Cultura Japonesa

jun 202019
 

Acontece em 2 de julho, no Espaço Cachuera!, a etapa brasileira do projeto Encontros: “Reison Kuroda” toca música brasileira e japonesa ao shakuhachi. Enviado Especial da Cultura Japonesa pela Agência da Cultura do governo do Japão de 2019 (Japan Cultural Envoy – Bunkachou Bunkakouryushi), o músico Reison Kuroda fará uma apresentação de shakuhachi (flauta tradicional japonesa). Veja no vídeo Reison Kuroda tocando Forever Love da banda X-Japan!

No programa, serão apresentadas músicas brasileiras e japonesas tradicionais, com a participação especial de dois músicos brasileiros, Shen Ribeiro (shakuhachi) e Gabriel Levy (piano).

Workshop de shakuhachi com Reison Kuroda

No dia seguinte, 3 de julho, haverá um encontro do músico com tocadores e estudantes de shakuhachi, com o apoio da Aliança Cultural Brasil-Japão.

O objetivo é promover a troca de conhecimentos e experiências, em um momento de descontração. Serão apresentados os três estilos das músicas tradicionais de shakuhachi e uma nova técnica, que está sendo desenvolvida pelo próprio Kuroda.

Para participar, é necessário trazer o seu próprio shakuhachi.

O evento acontece no Centro Cultural Aliança – Unidade Pinheiros, com vagas limitadas. As inscrições devem ser realizadas através do e-mail: info@fjsp.org.br, inserindo na linha de assunto: “Workshop do Kuroda”. No corpo do e-mail, enviar nome completo, telefone para contato, idade, qual estilo pratica e há quanto tempo.

 Os músicos

Reison KurodaShakuhachi 

​Músico de talento raro, trabalha pela expansão das possibilidades do Shakuhachi, percorrendo uma ampla variedade de gêneros musicais, do clássico ao moderno, passando pelo jazz e até mesmo pelo improviso.

Iniciou os estudos com o professor Reibo Aoki, considerado tesouro nacional vivo de shakuhachi, e Shoji Aoki, no Japão. Graduado em Ciências Humanas pela Universidade de Waseda, em 2007, concluiu mestrado no Departamento de Música Tradicional Japonesa da Universidade de Artes de Tóquio, em 2013.

Iniciou sua carreira integrando o grupo Hougaku Quartet, em 2011, com o qual se apresentou ao lado de jovens compositores, revitalizando a música japonesa dos anos 70 e 80 e interpretando clássicos do período Edo. É também integrante do grupo Muromachi, vencedor do Prêmio Keizo Saji, em 2013. ​Em 2014, participou do Park Bum-Hoon’s Shakuhachi Concert, no Korea Kudara Festival, e em Gongju, na Coreia.

Sua primeira performance para o público aconteceu no Kazutomo Yamamoto’s Shakuhachi Concert, com “Roaming Liquid for Shakuhachi and Orchestra”. Com o Hougaku Quartet, participou de diversas apresentações e performances independentes, entre elas o programa “Hogaku no Hitotoki”, da emissora de rádio japonesa NHK FM. Também foi capa da revista “Hogaku Jorunal”, em 2015. Passou em audição para músicas japonesas do canal NHK, em 2015, e realizou uma apresentação solo no “Hogaku no Hitotoki”, do NHK FM.

​Em 2016, foi premiado no concurso de Instrumentos Tradicionais Japoneses Hidenori Tone, transmitido pelo programa Nippon no Geinoh, da NHK Educational TV. Também participou do festival de música moderna na Bélgica, em 2016; e venceu o principal concurso mundial de shakuhachi, em Londres.


Shen Ribeiro

Natural de Botucatu, recebeu uma educação musical tradicional até 1987, quando partiu para o Japão para estudar shakuhachi. Ingressou na Universidade de Belas Artes de Tóquio e foi convidado a tocar para o Imperador do Japão. Foi discípulo direto do Mestre Goro Yamaguchi, tesouro nacional vivo do Japão.

