out 162015
 

Historical moment: Cristiane A. Sato of the Brazilian J-Fashion Association, flanked by the organizers of the event, presents the Kawaii Pro-Culture Manifesto at the V National Meeting Secret Garden at the Hasbaya Mansion in São Paulo on October 14, 2017.

“Beauty is in the eyes of the beholder. Blessed are the people who appreciate innocence, who protect childhood and who practice naivety and loyalty in today’s world. Peace is the privilege of good will people.

Pollution, violence, crime, corruption, terrorism, war, prejudice, xenophobia, pain and loneliness. Is this the world we want?

For a kinder, more understanding, supportive and prosperous world, where people can afford the ultimate luxury of regaining part of childhood in adulthood, we want to assimilate the Kawaii Culture originated in Japan and to spread it as a tool of global peace. Being a unique cultural manifestation, free of political or religious indoctrinations and not depending on a language to establish communication, Kawaii Culture shows itself as the right instrument to unite different people and generations around the world.

We stand in favor of Kawaii Culture in open Manifesto knowing that this is the first time in the world that it happens. Here is Brazil, the furthest place from Japan in the world. But it is here, in the “land of all together and mixed” that there is room for assimilation and socialization. Here hearts separated by oceans, borders and cultures come together to generate something new.

We recognize that Kawaii Culture is part of Japanese Culture, that it is integrated into Japanese daily life, and that it is part of Japanese identity for centuries. We see beauty in netsuke, in women wearing kimonos with chidori and usagi designs, in wagashi sweets and in jizõ and inari statues scattered along roads and streets.

We were inspired by the work of artists such as Yumeji Takehisa, Junichi Nakahara, Riyoko Ikeda, Yumiko Igarashi, Macoto Takahashi and Eico Hanamura.

We understand that suffering was part of Kawaii Culture phenomena, and the importance of the therapeutic effects of kawaii.

We only understand the importance of Kawaii Culture in recalling the pain Kewpie dolls’ confiscation for gunpowder production caused in children during World War II, and how the return of the dolls after the war brought relief to young survivors during the difficult reconstruction of Japan.

On learning that 222 Himeyuri nurse-girls treasured family shots and illustrations from Shōjo no Tomo magazines inside pencil cases, shortly before committing suicide during the war.

In recalling that a child in cancer treatment moved a generation telling that a Hello Kitty doll became her best friend in the hospital for staying days and nights by her side.

On finding out that 2011 Earthquake with Tsunami’s survivors and neurological diseases’ patients respond positively to treatment with Paro seal pup robots.

Yes, we believe that Kawaii Culture is an expression of art, aesthetics, communication, and of healing of the soul.

Kawaii Culture is NOT a fetish or apology to pedophilia. Criminals see malice in everything and everyone. To denigrate or ban Kawaii Culture is to censor art and an act of prejudice. Reducing the space of childhood penalizes socially and culturally good people who should be free. Only the end of impunity and the removal of criminals from society will allow everyone freedom of expression and reduction of prejudice.

For these reasons, and so that the work idealized by Takamasa Sakurai will not be forgotten, we release THE KAWAII CULTURE MANIFESTO.

We will learn, cultivate, disseminate and defend Kawaii Culture. All true beauty begins with gentleness, understanding, solidarity, and innocence. All peace has this beauty.

KAWAII FOREVER!”

São Paulo, Brazil, on October 14th , 2017.

Signatures:

Bianca Rocha – organization board, V National Lolita Meeting Secret Garden

Érika Barbosa – organization board, V National Lolita Meeting Secret Garden

Layla Carvalho – organization board, V National Lolita Meeting Secret Garden

Lea Dias – organization board, V National Lolita Meeting Secret Garden

Willian Souza – organization board, V National Lolita Meeting Secret Garden

Cristiane A. Sato – president, Brazilian J-Fashion Association

Francisco Noriyuki Sato – president, ABRADEMI – Brazilian Manga and Illustration Artists Association

Makiko Matsuda – professor, University of Kanazawa and USP – University of São Paulo

Yoshikazu Shiraishi – professor, Tokyo Edo Culture Center and USP – University of São Paulo

Patrícia M. Borges – professor, PUC-SP – Pontifical Catholic University of São Paulo and University of Osasco

Manifesto in portuguese    Manifesto in japanese

set 302015
 

Hiroshima Kagura foto5O Teatro Kagura nasceu como forma de agradecer aos Deuses pela colheita de arroz no outono. O prato principal do japonês foi sempre o arroz. O povo japonés, desde a antiguidade, acreditava que os alimentos são feitos pela força dos Deuses da Terra, da Água, do Sol, ou seja, da Natureza. E também achava que vários Deuses do Cosmos protegiam o seu povo.

