jul 242014
 

okinawa teatro gazeta 2014Em comemoração aos 10 anos de sua fundação, o Teatro Nacional de Okinawa e a Fundação Japão promovem o espetáculo Danças e Canções de Okinawa – Novos Ares de Ryukyu. O evento acontece no dia 20 de agosto de 2014, no Teatro Gazeta, com entrada gratuita.

São cinco dançarinos e quatro músicos selecionados pelo mestre Michihiko Kakazu, diretor de arte do Teatro Nacional de Okinawa, que também vem ao Brasil para dirigir o espetáculo. A apresentação inclui desde as peças mais clássicas até as mais alegres e dinâmicas, reunindo em um único espetáculo o diversificado encanto da dança, dos cantos, da música e das narrativas de Okinawa. Além do figurino vistoso, a música chama atenção por ser inteiramente executada ao vivo, no palco, ao som de instrumentos tradicionais japoneses, como o koto, taiko ou o sanshin, o clássico instrumento de três cordas.

Os ingressos (até dois por pessoa) poderão ser retirados a partir de 5 de agosto, na bilheteria do Teatro, de terça a domingo das 14h às 20h.

Danças e Canções de Okinawa – Novos Ares de Ryukyu
Data: 20 de agosto de 2014 (quarta-feira) –Horário: 20h
Local: Teatro Gazeta – Endereço: Av. Paulista, 900 – Estacionamento conveniado: Multipark – Rua São Carlos do Pinhal, 303 – subsolo (desconto com selo do Teatro Gazeta, válido somente no horário de apresentação do espetáculo). Vá de metrô!
Duração: 120 minutos

Os artistas – A apresentação no Brasil contará com a participação dos artistas Osamu Aka, Naoya Ishikawa, Satoru Arakaki, Yoshikazu Sanabe, Shigeo Miyagi; e dos músicos Toshimichi Arakaki, Itsuo Nakamura, Sanehito Takamiyagi, Kazuki Tamashiro. Além da direção de arte, de Michihiko Kakazu, o espetáculo conta com a direção de palco de Michiaki Nakamura.

okinawa ryukyuKumiodori de Okinawa – Okinawa é uma bela ilha cercada por mar azul, localizada a Sudoeste do Japão. Conhecida como o Reino de Ryukyu no passado, estabeleceu contato com diversos países da Ásia, o que permitiu que reunisse uma rica cultura. Típico no local, o Kumiodori, que ao pé da letra significa “dança em conjunto”, é estruturado por canto, música e dança. Em 2010, no intuito de preservar a arte clássica teatral da ilha de Okinawa, o Kumiodori foi designado Patrimônio Cultural Imaterial pela UNESCO. A denominação refere-se a práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas – junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados. Acredita-se que a primeira apresentação de Kumiodori tenha ocorrido em 1719, durante um banquete. Na ocasião, duas peças tradicionais – Shushin Kaneiri e Nido Tekiuchi – foram apresentadas com o intuito de entreter diplomatas chineses que viajavam ao local.
Passadas de geração para geração, as apresentações passaram a incluir o público em geral, não apenas na plateia, mas também praticando a arte.

Michihiko Kakazu – Dançarino da dança de Ryukyu e divulgador do Kumiodori, Michihiko Kakazu nasceu na cidade de Naha, em 1979, e já aos quatro anos de idade começava a praticar a dança de Okinawa. Discípulo do já falecido Nozo Miyagi, hoje é mestre na Associação Nori no Kai do Estilo Miyagi, com vasta atuação como roteirista e ator de teatro contemporâneo e também de novas peças de Kumiodori.
Em abril de 2013, foi nomeado diretor de arte do Teatro Nacional de Okinawa. Sua trajetória inclui diversas apresentações no exterior, incluindo participação como dançarino no espetáculo da Comitiva de Artes de Okinawa organizado pela Fundação Japão no ano de 2000, em comemoração ao encontro do G8. Em 2011, foi membro do Conselho de Artes de Okinawa em turnê de espetáculos pela Europa. A convite da Associação da Província de Okinawa do Brasil, realizou uma apresentação em São Paulo, em agosto de 2012.