Tem seis CDs gravados, entre eles Brazilian Music for the Shakuhachi, projeto que uniu a flauta tradicional japonesa à música popular brasileira. Retornou ao Brasil em 2003 – desde então é diretor do Estúdio Salaviva da Associação Cultural Cachuera!.

Como concertista, vem se apresentando em salas do Brasil, Japão e Europa, interpretando um repertório que mescla temas clássicos, populares e tradicionais.

Gabriel Levy

Acordeonista, arranjador, compositor, educador e produtor musical, tem atuado em shows e CDs ao lado de artistas como Palavra Cantada, Fortuna, Ceumar, Ivaldo Bertazzo, Jacques Morelenbaum, Luis Tatit, José Miguel Wisnik, Ná Ozzeti, Toninho Carrasqueira, Ballet da Cidade de São Paulo, entre outros. Integrou orquestras para acompanhar artistas internacionais, como Os Três Tenores (Pavarotti, Domingo e Carreras).

Com sua banda Mafuá, tocou ao lado de Dominguinhos e Tom Zé. Como co-diretor da Orquestra Cometa Gafi, esteve ao lado de Jair Rodrigues, Paulo Moura, Zé Renato e Pedro Luis. Foi um dos acordeonistas retratados no filme O Milagre de Santa Luzia. Como compositor, teve obras interpretadas por artistas mundiais, como o Duo Assad, o cellista americano Yoyo Ma ou o clarinetista cubano Paquito d’Rivera.

Também se dedica à música japonesa, atuando em grupos como Bonsai Romã, Gaijin no Me, Trio Kagurazaka, Seiha e Waon, além de ter atuado ao lado da mestra do koto Yoko Nishi.

SERVIÇO

Apresentação de Reison Kuroda

Data: 2 de julho de 2019 (terça-feira)
Horário: 19h30 (duração 60 minutos)
Local: Espaço Cachuera!
Endereço: R. Monte Alegre, 1094 – Perdizes, São Paulo – SP
Capacidade: 100 lugares
Ingressos: gratuitos (As senhas serão distribuídas no local, a partir das 18h30, com limite de dois ingressos por pessoa, por ordem de chegada)
Classificação: Livre

Workshop de shakuhachi com Reison Kuroda
Data: 3 de julho de 2019 (quarta-feira)
Horário: das 19h às 20h30
Local: Centro Cultural Aliança – Unidade Pinheiros
Endereço: R. Dep. Lacerda Franco, 328
Pré-requisito: Trazer seu próprio shakuhachi no dia do workshop

Inscrição: devem ser realizadas através do e-mail: info@fjsp.org.br, inserindo na linha de assunto: “Workshop do Kuroda”. No corpo do e-mail, enviar nome completo, telefone para contato, idade, qual estilo pratica e há quanto tempo. A confirmação da inscrição será enviada aos participantes, por e-mail.

Evento gratuito, com vagas limitadas

jun 102019
 

A Japan House de São Paulo realiza até dia 17 de julho de 2019, a exposição “Japão 47 artesãos”. Trata-se de uma oportunidade para ver as artes tradicionais japonesas das 47 províncias feitas por 47 talentosos artistas jovens. Aproveitando a ocasião, cada província apresentará uma palestra ou atividade na Japan House durante o período da exposição.

A província de Mie, famosa por sua tradição ninja e por possuir o maior e mais visitado santuário do Japão, apresentará sua história e turismo no dia 14 de junho, juntamente com a vizinha província de Wakayama, das 19 às 20h30. A entrada é franca, mas como são 100 lugares, é recomendável chegar com certa antecedência ao local. A apresentação de Mie está à cargo dos professores de história do Japão, Francisco Noriyuki Sato e Cristiane A. Sato, que levarão, com certeza, muita informação interessante.

