Cultura Japonesa

mar 202018
 

Verificando que há muitas pessoas interessadas na história e na cultura japonesa, a Century Travel, uma operadora especializada em viagens turísticas ao Japão, resolveu criar uma nova excursão focada principalmente nesse tema.

“O diferencial dessa nova excursão é que o professor Francisco N. Sato, que ensina História do Japão, irá acompanhar o grupo. Além dos guias que normalmente acompanham os nossos grupos, haverá esse especialista para acompanhar e explicar em português durante toda viagem, sobre os costumes, a cultura e história dos locais visitados, assim, o aproveitamento de todos será muito maior”, explica o Diretor Comercial da Century Travel, Marcel Iyeiri.

Rua de comércio tradicional do Santuário de Ise, um dos locais programados para visita.

Os locais visitados são os mais relevantes para a história do Japão, e com certeza, participando da excursão se aprenderá muito mais do que em quatro anos de uma faculdade de história. Além desse diferencial, o objetivo da excursão é proporcionar intercâmbio com os japoneses sempre que possível e assim está prevista uma visita a uma escola fundamental, para entender um pouco da educação no Japão. Saída programada para 27 de outubro de 2018.

Consulte seu agente de viagens, ou fale com a Century Travel Tour Operator: Rua Vergueiro, 981 – conjunto 11 (metrô Vergueiro), São Paulo. Tel. 11 3207-2644. marcel@centurytravel.com.br – Todos os detalhes e custos estão no link: http://centurytravel.com.br/excursoes/japao-historico/

Para aprender História do Japão em aula com o professor Francisco N. Sato: http://www.abrademi.com/index.php/historia-do-japao/

 

mar 132018
 

A Fundação Japão promove, a partir de 13 de março, a exposição Hina Ningyo: purificação, proteção e arte. Realizada em sua biblioteca, a mostra ficará aberta ao público até o dia 28 de abril, com entrada gratuita.

No mês de março, além de comemorarmos o Dia Internacional da Mulher, também no Japão é comemorado o Hinamatsuri, ou Dia das Meninas, celebrado sempre no dia 3. Para comemorar a data, serão expostos diversos modelos de hina ningyo, bonecas feitas a partir de origami, washi-e e oshi-e, além das tradicionais, de porcelana. 

Hinamatsuri 

Acredita-se que o Hinamatsuri tem origem em um antigo ritual chinês, introduzido no Japão durante o período Heian (794-1185), e desde o período Edo (1603-1868), é celebrado oficialmente no dia 3 de março como o Hinamatsuri (Festival das Bonecas ou Dia das Meninas), data em que são ofertadas orações por uma vida feliz e saudável para as meninas da família. 

No início, num ritual de purificação, as pessoas costumavam esfregar em seus corpos o hitogata, figuras humanas estilizadas, geralmente feitas de papel, para as quais se acreditava que eram transferidos seus pecados e impurezas. Essas figuras eram depois colocadas num rio, para que flutuassem em direção ao mar. Acredita-se que o hitogata deu origem aos hina ningyos, e o ritual de purificação continua vivo nos dias de hoje, celebrados em diversas regiões do Japão. 

Mais tarde, as celebrações incorporaram a exposição do dairibina, casal imperial, e alguns poucos acessórios. Pouco a pouco, passaram a ser produzidas bonecas e acessórios decorativos cada vez mais sofisticados e diversificados, incluindo ningyos serviçais, comidas típicas e diferentes acessórios decorativos. A exposição ocorria em grandes altares, com vários degraus, chamados hinadan

Hoje, o Hinamatsuri é uma celebração colorida e esteticamente bem elaborada, geralmente composta de modelos mais compactos. Os altares suntuosos são geralmente vistos em museus, templos ou nas escolas. Um aspecto, no entanto, segue vivo até hoje: o desejo de assegurar às meninas saúde e felicidade. 

A cultura dos ningyos 

No Japão, desde a antiguidade, os ningyos fazem parte da vida cotidiana. Eles representam não apenas um item de entretenimento e decoração, mas principalmente um artefato encantado, de veneração. Embora os ningyos tenham constantemente mudado sua forma ao longo das eras, o amor dos japoneses por eles continua intacto. 