Teatro Nacional de Okinawa – Inaugurado em 2004, o Teatro Nacional de Okinawa, na cidade de Urasoe, é um marco para a cultura local. Construído pelo governo federal japonês, é o primeiro no gênero a ser construído fora das cidades de Tóquio e Osaka. A construção do novo teatro é a prova do reconhecimento e prestigio de sua cultura na região. O novo templo da cultura tem 14 mil metros quadrados de área construída, numa área de 24 mil metros, e capacidade para 600 pessoas.

Depois da apresentação em São Paulo, o grupo segue para o Rio de Janeiro, e depois para apresentações na Bolívia, nas cidades de Santa Cruz de La Sierra e La Paz.

mar 302013
 

A Fundação Japão promoveu uma palestra e desfile da estilista Sueko Oshimoto, no dia 7 de março de 2013, no auditório do MASP em São Paulo. O público, formado principalmente por estudantes de moda, lotou o espaço. Em sua palestra, a estilista falou sobre o quimono tradicional e o moderno, e explicou as partes que compõem essa vestimenta.
Sueko Oshimoto nasceu em Okinawa, no Japão, e desde 1999, mora em Los Angeles, Estados Unidos. Ela teve a sua formação no Japão, e desde 2005, é diretora executiva da Yamano-ryu Kimono Dressing School, ensinando a arte do quimono em Los Angeles e Las Vegas. É estilista de revistas como Vogue, e também criou modelos para artistas para a entrega do prêmio Grammy. Criou modelos para diversos filmes, para Miss Asia EUA, e para o ator George Takei. Sua empresa recebeu o nome de Kimono Suehiro, e no dia 24 de março, lançou o livro fotográfico digital “Visions of Kimono”, que está à venda na Amazon.com.
Aqui está uma entrevista da Sueko Oshimoto para a TV Nikkey, em duas partes.

mar 142013
 

O Livro do Travesseiro

Escrito no século X em Heiankyô, atual Quioto, por Sei Shônagon (c. 966-1020), dama da corte da Imperatriz Teishi, O Livro do Travesseiro é a principal obra da literatura clássica japonesa. É também a porta de entrada mais certeira para o universo de costumes, valores e atitudes mentais que moldam, até hoje, a base de vida no Japão.

Com cerca de trezentos textos curtos, que podem ir de algumas páginas a uma única linha, e que podem ser lidos em sequência ou com a liberdade do acaso, o livro compõe um belo inventário da cultura do Japão da corte, vista pelo olhar poético de uma grande escritora.

Verdadeiro recenseamento dos costumes e práticas do período Heian — aquele em que se forma e sistematiza a estética propriamente japonesa, O Livro do Travesseiro compõe um registro dos afetos, da sensibilidade e do conhecimento de uma época. Sei Shônagon narra e descreve grandes acontecimentos festivos (como os festivais religiosos e musicais) e os complexos códigos de conduta, que se estendem desde as relações entre a Imperatriz e suas damas, entre pessoas de diferentes sexos, gerações e distintos graus na hierarquia do poder, até os mínimos e surpreendentes detalhes da etiqueta e do vestuário.

Organização de Madalena Hashimoto Cordaro, tradução de Geny Wakisaka, Junko Ota, Lica Hashimoto, Luiza Nana Yoshida e Madalena Hashimoto Cordaro. O Livro do Travesseiro tem 616 páginas e é vendido a R$ 78,00 nas livrarias.

Sobre a autora: Sei Shônagon, como é conhecida hoje, recebeu tal nome enquanto atuava como servidora da Consorte Imperial Teishi, esposa principal do Imperador Ichijô (980-1011, no trono desde 986 até a morte). Nascida por volta de 966, filha e neta de poetas renomados, é convocada no ano de 993 pelo Conselheiro-Mor Fujiwarano Michitaka para servir à Corte de sua filha, Teishi, em Quioto, então capital do Império. Sei Shônagon inicia então, possivelmente aos 27 anos, suas atividades na Ala Feminina do Palácio Imperial, e logo começa a escrever os textos que comporão O Livro do Travesseiro, obra concluída no ano 1001. Em 1000, Teishi falece após complicações de parto, aos 24 anos, e, em 1011, morre o Imperador Ichijô. Afastada da corte, Sei falece em Quioto, por volta do ano 1020.

