 6º dan e também instrutora, dedicada a introduzir e promover o jogo e os poemas de Hyakunin-isshu ao redor do mundo. No período de 2000 a 2012, quando viveu em países como Inglaterra, Casaquistão, Tailândia e China, promoveu o karuta por onde passou, retornando aos Estados Unidos no começo de 2013. Lá, ela criou o DC Inishie Karuta Club, e desde então vem promovendo o karuta entre alunos de colégios e universidades, e em eventos como o Sakura Matsuri Festival e New Year Festival em Washington DC, entre outros.

karuta_baralho_okKyogi Karuta – O termo “Karuta” vem do português “carta”, no sentido de “baralho”, e Kyogi Karuta é um jogo de cartas que utiliza 100 poemas antigos japoneses, escritos por 100 poetas diferentes, chamados Hyakunin-isshu.
O jogo é composto de dois conjuntos de cartas, cada um composto por 100 cartas. Um deles é chamado de Yomifuda, ou cartas de leitura, e o outro Torifuda, ou cartas de pegar.
Há um poema completo em cada Yomifuda, juntamente com o nome e uma figura do poeta que escreveu o poema. Já no Torifuda, há apenas a segunda parte do poema, escrito em hiragana.
Na partida, as cartas Torifuda são dispostas no chão, visíveis aos competidores. O leitor passa então a ler, aleatoriamente, as cartas Yomifuda, uma a uma, enquanto os jogadores, que estão ajoelhados, disputam para pegar o complemento correto da carta. O jogador mais rápido, que tocar primeiro a carta, fica com ela.
Hoje em dia, mais de 60 campeonatos de Kyogi Karuta acontecem pela All Japan Karuta Association no Japão anualmente. Há cinco níveis de jogador, desde a classe E até a mais alta classe A.

Palestra, Workshop e Torneio de Kyogi Karuta (50 vagas)
Data: sábado, 16 de janeiro de 2016 – Horário: das 15h às 19h
Local: Associação Beneficente Provincianos Osaka Naniwa Kai
Rua Domingos de Morais, 1581, Vila Mariana, São Paulo
Indicado para maiores de 15 anos

Entrada franca – Os interessados devem se inscrever pelo email info@fjsp.org.br.

set 162015
 

A Fundação Japão em São Paulo promove, de 1º a 4 de outubro, em São Paulo, a mostra 5X Kon Ichikawa. O evento, que é itinerante, levará grandes obras deste cineasta a diversas regiões do país. Em São Paulo, o evento acontece no Centro Cultural São Paulo (CCSP) e exibirá os filmes Conflagration (Enjô), Her Brother (Otôto) e Revenge of a Kabuki Actor (Yukinojô Henge), que virão especialmente do Japão para esta mostra, todos eles remasterizados, legendados em português e em película 35mm, além de As Irmãs Makioka (Sasameyuki) e Dora-Heita (Doraheita), que pertencem ao acervo da FJSP, ambos legendados e em 16mm.

PROGRAMAÇÃO
Irmãs Makioka. A partir da esquerda, Keiko Kishi, Yoshiko Sakuma, Yuko Kotegawa, Sayuri Yoshinaga e Koji Ishikawa.

Irmãs Makioka. A partir da esquerda, Keiko Kishi, Yoshiko Sakuma, Yuko Kotegawa, Sayuri Yoshinaga e Koji Ishikawa.

Dia 01/10 (Quinta-feira)
16:00 The Makioka Sisters (Sasameyuki)
19:30 Her Brother (Otôto)

Dia 02/10 (Sexta-feira)
17:00 Dora-Heita (Doraheita)
19:30 Revenge of a Kabuki Actor (Yukinojô Henge)

Dia 03/10 (Sábado)
15:30 Dora-Heita (Doraheita)
18:00 Conflagration (Enjô)
20:00 Her Brother (Otôto)

Dia 04/10 (Domingo)
15:30 Conflagration (Enjô)
17:30 Revenge of a Kabuki Actor (Yukinojô Henge)
20:00 The Makioka Sisters (Sasameyuki)

Sinopses:

Conflagration (Enjô) – (1958/99 min/P&B/35mm/Legendado), Diretor: Kon Ichikawa, Elenco: Raizo Ichikawa, Ganjiro Nakamura, Tatsuya Nakadai.
Sinopse: Baseado no romance “O Templo Dourado”, de Yukio Mishima, o filme narra o surpreendente incidente ocorrido em 1959, quando um atormentado e jovem acólito, obcecado desde a infância pelo Pavilhão Dourado de Kyoto, incendeia o antigo templo até as bases, num arrebatador ato de vingança e ciúme.

