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Projeto será realizado no Pavilhão Japonês, no Parque do Ibirapuera, de 7 a 23 de setembro

O Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera recebe, de 7 a 23 de setembro, o projeto Kyojitsu-Hiniku: Between the Skin and the Flesh of Japan — Sob a Pele – Sobre a Carne do Japão. De 7 a 23 de setembro, serão realizados uma exposição coletiva e vários eventos públicos, com a curadoria de Naoko Mabon, com a cooperação da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (BUNKYO) e apoio da Fundação Japão em São Paulo e Consulado Geral do Japão em São Paulo.

O evento, que faz parte dos eventos em comemoração aos 110 Anos da Imigração Japonesa no Brasil, coincide com a 33a Bienal de São Paulo, que também acontece no Parque do Ibirapuera.

Para a exposição, foram convidados cinco artistas a tratar de maneira poética, física ou conceitual questões de identidade nacional, social ou individual do Japão, da imigração ou de elementos que reflitam a memória ou experiência dos imigrantes.

Faz parte da programação evento com o artista Satoshi Hashimoto, performances de dança de Danilo Silveira e Beatriz Sano, conversa com os artistas Takanori Suga, Juliana Kase e performance sonora-visual de Rodrigo Amor Experimental e Evandro Nicolau.

O título do projeto, ‘Kyojitsu-Hiniku’, se refere à teoria artística de Monzaemon Chikamatsu (1653-1725), apresentada em seu primeiro ensaio sobre Joruri, a arte tradicional japonesa de bonecos.

O projeto apresentará diversas interpretações e entendimentos a respeito da história e da complexidade da imigração Japonesa no Brasil, representando uma oportunidade para refletir de forma muito mais abrangente, abrindo discussões amplas para além de origens, línguas e culturas específicas.

Mais informações sobre o projeto e sua programação estão disponíveis no site

https://kyojitsu-hiniku.tumblr.com/.

 

PROGRAMAÇÃO

(agenda de eventos: goo.gl/sGd9cH):
 09/09, domingo, às 15h: Evento com: Satoshi Hashimoto
 15/09, sábado, às 14h: Performance de dança: Danilo Silveira
 15/09, sábado, das 15h às 17h: Conversa com a artista Juliana Kase
 22/09, sábado, às 14h: Performance de dança: Beatriz Sano
 22/09, sábado, das 15h às 17h: Conversa com artista: Takanori Suga
 23/09, domingo, às 16h: Performance de sonora-visual: Rodrigo Amor Experimental e Evandro Nicolau

ARTISTAS

Juliana Kase –  Nascida em Curitiba, em 1980, Juliana atualmente vive e trabalha em São Paulo. Uma artista contemporânea nipo-brasileira, cuja prática artística abrange diversas linguagens da imagem bidimensional em relação ao contexto em que se insere – desde instalações em relação à arquitetura, até clichês usados de imprensa em relação ao contexto social-histórico-político ou, ainda, dirigindo um documentário sobre a obra poética do Editor Massao Ohno – sempre prestando atenção a função que a imagem e a arte desempenham. Sua exposição individual mais recente, Clichês (São Paulo, 2017), incluía uma instalação de um mapa alternativo da América Latina, em que os visitantes eram convidados a imprimir os nomes das línguas indígenas que compunham o Mapa. Para este projeto, Kase, que retornou recentemente de sua primeira visita ao Japão para pesquisar sobre o conceito de imagem no teatro Nô e outras artes japonesas, criará um novo trabalho em vídeo-projeção dialogando com o Pavilhão Japonês. Com base em entrevistas e encontros presenciais, seu novo filme explora nossas memórias pessoais e sociais e como esses elementos se sobrepõem ou produzem lacunas, além do tempo, da cultura e da localização. Para dar uma dimensão material à pesquisa, dois artistas de São Paulo – Danilo da Silveira e Beatriz Sano – serão convidados para a apresentação de dança durante a exposição em diálogo com o filme de Kase. Mais sobre a artista em http://galeriapilar.com/en/artistas/juliana-kase/

Danilo Silveira – Bailarino, natural da cidade de Araçoiaba da Serra, interior de São Paulo, é doutorando em Artes Cênicas pela USP e Bacharel em Dança pela Universidade Estadual do Paraná. Estudou dança na Universidad Mayor, em Santiago, no Chile. Criou o solo de dança Garoa, aprovado pelo Edital Proac 2014. Atualmente integra o coletivo Olho D’Água: Proposições Artísticas, do qual é propositor do projeto Paisagens Invisíveis, aprovado pelo Edital Proac 2017.