JAPÃO 47 ARTESÃOS
Japan House São Paulo – Avenida Paulista, 52 (2º andar)
De 22 de abril a 17 de julho de 2019
Horário de funcionamento:
Terça-feira a Sábado: das 10h às 20h
Domingos e feriados: das 10h às 18h

Palestra sobre Mie e Wakayama
Dia 14 de junho de 2019 – sexta-feira
19 às 20h30
Entrada gratuita

jun 042019
 

O 20º Bunkasai – Festival da Cultura Japonesa da Associação Ishikawa-ken do Brasil será realizado nos dias 8 e 9 de junho de 2019. Exposição de peças artísticas de professores e alunos dos cursos de aquarela, cerâmica, etegami e ikebana, com venda das peças.

O evento será aberto com a apresentação de canto clássico japonês – Utai, e de Kôto (instrumento musical de cordas japonesa).  No sábado, também teremos a já tradicional venda do Moti (bolinhos de arroz de puro motigomê), além do Karê Rice no almoço, preparado pelo Seinen-bu – departamento jovem.

Serviço:

20º Festival da Cultura Japonesa – Bunkasai da Associação Ishikawa-ken do Brasil

Endereço: Rua Tomás Carvalhal, 184 – Paraíso, São Paulo – (próximo à estação Paraíso do metrô)

Data: 08 e 09 de junho de 2019 – Horário: das 10h às 17h

Workshops gratuitos (vagas limitadas):

Sábado dia 08/06:

11h00 – 17h00: Etegami

13h00 – 14h00: Ikebana

15h00 – 16h00: Aquarela

Domingo dia 09/06:

10h00 – 16h00: Etegami

11h00 – 12h00: Aquarela

14h30 – 15h30: Aquarela

Palestra: Arte e Arquitetura no Japão

Palestrante: Marina Pereira de Lacerda – Domingo às 10h30

Inscreva-se para as oficinas gratuitas pelo telefone: (11) 3884-8698. Participe!

maio 132019
 


Mayu Miyazaki guardou as bagagens e se acomodou na apertada poltrona do Boeing da Qatar, em Narita, com destino a São Paulo. Olhou para cima e viu outros passageiros, todos desconhecidos, assentando suas bolsas, mochilas e sacolas. Cada passageiro tinha sua história, é claro, e o dia do embarque deve ter sido corrido para a maioria, mas esse dia 10 de abril tinha sido muito longo para essa menina de apenas 16 anos de idade.

No momento do famoso discurso

Há apenas algumas horas ela estava deixando o centro do palco do grande salão do Kokuritsu Gekijô (Teatro Nacional), de Tóquio, sob uma salva de calorosos aplausos, com um público de mais de 1800 pessoas, formado por deputados, professores e grandes empresários do país. Ela, uma brasileira, trineta de japoneses (5ª geração – gosei) por parte da mãe, e neta (3ª geração – sansei) por parte do pai, discursou naquele ambiente solene, para todo o Japão. Era a Cerimônia de Celebração pelos 30 anos de Entronização do Imperador Akihito, na verdade, um evento de despedida e homenagem ao casal imperial, que em 20 dias deixaria o trono para o príncipe Naruhito.

Mayu foi a última a ser chamada para discursar, aumentando o nervosismo da espera. Antes dela, oito pessoas discursaram, todos homens, e nenhum deles era jovem ou inexperiente. Pelo contrário, eram destacados formadores de opinião, como o professor Shinya Yamanaka, prêmio Nobel de Medicina, e o ator e diretor de cinema Takeshi Kitano. O primeiro-ministro Shinzo Abe e o Hiroaki Nakanishi, presidente da poderosa Federação Econômica (Keidanren) também falaram antes dela.