Her Brother (Otôto) – (1960/98 min/Cor/35mm/Legendado), Diretor: Kon Ichikawa, Elenco: Keiko Kishi, Hiroshi Kawaguchi, Kinuyo Tanaka, Masayuki Mori, Kyoko Kishida.
Sinopse: Trazido do romance semi-autobiográfico de Aya Koda, filha da era romancista Meiji Koda Rohan, revela um drama familiar com foco na relação quase incestuosa entre um irmão e sua irmã mais velha. Um dos filmes mais premiados de Kon Ichikawa, foi agraciado no Festival de Cannes e eleito melhor filme de 1960 entre os críticos Kinema Junpo Poll.

Revenge of a Kabuki Actor (Yukinojô Henge) – (1963/113 min/Cor/35mm/Legendado) – Diretor: Kon Ichikawa, Elenco: Kazuo Hasegawa, Fuiko Yamamoto, Ayako Wakao, Raizo Ichikawa, Shintaro Katsu.
Sinopse: O personagem Yukinojo é um talentoso ator de kabuki, o tradicional teatro japonês. Mas seu sucesso no palco é apenas um meio para atingir seu verdadeiro objetivo: se vingar dos três homens poderosos e cruéis que destruíram os negócios de sua família, levando seus pais a cometer suicídio. O desempenho do ator Kazuo Hasegawa foi aclamado como uma das maiores demonstrações do cinema de agir, em que as convenções altamente artificiais de teatro japonês estão mobilizadas em uma bela triangulação sobre os mistérios da identidade e sexualidade.

As Irmãs Makioka (Sasameyuki) – (1983/140 min/Cor/16mm/Legendado) – Diretor: Kon Ichikawa, Elenco: Keiko Kishi, Yoshiko Sakuma, Juzô Itami, Kôji Ishizaka, Ittoku Kishibe, Kobeicho Katsura, Mancho Tsuji, Takenori Emoto.
Sinopse: Mesmo usufruindo de uma vida abastada, na região de Kyoto e Osaka, no oeste do país, quatro irmãs (Tsuruko, Sachiko, Yukiko e Taeko) tentam resolver, juntas, seus problemas familiares. Entre eles está arranjar um casamento para a terceira das irmãs, Yukiko, uma mulher de crenças tradicionais que, aos trinta anos, ainda não conseguiu um pretendente.

Dora- Heita (Doraheita) – (2000/111 min/Cor/16mm/Legendado) – Diretor: Kon Ichikawa, Elenco: Koji Yakusho, Yuko Asano, Bunta Sugawara, Ryudo Uzaki, Tsurutaro Kataoka, Takashi Miike.
Sinopse: Mochizuki Koheita, que assumiu o comando da delegacia de um pequeno feudo, parte para apaziguar, de maneira inédita, o poder dos três chefes de Yakuza (importante facção criminosa originária do Japão), que dominavam a região. Assim, em função de atos excepcionalmente corajosos, é apelidado de Dora-Heita.

Biografia de Kon Ichikawa – Natural de Ise, Província de Mie, Kon Ichikawa nasceu numa família comerciante de quimonos, mas seu pai faleceu quando ele tinha apenas 4 anos de idade. Assim, Kon foi morar com sua irmã, vivendo em Osaka e Kyoto. Encantando com os filmes de samurai (chambara), ficou fascinado ao assistir “Silly Simphonies” de Walt Disney, e resolveu trabalhar no cinema, mais propriamente em animação. Empregou-se no J. O. Studio como assistente de animação, e quando a empresa encerrou o seu departamento, passou a trabalhar como assistente de direção de filmes. A J. O. Studio juntou-se com a empresa P.C.L. formando a Toho Films. E Kon foi trabalhar na Toho de Tokyo, em 1940.  Durante a guerra, ele foi convocado duas vezes, porém, foi dispesado por problemas de saúde. Em 1946, produziu uma animação com bonecos, “Dojoji no Musume”, que foi confiscado pelas Forças de Ocupação, pois o roteiro não tinha sido aprovado previamente. Esse trabalho ficou perdido por muito tempo, mas hoje encontra-se no acervo da Cinemateca Francesa.
Kon Ichikawa dirigiu vários filmes, comerciais de TV e documentários, e ganhou vários prêmios. Além dos trabalhos apresentados nesta mostra, destaque para o 47 Ronis, de 1994. Kon faleceu aos 92 anos, em 2008 em Tokyo.