Hiroshima Kagura do JapaoDesde a antiguidade, o Kagura vem assimilando outras culturas e, atualmente, não é apenas o festival de outono oferecido aos Deuses, mas sim, a apresentação de fatos históricos e da mitologia japonesa em forma de artes cênicas. E assim, há cerca de 70 peças diferentes de Kagura e de vários grupos no Japão, mas há uma concentração maior na região de Hiroshima. “Iwami Kagura” é um dos estilos mais populares desse teatro, e cerca de 100 grupos se concentram nessa região de Iwami que fica na divisa entre Shimane e Hiroshima. Para a apresentação, que será única no Brasil, 17 artistas foram selecionados dentre esses grupos. Hoje, o Teatro Kagura, que teve origem rural dentre os produtores de arroz, é considerado patrimônio cultural do Japão e é divulgado no mundo inteiro.

Apresentação única: Dia 25 de outubro de 2015, às 15 horas. ENTRADA FRANCA.

Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa – Bunkyo – Rua São Joaquim, 381 – Liberdade – São Paulo.

Hiroshima Kagura foto1Distribuição de convites a partir das 13h30 no local (máximo 2 convites por pessoa). O auditório será aberto às 14 horas.

Serão apresentadas duas peças: “Momijigari” e “Yamata no Oroti” (as fotos são dessas duas peças)

Realização: Centro Cultural Hiroshima do Brasil, com patrocínio do Governo da Província de Hiroshima. O evento é realizado como parte das comemorações do 60º aniversário do Centro Cultural Hiroshima do Brasil.

jul 292015
 

hibiki akito oiranHibiki Family é um grupo formado no Japão, cujos integrantes têm formação em Nihon Buyo (dança japonesa), em instrumentos musicais tradicionais, e em teatro popular japonês. O grupo, que se apresentou no Brasil em 2007 e 2008, na comemoração do Centenário da Imigração Japonesa, volta com o repertório renovado, que mistura o teatro tradicional com bastante humor.
Na apresentação no Bunkyo, Hibiki Family contará com a participação do grupos Yuubi – Japanese Dance Company e Kiraku (de Taikô estilo Sukeroku).
No final de semana, dias 8 e 9 de agosto, Hibiki Family e os dois grupos fazem três apresentações. Sábado às 14h e domingo às 11h e também às 15h.

Show do Hibiki Family, Yuubi Dance Company e Taiko Shuudan Kiraku
Dias: 8 e 9 de agosto de 2015 – Sábado, às 14h – Domingo, às 11h e às 15h
Local: Grande Auditório do Bunkyo – R. São Joaquim, 381 – Liberdade – São Paulo – SP – (Estação São Joaquim do Metrô)
Convite: R$ 100,00 – Locais de venda: Pontos de Venda: Bunkyo: (11) 3208-1755 – Rua São Joaquim, 381,
Jukunen-kai: (11) 3209-5935 – Rua Siqueira Campos, 134, Restaurante Kidoairaku: (11) 3207-8569 – Rua São Joaquim, 394, e Doceria Segredo dos Doces (Akashiya): Rua Galvão Bueno, 13, Liberdade.

O Hibiki Family fará um jantar beneficente em prol do Hospital Santa Cruz no dia 5 de agosto.
Local: Blue Tree Hotels Premium Morumbi – Av. Roque Petroni Junior, 1000 – São Paulo – SP
Convite: R$ 350,00 – Informações: (11) 5080-2045 / 5080-2352, com Yuli, Juliana e Daniela

hibiki familyHIBIKI FAMILY

HIBIKI AKITO, nascido em Hokkaido (Japão), foi criado no Brasil e a partir dos 6 anos começa a aprender o Nihon buyo, taiko, shamisen e kendo, além de canto. Retorna ao Japão aos 20 anos de idade e entra no grupo de Taishuu Engeki – tradicional teatro popular no Japão. Aos 24 anos, junto com Kazuma e Yuka, cria seu próprio grupo: o Hibiki Family, que neste ano comemora 10 anos.

HIBIKI KAZUMA, nascido em São Paulo, a partir dos 4 anos começa a aprender Nihon Buyo, wadaiko, tsugaru shamisen e kendo. Junto com Akito vai ao Japão e entra no grupo de Taishuu Engeki. Com a criação do Hibiki Family passa a integrar o grupo.

HIBIKI YUKA começou suas atividades com o famoso artista Nakamoto Koji. Junta-se ao Hibiki Family e desde então vem realizando inúmeros shows no Japão.

jul 282015
 

ceramica casarao do cha mogi

A arte da cerâmica se desenvolveu em diversas partes do mundo, inclusive no Japão, onde foram recuperadas peças feitas no período Neolítico (11 mil a.C.). A partir do século IV, o país recebeu grande influência chinesa, porém, criou seu próprio caminho ao valorizar o trabalho de artesãos que criaram métodos próprios de produção da cerâmica. Hoje, existem vários estilos reconhecidos e as peças continuam sendo produzidas manualmente, uma a uma, como objetos de grande valor artístico.