Os ningyos não são somente importantes como verdadeiras formas de arte, mas, sobretudo, como uma inestimável fonte de informação sobre costumes e tradições japonesas. Eles refletem as aspirações do povo japonês; ilustram eventos históricos e folclóricos, práticas e crenças; possuem distintos e variados atributos regionais; e representam tanto a vida cotidiana da nobreza como da população.

Hina Ningyo: purificação, proteção e arte

Data: de 13 de março a 28 de abril de 2018

Local: Biblioteca da Fundação Japão São Paulo – Horário para visitação: de terça à sexta, das 10h30 às 19h30, e sábados, das 9h às 17h

Classificação: livre – Entrada franca – Endereço: Av. Paulista, 52 – 3º andar – Bela Vista, São Paulo – (11) 3141-0110 biblioteca@fjsp.org.br

fev 252018
 

A Associação da Província de Nagasaki precisa de voluntários para a tradicional “Dança do Dragão”, que será apresentada no Festival do Japão em Julho de 2018. O dragão é o mesmo utilizado no festival “Okunchi Matsuri” no Japão e foi doado pelo governo de Nagasaki. Não é necessário ter experiência em dança, pode ser homem ou mulher de 18 a 40 anos. Precisam de 20 pessoas para compor o grupo.

Os ensaios semanais são realizados no Bunkyo, Rua São Joaquim, 381 – Liberdade, às segundas à partir das 19 horas. O primeiro ensaio será 26/2, e mesmo quem não puder participar desse ensaio poderá vir no ensaio do dia 05/3. Faça parte desse grupo e dessa história!

Pelo vídeo dá para se ter uma ideia do festival todo, que recebeu influência da China e da Holanda, por causa do seu porto.

Se estiver interessado, envie e-mail com nome completo: nagasakibrasil@gmail.com

fev 212018
 
A cozinheira Marlene Fukushima, do buffet Hanayori, realiza a 5ª edição da Oficina de Comida Caseira Japonesa em que ensina 7 receitas, dos quais 5 pratos quentes e dois frios no domingo, dia 11 de março, das 8h às 13h. São eles: gohan (arroz branco japonês), sopa de alga wakame com legumes, ohitashi (levemente cozido) de quiabo, kinpira de renkon (refogado de raiz de lótus), mabodofu (tofu com carne moída), tsukemono (conserva) de nabo e caqui e daigaku imo (babata doce caramelizada).
A proposta da oficina é ensinar pratos básicos do dia a dia, simples de fazer, que podem compor uma refeição completa. “Queremos desmistificar que a comida japonesa é complicada”, afirma Marlene. “Na verdade, são simples, práticos, rápidos e saudáveis”.
Mesmo quem não tem experiência pode participar. O diferencial da oficina é que os participantes podem colocar a mão na massa. O ponto alto da oficina são as dicas e truques que Marlene revela na hora de preparar os pratos. Pode acreditar: por mais vídeos de receitas que encontre na internet, nada substitui a experiência de fazer ao vivo. No final, ainda é realizado um almoço de confraternização.
O prato principal do cardápio é o clássico mabodofu, que leva tofu com carne moída. É um dos pratos chineses mais populares que foi adaptado ao paladar japonês (menos apimentado). Único prato do cardápio que leva carne, o mabudofu pode ser adaptado para uma versão vegetariana, substituindo a carne moída por carne vegetal. Com isso, o cardápio inteiro poderia se tornar vegetariano.
O ohitashi (levemente cozido), o kinpira (levemente refogado) e tsukemono (conserva) são modos de preparo tipicamente japoneses que conservam as propriedades nutricionais dos alimentos e, por isso, um dos segredos da longevidade dos japoneses. 
Uma curiosidade: o daigaku imo (batata doce caramelizada) pode ser traduzida o pé da letra como “batata universitária”. A explicação é que o prato era vendido principalmente para universitários e acabou fazendo tanto sucesso que se popularizou. Na Oficina de Comida Caseira vai ser servido como sobremesa, mas funciona perfeitamente como um lanche da tarde.
 