Data – 1º a 4 de outubro de 2105
Local – Centro Cultural São Paulo – Sala Lima Barreto – Rua Vergueiro, 1000 (ao lado da estação Vergueiro do metrô)
Capacidade – 99 lugares
Ingressos: R$ 1,00 – (a verba da bilheteria será revertida para o FEPAC – Fundo Especial de Promoção de Atividades Culturais, da Secretaria Municipal de Cultura)
Informações – Tel: (11) 3397-4002 – Site: www.centrocultural.sp.gov.br
Realização – Fundação Japão – Centro Cultural São Paulo – Apoio – Consulado Geral do Japão em São Paulo

ago 252015
 
Genius Party Beyond

Genius Party Beyond

A Mostra Animê Criativo promovida pela Fundação Japão estará em São Paulo aos sábados e domingos, nos dias 5, 6, 12 e 13 de setembro. Com produções dos estúdios de animação STUDIO4ºC e KOO-KI, todas legendadas em português e em formato Blu-Ray, a mostra é fruto de parceria entre a Fundação Japão e o Museu da Imagem e do Som (MIS).
Na programação, cinco animês com temáticas variadas, voltadas especialmente ao público adulto, incluindo títulos com classificação etária a partir de 14 anos. Depois de São Paulo, a mostra percorrerá os Estados de Pernambuco, Distrito Federal, Paraná, além de Rio de Janeiro.
Quatro dos títulos participantes do evento – Genius Party, Genius Party Beyond, Mind Game, Princess Arete – são do estúdio de animação STUDIO4ºC, famoso pelas produções e alta qualidade e criatividade.

Mind Game

Mind Game

“Genius Party” e “Genius Party Beyond” reúnem, juntos, 12 animações de curta-metragem. “Mind Game”, premiado como melhor animação no Japan Media Art Festival, e melhores roteiro, direção e filme no Festival Fantasia de Canada, é um longa do diretor Masaaki Yuasa. Baseado no quadrinho japonês homônimo, de Robin Nishi, narra as aventuras do jovem Nishi, sua amada, Myon, e sua irmã, Yan, em diversas situações que os levam a autodescobertas e à oportunidade de repensar as escolhas que vêm fazendo ao longo de suas vidas.
Em “Princess Arete”, uma adaptação do livro de Diana Coles, “As Aventuras da Princesa Arete”, retrata uma princesa confinada na torre de um castelo aguardando a escolha de seu futuro pretendente. Até que um dia, um bruxo se apresenta como pretendente. O anime é conhecido por ser uma das mais bem sucedidas obras animadas feministas.

After School Midnighters

After School Midnighters

“After School Midnighters” é proveniente do estúdio KOO-KI, fundado por Hitoshi Takekiyo, diretor da obra. Muito bem recebido no Japão e nos festivais internacionais, narra a história de um modelo de corpo humano mantido na sala de ciências de uma escola. No entanto, este corpo costuma ganhar vida à meia-noite. Um dia, acidentalmente, três alunas travessas flagram o corpo, iniciando a mais louca e divertida aventura.

Programação
Dia 05/09 (Sábado)
14h Princess Arete (2000 / 105min / Legendado)
16h20 After School Midnighters (2012 / 95min / Legendado)
18h20 Genius Party (2007 / 105min / Legendado – 14 anos
20h Mind Game (2004 / 103min / Legendado)

Princess Arete

Princess Arete

Dia 06/09 (Domingo)
14h After School Midnighters
16h20 Princess Arete
18h20 Genius Party Beyond (2008 / 90min / Legendado), classif: 14 anos
20h Mind Game

Dia 12/09 (Sábado)
14h Genius Party
16h20 Genius Party Beyond
18h20 Mind Game
20h After School Midnighters

Genius Party

Genius Party

Dia 13/09 (Domingo)
14h Princess Arete
16h20 Genius Party
18h20 Genius Party Beyond

Local: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Auditório LABMIS – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo/SP – Entrada gratuita – (Retirar ingressos na recepção do MIS, uma hora antes de cada sessão.) Informações: (11) 2117-4777 – www.mis-sp.org.brwww.fjsp.org.br

Realização: Fundação Japão – MIS – Museu da Imagem e do Som. Apoio: Consulado Geral do Japão

jun 192015
 

Com o último show no dia 20 de Junho, sábado, no 4º Festival do Japão de Brasília, o grupo “Yui” se despede do Brasil. O trio veio a convite da Fundação Japão, como um dos shows comemorativos do 120º aniversário do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre o Brasil e 0 Japão.