O lançamento de “O Livro do Travesseiro” acontecerá no dia 23 de março de 2013, das 11 às 14 horas, na Livraria Martins Fontes Paulista, Av. Paulista, 509, prox. Estação Brigadeiro do metrô.

fev 202013
 

A Fundação Japão realiza a exposição do projeto “Ukiyo-e Heroes”, com 15 obras (xilogravuras) do ilustrador norte-americano Jed Henry, durante o período de 04 de março a 12 de abril de 2013 no JOH MABE Espaço Arte & Cultura, Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 4.225 – Jardim Paulista – São Paulo – Tel: (11) 3885-7140.

“Ukiyo-e Heroes” é um projeto sem precedentes. Uma série de paródias envolvendo personagens de videogames já foi feita, é verdade. Mas o que eles (Jed, o artista ilustrador e David, o gravador) fizeram quando decidiram juntar cultura pop com gravura tradicional japonesa resgata o próprio pensamento do Ukiyo-e. Para tal é preciso enfatizar que as estampas japonesas, que encantaram os impressionistas europeus do século XIX, sobretudo pela nostalgia e exotismo, eram, na verdade, retratos da vida cotidiana e de ícones, tais como as cortesãs e os atores famosos, contemporâneos à época em que foram feitas. Jed, ao trazer sua paixão por videogames, juntamente com seu magnífico traçado e composição, para o universo da gravura japonesa, o qual David domina e executa com exímio talento há mais de 30 anos, atualiza a tradição desta arte e nos aponta para as origens dos videogames.”, afirma Fernando Saiki, autor do artigo sobre a prática da estampa japonesa no livro “Imagens do Japão II”, organizado por Christine Greiner e Marco Souza.

Além da exposição, haverá um bate papo e demonstração da técnica do “Mokuhanga “(Imagem impressa pela madeira), no dia 02 de março de 2013 (sábado), em dois horários, às 10h e 14h, com o ilustrador, Jed Henry. O artista plástico brasileiro Fernando Saiki, que desenvolve obras em xilogravura japonesa, também participa do evento. A conversa, toda em inglês, terá tradução consecutiva para o português. As inscrições para o bate papo, limitadas a 35 pessoas por turma, devem ser feitas pelo site www.fjsp.org.br.

Durante a passagem pelo Brasil, Jed também profere uma palestra fechada aos alunos da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo.

Ukiyo-e Heroes – O projeto iniciado em abril de 2012, em parceria com o gravador anglo-canadense residente em Tóquio, David Bull, já arrecadou U$ 313,000 na plataforma digital Kickstarter, ganhando destaque na mídia internacional, noticiado no jornal The Japan Times, na revista GQ, no site CCN Money e na versão digital da revista Wired (edição japonesa e inglesa).

Ukiyo-e – A tradução de Ukiyo-e (“Figuras de um mundo flutuante”), nascido no Japão durante o Período Edo (1603-1868), refere-se a um termo budista sobre a brevidade e a incerteza da vida. Sua criação reflete basicamente às mudanças comportamentais da época (como o nascimento da classe burguesa), quando a arte se tornou popular. As primeiras gravuras foram realizadas para ilustrar livros, mas Ishikawa Moronobu (?-1694), considerado o pai do Ukiyo-e, cunhou a gravura Ichimai-e ou Ichimai-zuri, ou seja, folha avulsa, sem ligação com qualquer livro. Mas foi com Okumura Masanobu que o ukiyo-e ganhou inovação, com o desenvolvimento da gravura de perspectiva (uki-e) e de pilastra (hashira-e). E o artista Suzuki Harunobu a elevou a um grau de complexidade e sofisticação, compondo imagens de até dez cores impressas em blocos diferentes.