A HISTÓRIA DO TORNO

Os primeiros tornos surgem como meio de facilitar a modelagem da peça, sem a necessidade de o ceramista andar em volta dele.  Provavelmente eram compostas de uma roda pesada que girava entorno de um eixo fixado ao chão, rodada por um bastão. Na etapa seguinte, surgem tornos movidos com o pé, que consiste numa base circular conectada por um eixo a uma roda pesada. Logo, surgem tornos de pé com pedais que facilitaram o trabalho do ceramista. Os tornos sempre foram largamente utilizados no Japão, para fazer todos os tipos de instrumentos domésticos, como vasos, copos e pratos.

Hoje, é mais comum os ceramistas utilizarem tornos elétricos que são movidos por um motor e possuem um pedal para a regulagem da velocidade.

A TÉCNICA

O torno é um importante instrumento do ceramista para a modelagem das peças cerâmicas. A peça é torneada colocando-se a argila macia em cima do disco, no centro do aparelho, molha-se as mãos ou os instrumentos para diminuir o atrito com o barro e, então a argila é afinada e modelada no formato do objeto. O Processo é rápido: em pouco tempo as peças são modeladas.

Nascido em Mogi das Cruzes, filho do ceramista Akinori Nakatani inicia-se na cerâmica aos 15 anos. Em 2008 conclui o curso de Bacharelado em Artes Visuais pela Faculdade Belas Artes e, desde então, dedica-se à pesquisa das possibilidades da cerâmica de Alta Temperatura no seu atelier em Mogi das Cruzes. Foto: Jonny Ueda, Jornal O Diário de Mogi, 2014

Nascido em Mogi das Cruzes, filho do ceramista Akinori Nakatani inicia-se na cerâmica aos 15 anos. Em 2008 conclui o curso de Bacharelado em Artes Visuais pela Faculdade Belas Artes e, desde então, dedica-se à pesquisa das possibilidades da cerâmica de Alta Temperatura no seu atelier em Mogi das Cruzes. Foto: Jonny Ueda, Jornal O Diário de Mogi, 2014

No dia 2 de agosto, domingo, será realizada uma demonstração do uso de torno na cerâmica, pelo artista Yuuki Nakatani, no Casarão do Chá de Mogi das Cruzes. A atividade faz parte do 2º Festival de Cerâmica, com exposição e vendas de 70 ceramistas, área de lazer e área de alimentação com pratos variados e o chá preto, que deu origem ao Casarão de Chá. Aliás, o próprio Casarão, construido pelo japonês Kazuo Hanaoka, em estilo japonês, aproveitando-se as curvaturas próprias das árvores em sua estrutura, já vale o passeio. O Festival de Cerâmica tem entrada franca.

DEMONTRAÇÃO DE TORNO
DATA: 02/08/2015
LOCAL: CASARÃO DO CHÁ
13:00 – INÍCIO DA DEMONSTRAÇÃO
14:00 – TÉRMINO DA DEMOSTRAÇÃO

No mesmo dia, o artista Osvaldo Perez fará demonstração da técnica de Raku Tradicional e de Raku Nu, com queima, das 9 às 15h30. Também será realizada uma oficina de apitos e ocarinas de Mayy Koffler, das 10 às 15h30 (com pausa para almoço). Essa oficina é paga. Informações: acasaraodocha@gmail.comhttp://www.casaraodocha.org.br/

Veja como chegar ao Casarão do Chá, que fica na Estrada Nagao, km 3, bairro Cocuera, Mogi das Cruzes http://casaraodocha.org.br/wp/?page_id=24

ceramica mayy kofflerceramica osvaldo perez

 

maio 202015
 

seja um ninjaConta-se que o guerreiro Nobunaga Oda levou 46 mil homens para atacar os revoltosos camponeses de Iga, matando 4 mil deles em 1581. Os líderes de Iga se refugiaram nas montanhas e treinaram técnicas para enfrentar as armas de fogo da tropa de Nobunaga, o que deu origem aos ninjas que hoje conhecemos. As lendas contam, entretanto, que os ninjas existiam desde o final do Período Heian (794 a 1185), nas montanhas nos arredores de Kyoto, onde eles faziam treinamentos e frequentemente eram confundidos com “yamabushi”, que também treinavam nos mesmos locais.

Iga, hoje uma cidade da província de Mie, ficou conhecida por esse passado histórico e até hoje mantém um museu exclusivamente voltado aos ninjas: o Iga Ninja Museum.

O livro “Seja um Ninja!: Como vestir um traje Ninja (Cool Japan)” escrito por Ikunen Kosaiji e Lawrence Lein, e publicado pela editora Kosaiji Books do Japão, teve o total apoio do Iga Ninja Museum. O livro mostra, com muitas fotos, todos os instrumentos utilizados pelos ninjas de verdade e as regras do ninja, entre outros assuntos. A versão em idioma português foi feita pela Cristiane A. Sato.

Adquira a versão digital na Amazon.com.br por R$ 10,08. Parte do conteúdo pode ser vista na versão em inglês do mesmo livro.

Em São Paulo, há um grupo que treina a arte ninja, na Associação Cultural Mie Kenjin do Brasil (11) 5549-6857. E-mail: miekaikan100@hotmail.com