Oficina passa a ser mensal
Com a procura crescente de interessados, a Oficina de Comida Japonesa Caseira ganha um calendário mensal. Confira as datas das próximas oficinas: 8 de abril, 6 de maio e 10 de junho. Em cada oficina são ensinadas receitas novas. Quem participa de uma das oficinas, ganha 10% de desconto se voltar a se inscrever.
 
Cardápio de pratos quentes*
Gohan (arroz japonês)
Sopa de alga wakame com legumes
Ohitashi (levemente cozido) de quiabo
Kinpira renkon (refogado de raiz de lótus)
Mabodofu (tofu com carne moída)
Tsukemono/ asazuke (conserva) de nabo e caqui
Daigaku imo (batata doce caramelizada)

Serviço
11 de março, das 8h às 13h
Rua 1º de Janeiro, 53 – Vila Clementino (ao lado do metrô Santa Cruz)
Valor: R$ 290 (inclui apostila de receitas, ingredientes e almoço)
Inscrições: cursos@kaminaricomunicacao.com.br
Whats App: 97130-3335
Página do evento: https://www.facebook.com/events/355395238273060/
fev 212018
 

O 7º Festival do Japão em Minas acontece no próximo fim de semana, de 23 a 25 de fevereiro, no Expominas, em Belo Horizonte. Realizado desde 2012, o evento é o maior do Estado de Minas Gerais sobre a cultura japonesa. Nessa edição, a temática do evento abordará a mitologia, as divindades, as crendices, as lendas, os talismãs e amuletos da sorte.

Um dos destaques da programação será a dupla japonesa Waon Wagi, trazida pela Fundação Japão especialmente para o evento. A dupla, composta pelo performer de Kendama (bilboquê japonês), Yusuke Ito, e pelo artista de Shamisen (instrumento musical tradicional japonês de corda, similar ao banjo), Pierre Ono, se apresentará no palco principal e apresentará workshops e demonstrações no estande da Fundação Japão ao longo dos três dias.

Ainda nesta edição do Festival do Japão, haverá diversas apresentações de grupos culturais, além de exposições, vendas de produtos, área gastronômica e muito mais.

Waon Wagi

A proposta do Waon Wagi é a criação de uma nova arte através da fusão entre a técnica e o som japonês. Formado por Yusuke Ito, performer de Kendama, um brinquedo tradicional japonês, similar ao bilboquê, e Pierre Ono, instrumentista de Tsugaru Shamisen, um instrumento tradicional japonês que ao mesmo tempo em que é intenso, toca na alma através da sensibilidade de seu som.

Yusuke Ito

Performer profissional de Kendama, detentor de dois recordes no Guinness Book com suas técnicas, realiza performances em todo o Japão e também apresentações em vários países como Estados Unidos, Alemanha, Rússia entre outros, além de participações em programas de TV em prol da difusão da arte do Kendama.


Pierre Ono

Instrumentista de Tsugaru Shamisen, nascido em Tóquio, possui seis discos gravados ao longo de sua carreira. Além dos trabalhos solo, participa em colaboração em diversos projetos musicais e de dança contemporânea, incluindo participação na trilha sonora do filme “Zatoichi The LAST”, de Junji Sakamoto.
PROGRAMAÇÃO – Palco Principal

Sábado, 24 de fevereiro, 19h – Domingo, 25de fevereiro, 15h30

7º Festival do Japão em Minas

No próximo fim de semana, Belo Horizonte se transformará em um pedacinho da terra do sol nascente durante a realização do 7º Festival Japão em Minas, nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro, no Expominas. O evento contará com exposições das crenças e tradições japonesas, apresentações culturais, oficinas de arte e muitas outras atrações.

Esse ano, além da dupla japonesa Waon Wagi, estão confirmados Hikari Daiko e Ryukyu Koku Matsuri Daiko, de Brasília, e Ishin Yosakoi Soran e Kagura do Brasil, de São Paulo, e grupos locais com diversas apresentações.

O Festival contará com oficinas de cultura japonas gratuitas, Miss Nikkey Minas Gerais, concurso de moda Harajuku e de Cosplay, exposição inédita Japan Dolls da Cultura Pop, estandes institucionais e empresariais, saúde, games, gastronomia, bazares, entre outras atrações.

Mais informações: http://www.festivaldojapaominas.com.br