Beatriz Sano – Coreógrafa, dançarina e professora, graduou-se em dança pela Unicamp e faz parte da Key Zetta & Cia desde 2009. Em 2015, ganhou o prêmio Denilton Gomes de bailarina revelação pelo espetáculo SIM da cia. Em 2013, foi contemplada pela bolsa Rumos Itaú Cultural, na carteira de residência artística. Em 2016, foi ao Japão aprofundar a técnica de seitai-ho e teatro noh, que pratica no Brasil desde 2011 com Toshi Tanaka.

Takanori Suga – Nasceu em Nagasaki, em 1985, e atualmente vive e trabalha em Chiba. A prática artística de Takanori Suga se refere com frequência ao graffiti, uma forma de street art, na qual a existência humana é evidenciada pela inscrição de uma assinatura própria ou uma imagem simbólica que a representa. Para este projeto, Suga visitará São Paulo para criar um novo trabalho público em local específico de sua série Dripping Project, que será uma resposta artística direta à construção singular do Pavilhão Japonês. A série Dripping Project é conhecida por sua intervenção marcante e expressiva em nossa paisagem cotidiana através da instalação de imagens de gotejamentos de tinta brancos gigantes em frente a arquiteturas históricas e construções, como por exemplo, a antiga Casa Oficial de Kyoto; a antiga escola de ensino fundamental em Kagoshima; um parque em Asakusa, com a icônica torre Skytree de Tokyo ao fundo; o histórico portão de entrada da cidade Kakeo Onsen em Saga; entre outros. A imagem do gotejamento branco pode nos lembrar uma cachoeira, que é tradicionalmente um motivo frequente nas artes e ofícios japoneses ou mesmo nos lembrar do início energético da vida primitiva. A cor branca é escolhida para representar a ideia oriental do ‘intervalo’ ou ‘MA’ (espaço ou relação entre as coisas). Assim, esta série almeja evocar a paisagem e construir um ambiente que vemos diariamente de um ponto de vista ou contexto totalmente diferente ao inserir ‘o intervalo como caos’ ou ‘MA como um espaço e tempo brancos’ na arquitetura ou paisagem organizada.

Detanico Lain – A dupla é formada por Angela Detanico, nascida em Caxias do Sul, em 1974, e Rafael Lain, também de Caxias do Sul, em 1973. Atualmente, vivem e trabalham em Paris, na França. No centro de seus interesses artísticos está a visualização do conceito de linguagem ou de objeto. Sua abordagem estabelece um diálogo com a Poesia Concreta, que surgiu nos anos 1960 e se desenvolveu desde então espontaneamente pelo mundo. Detanico Lain participou de uma residência artística por seis meses em Villa Kujoyama, administrado pelo Instituto francês do Japão, em Quioto, investigando o trabalho de Katsue Kitazono (1902-78), um poeta e crítico japonês que introduziu a Poesia Concreta no Japão e desenvolveu ‘Plastic Poetry’ (Poesia Plástica) como resposta ao movimento. ONDA é uma peça escultural, feita de sal e instalada no chão. A forma de onda é baseada na tabela de linguagem visual que os artistas desenvolveram, traduzindo cada letra do alfabeto em uma forma de onda. Esta peça se torna uma representação particularmente poética e bela se pensarmos sobre a história e memória dos imigrantes japoneses que atravessaram inúmeras ondas entre os dois países por anos e gerações. Mais sobre a dupla em http://detanicolain.com/