É certo que todos os convidados desfilaram belos discursos, mas a Mayu foi a única pessoa a falar sem levar o texto escrito. Na escola em São Paulo, ela teve a chance de praticar a oratória em japonês, mas nunca falou para um público tão grande e nunca se preparou para falar durante cinco minutos. E se o público esperava um discurso cheio de palavras e entonações erradas, ficou muito surpreso com a perfeição da dicção e a escolha cuidadosa das palavras. Foi um discurso impecável, e ao contrário dos discursos mornos que jovens japoneses costumam fazer, ela conseguiu transmitir emoção, talvez uma manifestação do seu lado brasileiro. Representando a comunidade japonesa de fora do país, ela disse que seus antepassados trabalharam duro, mas nunca puderam retornar ao Japão e presenciaram situações tristes em sua vida no Brasil. Mas graças a eles, ela pôde ter uma vida melhor e estudar. Lembrando a visita que fez ao casal de imperadores, ela disse: “Se os meus antepassados tivessem tido a oportunidade de falar com o casal imperial certamente se encheriam de lágrimas de felicidade. As mãos quentes da imperatriz e o olhar gentil do imperador nos deram coragem e força”. Ao final de suas palavras, ela diz “Eu sou brasileira e amo o Brasil, mas o Japão está dentro de mim”.

A apresentadora de TV e jornalista internacional, Kaori Arimoto, assistiu à Cerimônia e se emocionou com o discurso de Mayu. Ela conseguiu autorização junto ao comitê organizador do evento para exibir a apresentação da brasileira no seu programa Toranomon News, e lamentou que nenhuma outra emissora tenha exibido esse trecho do evento, que ela considerou o mais valioso daquele dia.

Depois de mais de 30 horas de viagem, foram apenas quatro dias no Japão, o que é muito cansativo, mas Mayu sabia que tinha mesmo valido a pena. Na viagem de volta, ela sentiu principalmente o alívio por ter cumprido a maior missão de sua vida: representar o Brasil, a comunidade nikkei e a comunidade brasileira que vive no Japão.

Tudo começou muito antes

Mayu na formatura do curso de japonês

Apesar do convite para a participação da Mayu Miyazaki naquele memorável evento tenha chegado no mês de março, tudo começou muito tempo atrás. Atual estudante do 3º ano do Colégio Etapa, ela estudou no Colégio Oshiman e estuda o idioma japonês na Escola Shokaku, do mesmo grupo. O colégio Oshiman realiza uma excursão a cada dois anos para o Japão, sempre no final do ano. Mayu fez parte do último grupo, que viajou em dezembro de 2018. Antes disso, a professora pediu para que a Mayu escrevesse uma mensagem ao casal imperial para mandar para o Japão. A jovem estava no período de férias e confessou que estava com preguiça, mas acabou escrevendo uma mensagem de felicitações pelo ano novo, avisando que iria integrar o grupo de 32 alunos da escola que visitaria o Palácio Imperial, e que gostaria de se encontrar com o casal. Ela levou o texto para a escola e a professora corrigiu. Voltou e reescreveu por cinco vezes e depois passou a limpo, caprichando bem nas letras.  A carta foi lida pelo Imperador, e no dia dois de janeiro deste ano, o grupo foi recepcionado pelo próprio casal imperial, o que só havia acontecido uma única vez em 22 visitas feitas em 44 anos pela escola. 27 mil pessoas estavam no jardim do Palácio Imperial para ver de longe o breve discurso e aceno do imperador. E o grupo do Oshiman foi convidado a entrar no salão do Palácio. Durante essa visita, a imperatriz Michiko chamou a Mayu Miyazaki pelo nome e fez questão de falar com ela. “Na hora eu estava muito nervosa, não sabia que seria chamada pela imperatriz, e só consegui agradecer”, explica a estudante.

A imperatriz Michiko comentou que “no idioma japonês o kanji é difícil e as palavras também são difíceis, mas deve se esforçar para aprendê-los. E agradeça a seus pais e seus antepassados por esse aprendizado”. Já o imperador Akihito falou “Espero que seus sonhos se realizem. Soube que quer ser uma médica”. “Foi muita emoção. Percebi que o imperador e a imperatriz são pessoas muito generosas. Todo o mundo estava chorando no final, tal a emoção em poder encontrar com eles”, conta Mayu.