A temática era variada, mas se concentrava na vida urbana e as cenas do cotidiano (cortesãs, lutadores de sumô e atores de teatro kabuki, também nascido na época), com destaque, para as paisagens, cidades japonesas e as inúmeras representações/vistas do monte Fuji, um dos maiores cartões postais nipônicos. Com a abertura do Japão ao Ocidente, na Era Meiji (1868-1912), e a popularização de métodos mais baratos, como a gravura em metal, litografia e a fotografia, o ukiyo-e cai em desuso. Usado como papel de embrulho de porcelanas e cerâmicas exportadas para Europa, iria influenciar drasticamente pintores impressionistas franceses, como Claude Monet.

Jed Henry – Ilustrador norte-americano, graduado em Bacharel em Fine Arts Animation (2005-2008) pela Brigham Young University (BYU), em Utah, Estados Unidos. Na área da animação, estagiou na SONY Pictures e ganhou prêmios como o primeiro lugar (Student Emmys) e terceiro (Student Academy Awards), com “KITES”, seu filme/tese de graduação, em 2008. Ilustrou livros infantis da editora Houghton Mifflin, entre outras como a Penguin, Harper Collins e Candlewick. Além disto, se considera um jogador de videogames profissional, japanófilo e nerd assumido.
Fernando Saiki – Artista plástico formado pela Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP), com especialização em Escultura, em 2004. Pesquisa e desenvolve trabalhos plásticos em xilogravura japonesa (mokuhanga), além de ministrar cursos e oficinas, desde 2006.
jan 112013
 

A Fundação Japão realiza o seu curso de língua japonesa (JF Koza-Curso da Fundação Japão) em 24 países, inclusive em São Paulo. O curso, com capacidade para atender 30 pessoas, iniciou-se no final de setembro. A partir do final do mês de janeiro de 2013, serão oferecidos mais dois módulos.

O Curso da Fundação Japão adota o “JF Standard for Japanese-Language Education” (JFS), baseado no QECR (Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas Estrangeiras), que é utilizado no ensino de línguas europeias como língua estrangeira em institutos como Goethe, Aliança Francesa e Cervantes.

A utilização do JFS possibilita, por exemplo, comparar o nível de proficiência em japonês e em alemão e com isso, saber claramente o nível de cada aluno em cada língua. O JFS vem sendo utilizado para delinear o curso, o cotidiano das aulas e também para a preparação das provas. A meta de cada classe é descrita, por exemplo, utilizando a língua japonesa de acordo com as situações da vida real.

O conteúdo e as formas de avaliação deste curso são planejados por professores com treinamento especializado no parâmetro JFS e na utilização do material didático MARUGOTO, fazendo dele um curso com uma nova metodologia que incorpora os mais recentes estudos relacionados ao ensino de língua japonesa. Neste curso são estudadas, não somente a língua, mas também a sociedade e a cultura em sua totalidade.

O curso de Língua Japonesa MARUGOTO da Fundação Japão é realizado em parceria com a Aliança Cultural Brasil-Japão. A cada semestre há a previsão de abertura de turmas em nível sequencial. Nos cursos de língua japonesa tradicionais é comum estudar estruturas gramaticais mais simples no início para depois aprender as mais complexas. Neste curso, porém, mesmo as expressões consideradas complexas para os níveis básicos, se forem muito utilizadas ou adequadas a um determinado contexto, são ensinadas a partir das etapas iniciais.

Nos níveis introdutório e básico, há dois módulos para cada etapa: KATSUDO (Atividades) e RIKAI (Compreensão). No módulo KATSUDO aprende-se como utilizar a língua japonesa de forma adequada às situações e aos objetivos. No módulo RIKAI, estuda-se enfocando a escrita, o vocabulário, a parte gramatical e das sentenças-padrão. Em contraste com os métodos tradicionais, em que primeiramente se compreendia a estrutura da frase para se prosseguir com as atividades, neste curso, o conhecimento da língua japonesa adquirido nas aulas de KATSUDO é organizado posteriormente nas aulas de RIKAI. Desse modo, o aluno perceberá as regras gramaticais através dos vocábulos utilizados ao ouvir e falar nas aulas de KATSUDO, sendo esta aprendizagem de língua a mais próxima da realidade de quando uma pessoa é submetida a um ambiente de língua estrangeira.