Tocando instrumentos tradicionais do Japão, Chie Hanawa (Tsugaru Shamisen), Ko Kakinokihara (Koto) e Yoshimi Tsujimoto (Shakuhachi) deram um belo show e incluiram na programação a explicação dos instrumentos e o som de cada um, sabendo que tais equipamentos são raros no Ocidente. Assim, o som típico do Japão pôde ser conhecido, assim como as tradicionais músicas, como “Tsugaru Jonkara Bushi”, “Sakura Sakura”, “Hanagasa Ondo”, “Tokyo Ondo” e “Soran Bushi”. O repertório incluiu uma música composta por Chie Hanawa, “Experience” onde o shamisen se transforma numa guitarra. A música fez parte do comercial do Sony Xperia. A surpresa foram as duas músicas brasileiras no repertório: “Brasileirinho” e “Tico-tico no Fubá”, que foram muito bem executadas. O show contou com a participação especial do brasileiro Shen Kyomei, com shakuhachi,  na música “Koujou no Tsuki”, composta por Rentaro Taki em 1901. Todos os quatro se formaram na mesma Tokyo University of the Arts. Em São Paulo, na apresentação feita na Sala Adoniram Barbosa do Centro Cultural São Paulo, faltou lugar para todos os interessados e o grupo foi aplaudido em pé.

Ao final da apresentação, o trio ainda teve fôlego para enfrentar os jornalistas.  Algumas perguntas feitas na ocasião:

Como surgiu a oportunidade de montar o trio “Yui”?

Chie Hanawa: Nós três estudamos na mesma universidade, e são poucos os que se destacam tocando instrumentos tradicionais. Assim nos conhecíamos e, mantendo os nossos afazeres com outros grupos e como artistas solo, resolvemos formar o “Yui”.

Soube que começaram muito cedo. O que as levou a se interessarem por esses instrumentos?

Chie Hanawa: O meu avô tocava “shamisen” por hobby e eu disse que queria aprender. Ele tocava um outro tipo de “shamisen” e aconselhou-me a aprender o “tsugaru shamisen”, que seria mais adequado para jovens. Eu comecei com 9 anos de idade.

Ko Kakinokihara: Eu comecei com 5 anos de idade. Na minha família ninguém tocava “koto”, mas eu assisti a um “taiga dorama” (novela de época) da TV NHK e uma personagem tocava “koto”. Me interessei e disse que queria aprender, e não parei mais.

Yoshimi Tsujimoto: Eu comecei a tocar “shakuhachi” muito mais tarde, aos 16 anos. Resolvi aprender a tocá-lo.

O que viram no Brasil até agora?

Chie: Foi impressionante conhecer a Amazônia. Fizemos um passeio de barco pelo Rio Amazonas e não fazia idéia de que o rio fosse tão grande.

Yoshimi: Vimos a pesca de piranhas!

Ko: No meu caso, eu tinha um objetivo bem particular nesta primeira viagem ao Brasil. É que a minha avó materna é brasileira. Filha de imigrantes japoneses, ela nasceu no Brasil, gostava muito e falava bem do Brasil. Não sei exatamente quando a família veio para o Brasil, mas a minha avó tinha 20 anos quando retornou ao Japão, pegando o último navio para o Japão antes da Segunda Guerra Mundial. Ela disse que foi uma viagem longa e complicada, pois não pôde seguir a rota normal por causa do conflito. Eu trouxe algumas lembranças da minha avó na viagem. Uma delas é uma foto onde ela aparece com a família na frente do Monumento de D. Pedro, no Museu do Ipiranga. Fomos lá, e com a ajuda do grupo e de outras pessoas, conseguimos tirar uma foto muito parecida. Foi um acontecimento emocionante.

Quando treinaram as duas músicas brasileiras no estilo Chorinho?

Todas: Nós ouvimos as músicas pela primeira vez em janeiro deste ano, e treinamos juntas apenas em maio. Essas músicas são difíceis, o compasso é outro, muito rápido e tudo é diferente, mas deu certo.

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