Como resultado desse encontro, a Mayu recebeu depois um convite para participar da Cerimônia de Celebração pelos 30 anos de Entronização do Imperador Akihito. A professora Mayumi Kawamura Madueño Silva chefiou a delegação da Oshiman e também  acompanhou a Mayu na Cerimônia de Celebração.

Durante um campeonato de Kendô representando a província de Mie com o irmão Shogo.

O caminho para a fluência no idioma

“Tudo o que você planta você colhe, um dia terá retorno. Eu acho que todos os jovens precisam estudar”, disse Mayu numa entrevista ao vivo no canal Afrodeks TV de Leandro Neves dos Santos, quando ele pediu uma mensagem aos jovens brasileiros que trabalham no Japão.

De fato, conforme explica o pai, Carlos Yukito Miyazaki, estudar tem sido uma rotina na vida, não só da Mayu, mas de toda a família Miyazaki. Carlos e Márcia, os pais, são ambos descendentes de originários da província de Kumamoto e ex-bolsistas da JICA – Japan International Cooperation Agency, da turma de 1996~1998. Carlos havia sido bolsista também em 1991, e a Márcia acaba de retornar da bolsa de curta duração de revitalização através da culinária na comunidade nikkei, também da JICA.

Presbítero da Igreja Evangélica Holiness, Carlos conta que o casal assistiu a uma palestra onde se ressaltava a importância das pessoas serem bilíngues. Resolveram ser radicais para aplicar esse conceito. Em casa, passaram a se falar somente em japonês. A Mayu tinha então três anos de idade. “A primeira providência foi colocar os filhos no yochien (jardim da infância) do Colégio Itatiaia, e pedimos que eles ficassem junto com as crianças japonesas, filhos de expatriados. Em poucos meses ela ficou fluente. Depois mantivemos o hábito de somente assistir TV japonesa (animês, novelas, etc). Essa regra foi mantida até a Mayu completar dez anos”, comenta Carlos.  “Fizemos questão que ela estudasse japonês seguindo os livros utilizados nas escolas japonesas”, completa o pai, demonstrando a dedicação para que seus filhos, Mayu (16 anos), Shogo (15) e Aya (13) ficassem fluentes em japonês. No caso da Mayu, o seu êxito precisa ser dividido com uma grande figura, a professora Marico Kawamura, hoje com 91 anos de idade. Desde o início, essa fundadora do Colégio Oshiman acreditou no potencial da Mayu e fez questão de dar aulas de japonês pessoalmente, nos últimos seis ou sete anos, ensinando os detalhes de cada ideograma e seus significados nos poemas clássicos.

Fora isso, a família frequenta a igreja onde a maioria é nikkei. A Mayu treina kendô na Associação Cultural Mie Kenjin do Brasil, onde conseguiu o segundo “dan”. E, pela Associação Mie, ajuda todos os anos no estande de alimentação do Festival do Japão.

Com toda essa ligação com a comunidade nikkei, Mayu pensa em fazer o curso superior no Japão, ou mesmo a pós-graduação, e pretende trabalhar como médica no Brasil e no Japão. Vamos torcer para que os sonhos dela se concretizem. Capacidade e torcida ela têm.

Francisco Noriyuki Sato

Jornalista e editor, professor de História do Japão.

abr 092019
 

A Associação Beneficente dos Provincianos de Osaka Naniwa-Kai realiza no dia 14 de abril (domingo), a sua festa Udon Matsuri .

Além do Udon propriamente dito, haverá venda de doces japoneses como yogashi, castela cake, mochi e manju, trufas e ovos de páscoa, produtos e roupas importadas do Japão, bordados, crochê, artesanatos diversos, cosméticos e bijuterias

Na praça de alimentação, o público poderá degustar de nossos pratos típicos da culinária japonesa, como tempura udon, tirashi sushi, makizushi, shiruko, fukujinzuke e takenoko em conserva!

Associação Beneficente Osaka Naniwa-Kai – Rua Domingos de Morais, 1581 – +info: 11 5549 7226 | osakananiwakai@gmail.com

Entrada franca