As turmas oferecidas:

【A1 KATSUDO】 – Período: 30/Jan a 26/Jun de 2013
30 horas (90 minutos x 20) – Horário: Quarta-feira das 19:00 às 20:30
Local: Aliança Cultural Brasil-Japão (Vergueiro)
Material Didático: 『まるごと 日本のことばと文化』 (Marugoto Língua e Cultura Japonesa) volume “A1 KATSUDO”(入門) e “Glossário”
Idade: a partir de 14 anos. Número de alunos: 10 a 15 alunos

【A1 RIKAI】 – Período: 2/Fev a 29/Jun de 2013
40 horas (120 minutos x 20) – Horário: Sábado das 13:00 às 15:00
Local: Fundação Japão
Material Didático: 『まるごと 日本のことばと文化』 (Marugoto Língua e Cultura Japonesa)
volume “A1 RIKAI”(入門)
Idade: a partir de 14 anos. Número de alunos: 10 a 15 alunos

【A2-1 KATSUDO】 Período: 31/Jan a 27/Jun de 2013
40 horas (120 minutos x 20) Turmas: A1-K1 Quinta-feira das 19:00 às 21:00
Local: Aliança Cultural Brasil-Japão (Vergueiro)
Material Didático: 『まるごと 日本のことばと文化』 (Marugoto Língua e Cultura Japonesa)
volume “A2-1 KATSUDO”(初級1)
Idade: a partir de 14 anos. Número de alunos: 10 a 15 alunos

※Informações sobre o curso: Fundação Japão em São Paulo, Tel: (11) 3141-0110
E-mail: marugoto@fjsp.org.br, www.fjsp.org.br

※Assistam a uma aula gratuita mediante agendamento. Aliança Cultural Brasil-Japão – Tel: (11) 3209-6630 – www.aliancacultural.org.br

Informações sobre outros cursos de idioma japonês

dez 212012
 

A Nippon Express do Brasil (conhecida no Japão como Nittsu) fará uma palestra sobre mudanças internacionais, no Hotel Intercontinental São Paulo, na Avenida Paulista, 1123, São Paulo/SP, no dia 23 de janeiro de 2013, das 13h30 até 14h30. Nessa 11ª explanação que fazem aqui, os especialistas em transporte visam falar principalmente para os residentes no Brasil que se mudarão para um outro país, abordando tópicos como as técnicas para arrumar a bagagem, como escolher um presente para levar, e os métodos de transporte disponíveis. A palestra será gratuita e a participação é aberta aos interessados em geral, embora tenha sido preparada para o público japonês. Haverá intérprete no local para facilitar a comunicação.

Fundada no Japão em 1937, a Nippon Express é a maior empresa japonesa em logística de transportes, presente diretamente em 37 países. Ela Está no Brasil desde 1979. Veja aqui um vídeo sobre a empresa, em inglês.

Maiores informações no escritório da Nittsu: 11 3583-3850 – removals@nittsu. com.br

dez 182012
 

Banquete de Ano Novo, Osechi Ryouri, no Blue Tree Premium Paulista

No dia 1º de janeiro de 2013, às 13h, o Blue Tree Premium Paulista oferece, em grande estilo, o Osechi-ryouri, tradicional banquete japonês de boas-vindas ao Ano Novo. O almoço, que já é realizado há seis anos no hotel, e visa compartilhar as boas energias da Terra do Sol Nascente.
Realizado em parceria com o Noah Gastronomia e com apoio do Bistro Kazu, o menu do almoço inclui saborosos pratos típicos e tradicionais dessa época do ano no Japão. O Osechi é preparado com alimentos que simbolizam desejos de dias melhores, incluindo o Kuromame (feijão preto), que representa saúde; o Kamaboko (massa de peixe nas cores vermelho e branco) para atrair sorte; o Kombu Maki (alga marinha) em busca de alegria; o Datemaki (omelete), cuja cor amarela remete ao luxo e ao brilho; o Kurikinton (doce de castanha portuguesa), que significa “bolinhas de ouro” e tem relação com a fortuna; e o Ozouni (sopa com mochi, massa de arroz, peixe, kani e cebolinha), simbolizando renascimento junto ao ano que se inicia.
Além do tradicional prato Osechi, o banquete conta com o maravilhoso buffet internacional do Noah servido ao som de uma encantadora apresentação de koto, instrumento musical de cordas muito suave.
O almoço é limitado a 120 vagas e o valor por pessoa é R$165,00 +10%de taxa de serviço. As reservas podem ser feitas pelo telefone (11) 3147-7028 ou pelo e-mail kakemi@bluetree.com.br.