Satoshi Hashimoto – Nascido em Tóquio, 1977, local onde vive e trabalha ainda hoje. Criou muitas obras em que envolve os visitantes, questionando-os sobre o seu papel na experiência de apreciação artística, em forma de performances, ações e instruções visando a indução de suas próprias reações. Para este projeto, Hashimoto criará uma instalação site-specific dedicada ao Pavilhão Japonês. A instalação será baseada em trabalhos recentes, como Untitled (Rio / Tokyo), que leva sua referência de Untitled (Perfect Lovers), de Felix Gonzalez-Torres, consistindo de dois relógios procedendo exatamente na mesma velocidade. Hashimoto dá ao trabalho um segundo título, Untitled (Rio /Tokyo). O Japão e o Brasil estão em lados exatamente opostos da Terra, assim os ponteiros do relógio apontam para os mesmos números, mas na verdade representam tempos opostos do dia. Esta peça levou-o a perceber que as bandeiras dos dois países também correspondem dessa maneira. A bandeira japonesa tem um círculo vermelho no centro representando o sol, enquanto a bandeira brasileira apresenta o céu noturno. Quando as duas bandeiras são sobrepostas no mesmo tamanho, o círculo do céu noturno cobre o sol vermelho, formando assim um eclipse total. Hashimoto também conduzirá um evento durante o período da exposição em que abordará e questionará os papéis dos ‘jogadores na exposição com a participação dos visitantes.

Hikaru Fujii – Nasceu em Tokyo, em 1976, onde vive e trabalha atualmente. É conhecido por seu trabalho que lida com material de arquivo com foco nas linguagens do vídeo e filme para apresentar reinterpretações de eventos sociais, história, memória e relacionamentos, assim como uma nova esperança para o futuro. Sua produção abrange não apenas instalações e vídeo, mas também workshops, documentários e escrita e direção para teatro e cinema. Playing Japanese é uma instalação de vídeo, desenvolvida a partir de material colhido durante um workshop. O artista convidou membros do público para “performar” o que significaria ser japonês, como entendemos e identificamos “a singularidade dos Japoneses”, explorando identidades e construções sociais, assim como problemas políticos com a cultura japonesa. O workshop foi uma recriação de eventos ocorridos 100 anos atrás – na época da Exposição Industrial Nacional de Osaka, de 1903. Esta peça recebeu o Grande Prêmio no prestigioso Nissan Art Award em 2017.

 

Pavilhão Japonês – O Pavilhão Japonês está localizado no Parque Ibirapuera, no coração da cidade de São Paulo. Foi construído conjuntamente pelo governo Japonês e pela comunidade nipo-brasileira e foi doado à cidade de São Paulo em 1954, em comemoração ao aniversário de 400 anos da cidade. Foi projetado pelo famoso arquiteto japonês Sutemi Horiguchi (1895-1984), conhecido por seu anseio em encontrar uma forma harmoniosa entre a arquitetura tradicional japonesa em madeira e a arquitetura moderna ocidental. Toda a madeira utilizada na construção foi enviado do Japão e montado no local, utilizando-se uma técnica tradicional que dispensa pregos. O estilo Shoin também pode ser notado em sua estrutura, acredita-se que inspirada na Vila Imperial de Katsura, de Quioto. O edifício principal possui uma sala de exposições com arte e arte popular japonesa e uma sala de chá. Perto do Pavilhão há um jardim em estilo japonês repleto de plantas, árvores ornamentais e uma rocha vulcânica trazida do Japão. Há também um lago cheio de carpas, que podem ser alimentadas pelos visitantes.

Kyojitsu-Hiniku: Between the Skin and the Flesh of Japan — Sob a Pele – Sobre a Carne do Japão

CURADORIA: Naoko Mabon (Curadora japonesa independente, vive na Escócia)
COOPERAÇÃO: Comissão Comemorativa dos 110 Anos de Imigração no Brasil – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (BUNKYO)
COLABORAÇÃO: Evandro Nicolau e Rodrigo Munhoz
APOIO: Consulado Geral do Japão em São Paulo e Fundação Japão em São Paulo

Kyojitsu-Hiniku: Between the Skin and the Flesh of Japan — Sob a Pele – Sobre a Carne do Japão

Datas: de sexta-feira, 7 de setembro, a domingo, 23 de setembro de 2018
Local: Pavilhão Japonês, Parque Ibirapuera – Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, Portão 3 e 10, s/n – Parque Ibirapuera, São Paulo
Horário de funcionamento: 10h às 12h, 13h às 17h, às quartas, sextas, sábados e domingos
Ingressos: R$ 10 | Estudantes e maiores de 60 anos: R$ 5 reais | 65 anos e mais: grátis
Mais informações: info@wagonart.org