Local: Blue Tree Premium Paulista – Endereço: Rua Peixoto Gomide, 707 – São Paulo/SP

dez 102012
 

O Matsubara Hotel Paraíso preparou uma ceia especial para a noite do dia 31, com um cardápio que inclui cascata de lagosta, leitão a pururuca, bacalhau e batata sauté, entre outras delícias, mas para quem gosta da culinária japonesa, as grandes atrações são a anchova grelhada recheada de cogumelos, sobá, tempurá de camarão, missoshiru, buta no kakuni, salmão e sushi. Enfim, são vários pratos servidos das 20 às 24 horas, a R$ 350,00 o convite individual. Show na virada com Michael Tamura. O chef é o renomado Shin Koike.
O hotel também serve brunch no dia 1º, das 10 às 14 horas, com ozoni (sopa de moti), yakimeshi, yakissoba, kakiague de legumes, shimeji na manteiga, missoshiru, salmão grelhado, nishimê e outras iguarias e saladas.
Para quem vem de fora, o Matsubara oferece pacotes especiais para hospedagem com ceia e/ou brunch.
O Matsubara Hotel fica na Rua Coronel Oscar Porto, 836 – Paraíso, perto da Av. Paulista – tel. 11 3561-5000. http://www.matsubarahotel.com.br

dez 102012
 

Ibirapuera
O show especial na fonte multimídia do lago do parque começou dia 1º, com apresentações diárias e gratuitas, sempre em dois horários: às 20h30 e às 21h. No domingo dia 9, foi iluminada a tradicional árvore de Natal de 58 metros, que se destaca junto com uma pista de patinação no gelo, com 375 m² e entrada gratuita.
Avenida Paulista
As fachadas de prédios e estabelecimentos comerciais já estão decorados, e há uma Praça de Natal no meio da avenida, com uma passarela de quase mil metros quadrados. Carrossel, roda-gigante, ursos, renas, e é claro, um Papai Noel de 8 metros decoram o local. A Associação Brasileira de J-Fashion fará um passeio no local, no dia 16, promovendo o 1º Harajuku Fashion Walk in São Paulo.
Liberdade
A praça da Liberdade, este ano, também faz parte do projeto da Prefeitura de São Paulo, o “Natal Iluminado”. As árvores da praça ganharam luzes coloridas de led, disputando a atenção com os “noboris” (bandeirolas típicas) do 44º Toyo Matsuri, Festival Oriental, que decoram o local no mês de dezembro. No dia 31 de dezembro, de manhã, participe do 42º Moti Tsuki Matsuri, na praça da Liberade.

dez 072012
 

A 8º Exposição de Artes Plásticas da Associação Gifu Kenjin será realizada no Consulado Geral do Japão, Avenida Paulista, 854, Edifício Top Center, São Paulo/SP. Artistas japoneses, brasileiros descendentes e não descendentes de japoneses expõem seus trabalhos com o tema livre. Uma das participantes é a pintora Matilde Naoko Ezawa (http://www.flickr.com/photos/artexplorer/2585887678/). O evento começa dia 11 e vai até dia 21 de dezembro de 2012, no horário das 10 às 17h30, com entrada franca. A cerimonia de abertura está marcada para o dia 10/12 às 17h30. Informações: Assoc. Gifu – Tel. 3209-8073