ago 262014
 

pavilhao japones ibira 010O Pavilhão Japonês foi um marco da diplomacia, numa época em que havia as cicatrizes da 2ª Guerra Mundial. Ele foi construído pelo governo japonês em conjunto com a comunidade nipo-brasileira e doado à cidade de São Paulo, que comemorava o 4º Centenário de fundação, em 1954.
Mesmo sem considerar essa questão diplomática, o Pavilhão Japonês merece ser visitado. Trata-se de uma réplica do Palácio Imperial Katsura 桂離宮 (Katsura Rikyū) que fica em Quioto, construído pelo príncipe Toshihito Hachijo (1579 a 1629). O projeto foi executado pelo professor da Universidade de Tóquio e construido pela Construtora Takenaka no Japão, e a sua principal característica é o emprego de materiais e técnicas tradicionais, como as pedras que saíram do solo vulcânico japonês e a lama de Quioto empregada nas paredes. Tudo foi cuidadosamente montado por artesãos especializados no Japão e transportado para o Parque Ibirapuera, em São Paulo.
O Pavilhão ocupa uma área de 7.500 m² e é composto de um edifício principal suspenso por palafitas, e diversas salas, como a sala para cerimônia do chá, corredores, salão de exposições e recintos de serviço, além de um lago com carpas, jardins interno e externo.
Essa arquitetura é conhecida como Shoin, que se desenvolveu no período Azuchi-Momoyama (1573 a 1603), e tem forte influência dos templos zen-budistas. Um belo jardim japonês com suas vistosas pedras adornam o lado externo da construção. Ao lado do Pavilhão está o memorial do Imigrante japonês com um altar budista.
pavilhao japones ibira 011O acervo histórico disponível nesse Pavilhão também merece destaque. Há, por exemplo, os bonecos em terracota conhecidos como Haniwa (século V), máscaras de teatro Nô, uma pintura em rolo (emaki mono) do Genji Monogatari e uma de ilustrações cômicas, “choju giga”, mostrando macacos, coelhos e rã agindo como seres humanos, atribuída a Toba Sojo Kakuyo (1052 a 1140), entre outros objetos artísticos. Há também uma curiosa maquete do palácio de Himeji construído por estudantes de arquitetura da USP.

Programação de aniversário:

Dia 29 de agosto de 2014 (sexta-feira), às 13h
Solenidade comemorativa aos 60 anos do Pavilhão Japonês
– homenagem aos pioneiros
– inauguração do monumento “Espaço – Espírito Japonês”

Exposição Conjunta e Oficinas de Ikebana
Sete escolas da Associação de Ikebana do Brasil realizam uma exposição conjunta ocupando diferentes espaços do Pavilhão Japonês: Ikenobo Kadokai Nanbei Shibu, Instituto de Ikebana Ikenobo do Brasil, Associação de Ikebana Kado Ikenobo Tatibana da América Latina, Saga Ryu, Associação Cultural de Ikebana Kooguetsu Ryu, Ikebana Sogetsu, Ikebana Sangetsu.
Além disso, durante o mês de setembro, aos domingos, às 14h, a Associação estará ministrando oficinas gratuitas (turmas 10 alunos)

Exposição de quimonos
Quimono, tradicional vestuário japonês, caracteriza-se pela simplicidade de sua estrutura modular.
No entanto, nesta aparente simplicidade, sua estampa, cores, tecidos, comprimento das mangas, entre outros elementos, incorporam e expressam determinadas etiquetas e hierarquias.
Certamente, reside aí o poder de atração que esses quimonos exercem junto aos ocidentais.
Ciente dessa característica, ao comemorar os 60 anos do Pavilhão Japonês, o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil preparou uma exposição de quimonos, cujas peças estarão dispostas em diferentes pontos e que busca destacar a ambientação focada em diferentes aspectos da cultura japonesa.

Dia 30 de agosto de 2014 (sábado), às 14h
Abertura da Exposição e Oficina de Cerâmica “Caminhos e Encontros”
Prossegue até o dia 28 de setembro, aberta às quartas, sábados e domingos, das 10h às 12h e das 13h às 17h.
Esta exposição reúne 10 dos mais renomados ceramistas japoneses que trouxeram em sua bagagem a técnica e estilo de cerâmica do Japão. Cada convidado indicou mais dois ceramistas completando assim a proposta da mostra “Caminhos e Encontros”, com os seguintes artistas: Eliana Kanki – Beth Shiroto Yen e Iweth Kusano, Hideko Honma – Acácia Azevedo e René Le Denmat, Ikoma – Vivi Faria e Beamar, Kimi Nii – Ricardo Woo e Dalcir Ramiro, Kimiko Suenaga – Marcelo Tokai e Luciane Yukie Sakurada, Megumi Yuasa – Nádia Saad e Sara Carone, Mieko Ukeseki – Cidraes e Mario Konishi, Olga Ishida – Ryoko e Fátima Rosa, Shoko Suzuki – Ivone Shirahata e Massaco Koga, e Shugo Izumi – Rafael Dai Izumi

Esta mostra se realiza em parceria com o Hospital Santa Cruz que comemora 75 anos de fundação. Além da mostra, cada artista participante doou uma peça, cujo valor de venda será revertido em prol do Pavilhão Japonês e do Hospital Santa Cruz.

Programação das Oficinas de Cerâmica – Setembro
Dia 6/9 (sábado) – Olga Ishida e Eliana Kanki
Oficina de modelagem manual – a partir de 5 anos c/ duração de 30 minutos cada oficina:
Manhã: das 10h às 12h – 4 turmas c/ 10 alunos
Tarde: das 13h às 15h – 4 turmas c/ 10 alunos

Dia 7/9 (domingo) – Olga Ishida e Eliana Kanki
Oficina de modelagem manual – crianças a partir de 5 anos e adultos c/ duração de 30 minutos cada oficina:
Manhã: das 10h às 12h – 4 turmas c/ 10 alunos
Tarde: das 13h às 15h – 4 turmas c/ 10 alunos

Dia 13/9 (sábado) – Hideko Honma
Oficina de torno elétrico – crianças a partir de 5 anos e adultos c/duração de 30 minutos cada oficina:
Manhã: das 10h às 12h – 4 turmas c/ 6 alunos
Tarde: das 13h às 15h – 4 turmas c/ 6 alunos

Dia 27/9 (sábado) – Kenjiro Ikoma
Tema: Oficina de bonecas e animais – crianças a partir de 5 anos e adultos
Manhã: das 10h às 12h – turmas de 12 pessoas com duração de 15 minutos
Tarde: das 13h às 15h – turmas de 12 pessoas com duração de 15 minutos

Concertos de Música Clássica Japonesa
A Associação Brasileira de Musica Clássica Japonesa programou uma série de concertos especiais comemorativos, sendo que o primeiro realiza-se no sábado, dia 30 de agosto, a partir das 15h, com Trio Kagurazaka (formado por Shen Kyomei/Tamie Kitahara/Gabriel Levy). No dia seguinte, dia 31 (domingo, às 11h), haverá o Concerto de Danilo Tomic.

Programação do Concerto Comemorativo – Setembro
Dia 6/9 (sábado), às 15h – Associação Michio Miyagui do Brasil
Dia 7/9 (domingo), às 11h – Associação Michio Miyagui do Brasil
Dia 13/9 (sábado), às 15h – Miwakai Soukyoku Seiguensa do Brasil e Shinzankai Tozanryu Shakuhachi do Brasil
Dia 14/9 (domingo), às 11h – Miwakai Soukyoku Seiguensa do Brasil e Shinzankai Tozanryu Shakuhachi do Brasil
Dia 20/9 (sábado), às 15h – Concerto de violão solo com Camilo Carrarapavilhao japones mapa
Dia 21/9 (domingo), às 11h – Concerto de Shakuhachi – estilo Kinko e Tozan
Dia 21/9 (domingo), às 15h – Concerto de Flauta (Shen Ribeiro) e Harpa (Soledad Yaya)
Dia 26/9 (sábado), às 15h – Grupo Seiha do Brasil
Dia 27/9 (domingo), às 11h – Grupo Seiha do Brasil

SERVIÇO
Pavilhão Japonês – Parque do Ibirapuera – acesso mais próximo pelo portão 10 (próx. ao Planetário e ao Museu Afro Brasil)
Funcionamento: quarta-feira, sábado, domingo e feriados – Horário: das 10h às 12h e das 13h às 17h
Contribuição adulto: R$ 7,00, Estudante com carteirinha e crianças de 5 a 11 anos: R$ 3,50, Menores de 5 anos e idosos acima de 65 anos: entrada gratuita. Para participar das oficinas, informe-se antes, pois as vagas são limitadas.
Informações: (11) 5081-7296 / (11) 3208-1755 / patrimonio@bunkyo.org.br – www.bunkyo.org.br